Arquivo para a categoria "Viagens"




Saturday, August 12, 2006

Quase demitido

yuri vieira, 7:13 pm
Filed under: Política, Viagens, exteriores, fotografia
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Acho que o eDitador terá de demitir o Paulo Paiva do Garganta. O cara foi a Cuba com nossa amiga Andréa Leão, tirou várias fotos (divulgou pouquíssimas), passou por vários apertos e até agora não nos contou nada a respeito. Tanto que, em Fevereiro, eu mesmo tive de narrar um dos inúmeros causos. Em geral, apenas os amantes da ideologia comunista vão a Cuba e, exatamente por acreditarem no que acreditam, voltam contando maravilhas do regime. Tudo mentira ou ilusão, por supuesto. A Andréa, por exemplo, adorou a paisagem, a comida, a música, a bebida, mas, caso fosse uma cubana exilada em Miami, teria sido a primeira a ir comemorar nas ruas a doença do Fidel Castro. Odiou a ditadura e as barbaridades que esta faz aos cubanos.

E então, Paulo?

Thursday, August 10, 2006

Efeitos da maconha

yuri vieira, 5:00 pm
Filed under: Cotidiano, Humor, Viagens
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Eu não ia postar tantos vídeos em seqüência, mas esse merece. (Muito engraçado.) Recebi da Aryna, uma amiga, e representa muito bem a diferença apontada pelo Wittgenstein entre “dizer” e “mostrar”. Bem, segundo os autores trata-se de uma “obra de ficção”: Tapa na pantera. O problema é que, na internet, as coisas que afirmam ser reais costumam ser fictícias e vice-versa, logo, vai saber. Enfim, quer ter uma idéia humorística dos efeitos do uso prolongado da maconha numa atriz? Não é preciso dizer nada, ei-los.

Como dizia meu professor de Taxonomia e morfologia das fanerógamas, lá na UnB, “tudo em excesso faz mal, até mesmo água. Afogar-se afinal é o quê? Não é overdose de água?” (Cá entre nós, excesso de dinheiro na mão do narcotráfico também faz muito mal…)

Monday, August 7, 2006

Juro por meus testículos

yuri vieira, 1:26 am
Filed under: Religião, especulativas
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Conforme já escrevi antes, curto muito etimologia. E também sempre me intrigou o fato de que, ao contrário dos filmes americanos, nos tribunais brasileiros uma testemunha nunca faz juramentos com a mão sobre a Bíblia. Aliás, não há qualquer menção - ainda que indireta - à natureza transcendental da consciência e aos riscos que esta corre caso perjure. A pessoa simplesmente concorda em respeitar o tribunal, a lei e pronto. Numa CPI então, nem sei se se chega a tanto. Logo, em nossos fóruns a mentira há de correr solta, afinal, não se coloca em jogo aquilo que a pessoa tem de mais importante. Os tais especialistas - digo, os bacharéis, os juristas - enchem pois o peito para dizer que o Brasil não segue o Direito Anglo-saxônico - tal como os americanos, sua Bíblia do Rei James e sua condenação necessariamente unânime - mas segue sim o Direito Romano. Hummm. Sei. Quero dizer: será? Hoje, por exemplo, fiquei deveras tocado com a informação de que o vocábulo testemunha é derivado do latim testis, isto é, testículos. Dizem os eruditos - ouviu? os eruditos - dizem eles que os antigos romanos prestavam juramentos com a mão direita cobrindo o roxo, como quem diz: “juro pelo que tenho de mais sagrado, juro pelo meu saco”. O que aconteceria a quem cometesse perjúrio? Dá pra imaginar, não dá?

Se nosso Direito é romano, então deveria ser mais fiel às suas origens, principalmente nas CPIs. É o que merecem os nossos bárbaros concidadãos, legisladores e dirigentes, esses que ainda não sabem que a consciência é muito mais valiosa que um par de bolotas…

Contagem regressiva

yuri vieira, 12:29 am
Filed under: Humor, especulativas, extraordinárias, meio ambiente
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Eis a contagem regressiva do Al Gore para o fim do mundo:

Bem, trata-se duma tiração de sarro do radialista Rush Limbaugh, em referência ao alarmismo eco-catastrófico do ex-candidato democrata à presidência dos EUA.

Já o Jucelino Nóbrega da Luz não afirma que o mundo irá acabar. Diz apenas que rolarão mil e uma catástrofes naturais que poderão exterminar até 80% da população mundial e que isso nada tem a ver com degradação ambiental. Parece que é só porque o Riobaldo tinha razão: “viver é muito perigoso”.

Friday, August 4, 2006

É o fim do mundo - 2

yuri vieira, 1:21 am
Filed under: Cotidiano, Games, extraordinárias
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Digamos que aquele post sobre o filme com 250 casais transando ao mesmo tempo seja o primeiro da série. Bem, continuo investigando (imaginando) que espécie de produtos culturais deixariam o Bin Laden louco para exterminar a influência ocidental. Para tanto, nada melhor que observar o que sai de um país que, ao perder a guerra para os americanos, baixou a crista e aceitou humildemente sua derrota. (Claro que isso tudo é só pra encher linguiça, afinal, os japoneses já eram tarados antes do século XX.) Mas, enfim, vamos lá. Você sabia que há um video game chamado Biko 3 (Illusion) - sim, já está na terceira edição - cujo objetivo é seguir lindas garotas pela rua e, na melhor oportunidade, estuprá-las? Essa gente tá cada dia mais sem noção. Ou cada dia pensando mais com a cabeça de baixo…

Veja o video promocional:

Wednesday, August 2, 2006

Central do Brasil

rodrigo fiume, 2:35 am
Filed under: Viagens, fotografia
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Rio N 198.jpg (Continua…)

Monday, July 31, 2006

O Japão é foda

yuri vieira, 9:19 pm
Filed under: cinema, extraordinárias
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500 person sexLiteralmente foda. Eu, aqui, preocupado se irei conseguir 200 figurantes para rodar um singelo e inocente curta-metragem, e os japoneses lá, botando 500 pessoas para transar num galpão. Dizem que esse filminho virou cult no eMule. Tenho certeza de que é esse tipo de coisa que o Bin Laden fica assistindo em seu esconderijo. Tudo para aumentar seu ódio pela vida muderna. Deve achar que é culpa dos EUA, afinal, ganharam a Segunda Guerra…

Saturday, July 29, 2006

O turista dançarino

paulo paiva, 7:29 pm
Filed under: Humor, Viagens, extraordinárias
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Conheça Mat Harding. Esse cara é o tal. Viaja o mundo dançando, com patrocínio de uma fábrica de gomas de mascar. Porque eu não tive essa idéia antes?

Monday, July 24, 2006

Arte e Moral

yuri vieira, 7:53 pm
Filed under: Arte, escritores, especulativas
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Do Fernando Pessoa (1916):

As relações entre a arte e a moral são análogas às entre a arte e a ciência. Não há relação entre a arte e a moral, como a não há entre a arte e a ciência; mas um poema que viola as nossas noções morais impressiona idênticamente o homem são como um poema que viola a nossa noção da verdade.

Um poeta que canta, elogiando, o roubo, não fará com isso um bom poema; nem o fará um poeta moderno a quem lembre cantar o curso do sol á volta da terra, que é uma cousa falsa.

Viola a regra do agrado. Agradará a mais gente um poema que, sobre ser belo, seja moral, que um que, sendo belo, seja imoral. As épocas têm mais de comum as suas ideias morais que as suas imoralidades. Só nas épocas de decadência é que a moralidade deixou de ser um ideal; e, mesmo nessas, reconhece-se o seu valor ideal.

As relações são entre o artista e o moralista, não entre a arte e a moral. Como é improvável que um grande artista, por isso mesmo que é um grande artista, falseie a verdade, é improvável que falseie a moral. Não pertence esse característico aos de um cérebro típico de criador.

O criador de arte para influenciar tem, em geral, como motivo o interesse de influenciar; ao qual falha se cria obra com elementos que tendem a limitar a acção da obra.

A tendência moral é reconhecida pela espécie humana como superior à realidade imoral. O poeta imoral corre portanto, na proporção em que é imoral, o risco de não influenciar os espíritos superiores (quando não da sua época, porventura decadente), das outras épocas pelo menos.

Wednesday, July 19, 2006

Ele nunca disse a ninguém

ronaldo brito roque, 7:40 am
Filed under: Cotidiano, interiores, literatura
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Ele ficou chocado quando fez a descoberta. Estava na cama, o corpo nu recebia uma brisa suave de maio. Ela tinha ido ao banheiro, não gostava de ficar com sêmen entre as pernas. Quando voltou, deitou com a cabeça sobre o peito dele, disse as palavras carinhosas que costumava dizer nessa ocasião. Falou sobre casamento, sobre a felicidade de ter encontrado a pessoa certa. Ele se perguntava se devia lhe contar a novidade — a coisa acabava de se revelar, clara e serena como um reflexo de lua. Mas sua namorada era muito bonita, ele temia perdê-la. E o pior é que ela se culparia por tudo. Buscaria o motivo nalgum lugar do seu corpo, na barriga, nas mínimas estrias, na cor do cabelo — talvez no estranho cheiro de rosas queimadas, que ela exalava principalmente depois do sexo. Ela era mulher, não podia evitar o prazer misterioso da culpa. E por isso mesmo ele resolveu se calar. Não queria correr o risco de torná-la infeliz como uma divorciada. Se nunca mais pensasse no assunto, talvez a revelação passasse despercebida. Talvez desistisse de se mostrar, e bateria em outra porta, como essas pessoas que vêm pedir para campanhas de caridade. E, de fato, protegido pela rotina, Paulo conseguiu esquecer o assunto. Sua namorada não percebeu, e ele nunca disse a ela, nem a ninguém, que não gostava de sexo.

Saturday, July 15, 2006

Os dois Estados Unidos de Truman Capote

pedro novaes, 6:07 pm
Filed under: Viagens, escritores, exteriores, literatura, livros
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Diferentemente de até bem pouco tempo, eu hoje tenho grande vontade de voltar aos Estados Unidos. Este desejo acaba de receber uma boa dose de reforço com a conclusão da leitura de “In Cold Blood”, a célebre “novela de não-ficção” do mestre Truman Capote.

Evito ao máximo ler traduções de livros publicados em línguas que domino. Como já exerci o ofício de tradutor, atento para e me irrito em excesso com os erros ou escolhas equivocadas de meus colegas. Além do fato óbvio de que o estilo de um mestre como Capote só pode ser integralmente apreciado no original.

Desta forma, comprei na Livraria Cultura uma edição paperback deste best-seller logo depois de assitir ao espectacular Capote, filme que rendeu o merecido Oscar de melhor ator a Philip Seymour Hoffman, e que conta a história do envolvimento do escritor com os fatos reais que inauguraram um novo gênero literário – o que se passou a designar como “non-fiction novel” - e geraram este livro que permanece como uma das grandes obras da literatura americana: o assassinato de uma próspera família numa comunidade rural do interior do estado do Kansas. (Continua…)

Ainda o PT e o PCC

yuri vieira, 9:25 am
Filed under: Política, especulativas, sites
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Via Cláudio Humberto:


O ‘irmão’ de Marcola

O deputado boliviano Gabriel Herbas Camacho, do partido de Evo Morales, foge da imprensa após o site midiasemmascara.org dizer que ele é irmão do líder do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o “Marcola”. Procurado pela coluna, mandou dizer que “viajou”, mas estava no plenário, como nos revelou uma deputada, instantes depois. Intrigada, a oposição boliviana quer rastrear os laços entre o Herbas Camacho de lá e o daqui.

Parentesco

A primeira reação de Gabriel Herbas Camacho foi dizer na Câmara que “não tem irmãos”. O pai é Jesús Herbas e a mãe, Ernestina Camacho.

Origem andina

A polícia paulista confirma que o pai de Marcola e do traficante Alejandro Juvenal é boliviano, mas não divulga o nome. O filho de Marcola é Daniel.

Paranóia

Opositores na Bolívia e em Brasília já enxergam conexão entre os ataques a São Paulo e a recente visita secreta de José Dirceu a La Paz.

Monday, July 10, 2006

Marioneteiro

pedro novaes, 9:33 pm
Filed under: Viagens, interiores
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Começou a desejar muito tornar-se amigo do tempo.

Antes, tinha atrás o passado, que mirava com nostalgia, e adiante o futuro, incerto oceano de ansiedade e risco. No romance retrospectivo, cada passo adiante fora uma perda. De acúmulo, só o descarte, o que não tinha, as bifurcações abandonadas. Nas mãos, um imenso vazio. O presente se convertera em um buraco sem beira nem fundo que terra nenhuma poderia preencher. O futuro, um infinito monte de terra sem buraco à vista.

Mas depois entendeu que o tempo, o tempo mesmo, é só o presente, o aqui e o agora.
Entendeu que o tempo podia ser amigo, ou antes, que o tempo era ele mesmo – ponte, salto, curto-circuito, fagulha, arremesso, passe, marioneteiro, equilibrista equilibrando dois pratos sobre as varetas.

Ficou mais calmo.

As profecias do Jucelino da Luz

Em Agosto de 2005, postei um texto falando do Jucelino Nóbrega da Luz, o cara que, através de sonhos, previu coisas tais como o Mensalão, a eleição do Lula, o 11 de Setembro, o assalto ao Banco Central em Fortaleza e assim por diante. Dizem que o cara chegou até mesmo a dar o paradeiro do Saddan Hussein aos americanos, que o capturaram menos de um mês depois no local designado. (Hmm.) E todas as previsões são supostamente anotadas em cartas e registradas em cartório no dia mesmo em que pelos sonhos lhe são reveladas. Mas o que está deixando todo mundo atarantado é o fato de o cara ter acertado ao prever que a Itália seria tetra-campeã nesta última Copa. (Veja as previsões para 2006.) Por isso a maioria dos comentários recentes se referem ao texto supracitado. Como o Jucelino também previu que Lula não será reeleito e que haverá um mega-tsunami no Atlântico dentro de sete anos, muito me identifiquei com o comentário de um internauta:

Só sei que, se o Lula não se reeleger (tomara), eu não passo o Reveillon de 2008 em SC…

Aliás, o mega-tsunami não foi previsto apenas por ele, mas também por cientistas. Ele só está dando a data aproximada.

Para quem quiser entrar em contato com o sujeito - por favor, não me envie mais emails, porque ESTE BLOG NÃO É DO JUCELINO - veja os emails, sites e telefones dele aqui.

Thursday, July 6, 2006

Espreita

pedro novaes, 4:44 pm
Filed under: Cotidiano, Viagens, interiores
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Ando tentando surpreender a mudança, mas a mudança não se deixa surpreender.

Tuesday, July 4, 2006

Equipes vencedoras

yuri vieira, 2:33 am
Filed under: Esportes, Viagens, amigos
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Quero recomendar esse livro ao amigo Pedro Novaes, que costuma dar a volta ao mundo para participar das reuniões de jovens lideranças. Poxa, não é preciso, bróder, basta ler o livro…

Vive la France! (Et Portugal…)

(Dica do Márcio Santana Sobrinho.)



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