Arquivo para a categoria "Viagens"




Sunday, October 19, 2003

Zé Celso, o guru do cu

yuri vieira (SSi), 3:36 pm
Filed under: Cotidiano, especulativas, teatro
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O Guru do CuMinha querida Míriam Virna, diretora teatral brasiliense, me enviou o texto abaixo sobre uma das efusões de José Celso Martinez Corrêa no Plano Piloto, texto esse - O Guru do Cu ou o Cu do Guru - bastante esclarecedor se não do trabalho pelo menos da personalidade do conhecido diretor. (Bom, na verdade, trata-se do excerto de um ensaio.) Noutra ocasião, escreverei a respeito de minha própria experiência com o Guru do Cu - graças a Deus, não com o inverso - quando, durante uma apresentação de sua montagem d’As Bacantes (1996), fui seqüestrado para o palco. Nossa, por incrível que pareça, me diverti bastante…

O Guru do Cu ou o Cu do Guru
O teórico Frederic Jameson nos chama a atenção para essa incapacidade de assombro que assola a Arte e aquele que a frui, e é ainda mais contundente quando adverte-nos sobre a complacência com que são recebidas certas manifestações de delírio bárbaro. Ora, desconectado do sentido do divino, ou pelo menos da noção do “EU” como sujeito e não como objeto, o homem acabou por perder até mesmo a capacidade de ser ultrajado.

(Continua…)

Sunday, September 21, 2003

GFBU X Melquisedeque?

Uma das grandes pulgas atrás da minha orelha, pulga esta ligada ao Livro, é a reserva da minha amiga extraterrestre - uma suposta Mestra Ascensa da Grande Fraternidade Branca Universal - em relação ao dito cujo. Para ela, o livro é provavelmente obra da “facção do Melquisedeque”, grupo independente da Grande Fraternidade e do suposto Governo Oculto da Terra. Ela não afirma de modo algum que seja um engodo, já que nem o conhece bem, mas não acha boa idéia embarcar tão de cabeça em seus ensinamentos. Disse a ela, “mas, Pórtia, como vou deixar de levar em consideração as informações desse Livro por conta das ressalvas de alguém que me afirma de coração ser de outro planeta? Não seria exagerar na maluquice?”
(Continua…)

Wednesday, September 3, 2003

Sobre viagens astrais

yuri vieira (SSi), 4:04 pm
Filed under: extraordinárias, interiores
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Caro José

Antes de tudo, preciso esclarecer que não tenho essa, digamos, super habilidade de circular por outras esferas. Sim, já tive diversas experiências de projeção astral (projeção de consciência, arrebatamento, viagem astral, etc.), mas já não são tão numerosas e, quando ocorrem, nunca sei bem onde estou. Na verdade, todos temos essas experiências, como o próprio Swedenborg comenta em seu livro “O céu e o inferno”, mas quase nunca nos lembramos. Aliás, os exercícios existentes, que supostamente provocariam as projeções, na verdade, têm uma finalidade distinta: permitir que nos lembremos das experiências fora do corpo e, quando exteriorizados, permitir que tomemos consciência de tal estado e, em conseqüência, que passemos ao controle de nossas ações. E há um grande porém: se você não for uma pessoa devota a Deus, se não bate uns papos com o Cara de vez em quando, se não põe em prática, no dia-a-dia, a tolerância, a compaixão e a observância da verdade - como diz o Li Hongzhi - essas experiências podem ser mais negativas que positivas. Essas velhinhas igrejeiras, que nunca ouviram falar de projeção astral, acabam sendo, em sua devoção, mais úteis aos nossos mentores expirituais - quando exteriorizadas - do que um alucinado por viagens astrais que não crê em Deus e no Amor. Tais experiências podem ser muito reais, mas, dependendo de como são encaradas, podem é nos levar cada vez mais para longe da Realidade.
(Continua…)

Monday, August 25, 2003

Mudar o mundo

yuri vieira (SSi), 5:15 pm
Filed under: Religião, interiores
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Retirei o artigo abaixo, de autoria de Pedro Sette Câmara, do site O indivíduo.com. Fala sobre a burrice que é querer “mudar o mundo” ao invés de conhecê-Lo. Quem apreciar tal leitura encontrará, no referido site, outros artigos tão bons quanto este.

[Ouvindo: You Find the Earth Boring - Portishead]

(Continua…)

Tuesday, August 5, 2003

A lucidez de Fernando Pessoa

yuri vieira (SSi), 10:31 am
Filed under: escritores, interiores, literatura
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Fernando PessoaPessoa sempre afirmou ser um neurastênico (categoria muito difundida hoje em dia), sendo, além disso - eis seu diferencial - capaz de criar uma personalidade para cada sentimento que lhe acometesse: “Dar a cada emoção uma personalidade, a cada estado de alma uma alma”, escreveu. Daí seus heterônimos. Mas a lucidez, não sendo uma emoção, mas um “enxergar apesar de toda emoção”, não era uma prerrogativa do, digamos, Álvaro de Campos. Bernardo Soares era, como “outros Pessoas”, muito lúcido também. Veja como ele possuía, na primeira metade do século vinte, a clara noção do estado de coisas que se prolonga até os nossos dias:
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Saturday, May 31, 2003

Notas sobre Matrix Reloaded

yuri vieira (SSi), 4:57 am
Filed under: cinema, especulativas
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Algo que venho notando na moçada da minha geração - nasci em 1971 - é que não conseguem evitar de forma alguma o impulso de ir ao cinema assistir Matrix, mas - uma vez acabado o filme - só sabem meter o pau, em geral um pau oco, ainda que cheio de sutilezas irônicas. Tudo bem, concordo que a vida em Zion é uma bela porcaria, mas a história é boa. Até o poeta Bruno Tolentino, com quem assisti ao primeiro filme lá na casa da Hilda Hilst, curtiu o dito cujo. Se bem que ele é suspeito: adora filme de Kung fu, diz que é ótimo para relaxar o cérebro…
(Continua…)

Friday, April 11, 2003

Swedenborg e o Livro de Urântia

yuri vieira (SSi), 2:26 am
Filed under: Livro de Urântia, escritores, extraordinárias
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Coloquei em meu site a conferência de Jorge Luis Borges sobre Emanuel Swedenborg, o cientista e político sueco que, em pleno século XVIII, afirmava ter visitado os “céus” e os “infernos” em projeções astrais, tendo escrito, nos seus últimos vinte e cinco anos de vida, uma série de livros com seus relatos. No mesmo texto o leitor ainda encontrará notas que escrevi, cotejando as experiências de Swedenborg com o conteúdo do Livro de Urântia. Caso alguém prefira, o texto pode ser baixado para leitura no Acrobat Reader.

Sunday, November 24, 2002

De quem é o racismo?

yuri vieira (SSi), 10:06 am
Filed under: Política, especulativas
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O PT tá afim de processar o Garotinho por racismo, simplesmente porque o panaca disse que iria “desinfetar”, antes da posse de sua mulher, o escritório da Governadora Benedita da Silva. Isso é típico de fanáticos, sejam eles políticos ou religiosos: não há o menor traço de senso de humor, só querem saber de colocar mordaça nas pessoas. Afinal, o garoto não fez qualquer referência à raça da governadora. Será que o PT não sabe que é preciso desinfetar a cadeira onde qualquer político tenha sentado? Seja ele branco, preto, amarelo, rosado ou anil? Será que eles acham que só se desinfeta as cadeiras de políticos negros? Então, de quem é o racismo afinal?

Thursday, November 7, 2002

Entrevista com ET

yuri vieira (SSi), 10:02 am
Filed under: extraordinárias
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Gravei em VHS uma entrevista de uma hora com uma suposta extraterrestre. Aliás, não sei quem é mais louco: se eu ou ela. Provavelmente eu, já que ela ao menos é dona de uma padaria, tem um lugar neste mundo. Já eu… snif, nenhum planeta em signo de terra, totalmente sem senso prático… Tadim di eu. :))

Leia sobre minha amiga ET, aqui.

PS.: Amigos, o Yuri estava aqui, dentro de mim, desfragmentando o cérebro e fazendo um scandisk mental. Logo mais dará notícias. Como já dizia Van Gogh ao seu irmão, Theo, “é preciso ter uma paciência de boi pra ser artista”. Ou, quem sabe, uma herança. Afinal a incapacidade de pastar pode nos levar a cortar uma orelha, assá-la e tal. Espetinho autofágico…

[Ouvindo: Under Pressure - Queen and David Bowie]

Monday, October 14, 2002

Na Chapada dos Veadeiros

yuri vieira (SSi), 9:59 am
Filed under: Viagens, exteriores, extraordinárias
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Amigos, esta semana estarei na Chapada dos Veadeiros, onde irei gravar uma entrevista com uma suposta Mestra Ascensa da Grande Fraternidade Branca Universal, aliás, uma extraterrestre assumida… :)) Claro, tudo dentro do esquema “não rir, não lamentar, nem detestar, mas compreender” (Espinosa, filósofo), afinal, “tudo é possível, embora algumas coisas sejam mais prováveis” (James Jeans, físico). E, se tudo der certo, talvez eu até coloque o vídeo neste site, para download.

[Ouvindo: Take the Long Way Home - Super Tramp]

Tuesday, October 1, 2002

O Céu e o Inferno

yuri vieira (SSi), 11:05 am
Filed under: Religião, escritores, extraordinárias
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Quem quiser ler a conferência de Jorge Luis Borges sobre o livro Céu e Inferno de Emanuel Swedenborg, clique aqui . (Também é possível baixar o arquivo em PDF.) Incluí ainda algumas notas de rodapé que cotejam certos temas, levantados ou por Borges ou por Swedenborg, ao conteúdo do Livro de Urântia. Espero que agradem.

Caso vc nunca tenha ouvido falar de Swedenborg antes, clique aqui e leia uma introdução ao texto acima.

[Ouvindo: Armoured D - Dillinja]

Monday, September 16, 2002

9/11

yuri vieira (SSi), 11:34 am
Filed under: Religião, cinema, especulativas
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O atentado visto do espaçoSemana passada assisti ao documentário dos irmãos Jules e Gedeon Naudet sobre o atentado ao World Trade Center. (Para um documentarista, nada como estar no lugar certo na hora certa - aliás, para os não-documentaristas, hora mais que errada.) Semelhante testemunho só seria rivalizado por alguém que tivesse filmado o naufrágio do Titanic ou, para ser mais exato - já que, indo além do que diz Baudrillard, um atentado terrorista pode parecer mas não é um evento da natureza, é só maldade mesmo -, ou por alguém que tivesse filmado a noite de 23 de Agosto de 1572, a Noite de São Bartolomeu, quando, instigado por sua mãe (Catarina de Médicis), o rei Carlos IX ordenou que se executassem todos os Huguenotes, todos os protestantes que se encontravam em Paris para o casamento de sua irmã com Henrique de Navarra. Morreram cerca de 25.000 pessoas. A grande diferença entre esses atentados de origem pseudo-religiosa estaria apenas na pirotecnia do mais recente, uma vez que este não se igualou ao primeiro, em número de vítimas, por uma mera questão de horário. E o mais interessante é que muita gente pressentiu o acontecimento…
(Continua…)

Thursday, September 5, 2002

Criticando um crítico

yuri vieira (SSi), 3:59 pm
Filed under: Política, cinema, especulativas
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Eugênio Bucci, em sua crítica ao filme Cidade de Deus (Jornal do Brasil-04/09), pega como mote o comentário do personagem Buscapé - “se o tráfico de drogas não fosse crime, o bandido Zé Pequeno seria o homem de visão do ano” - para com ele concluir que todo executivo, que todo empresário, enfim, que todo empreendimento capitalista é killer, é do mal. Ora, aquela afirmação corresponde a esta: se expressar preconceitos não fosse uma miopia mental, certos colunistas ganhariam o Prêmio Esso de jornalismo. E, no entanto, o fato de ele ser sim um colunista equivocado não atenta contra a profissão do jornalista em si mesma. Afinal, a maldade evidente do personagem Zé Pequeno nasce de sua motivação interior, ela já existia antes de que ele se tornasse um “negociante de drogas”. Querer excluir todo mercado, todo executivo, todo empresário da face da Terra, a partir desse raciocínio, seria o mesmo que banir todas as facas de todas as cozinhas apenas porque é possível cortar gargantas com elas. Capital é ferramenta.
(Continua…)

Wednesday, August 28, 2002

A importância da Imaginação

yuri vieira (SSi), 1:08 am
Filed under: Religião, especulativas, interiores
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Não deixe de ler o artigo “O homem-relógio” da autoria de Olavo de Carvalho. É um dos melhores textos que já li sobre a importância da imaginação. Claro, da imaginação sadia, porque quem tem uma imaginação biruta - tal como a minha - necessita incluir esse trecho nas suas orações diárias: “Senhor, não me deixeis errar pelos caminhos perversos da minha imaginação…”

Tuesday, August 27, 2002

A morte dos presidentes

yuri vieira (SSi), 2:44 am
Filed under: Política, extraordinárias, livros
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O texto abaixo também foi retirado daquele meu livro de cabeceira da infância: “O Grande Livro do Maravilhoso e do Fantástico” (Reader’s Digest).

Os assassínios dos presidentes Abraham Lincoln e John F. Kennedy estiveram ligados por uma espantosa série de coincidências.

Abraham Lincoln foi eleito pela primeira vez para o Congresso em 1846. O mesmo aconteceu a John Kennedy exactamente 100 anos depois. Lincoln foi eleito como 16.º presidente dos EUA no dia 6 de Novembro de 1860. Kennedy foi eleito como 35.º presidente a 8 de Novembro de 1960. Após a sua morte, sucederam a ambos homens do Sul com o nome de Johnson, respectivamente Andrew Johnson, nascido em 1808, e Lyndon Johnson, em 1908. John Wilkes Booth, o homem que matou Lincoln, nasceu em 1939, enquanto Lee Harvey Oswald, o assassino de Kennedy, nasceu em 1939. Eram ambos homens do Sul e foram abatidos a tiro antes de serem julgados.

Booth cometeu o seu crime num teatro e correu depois para um armazém. Oswald disparou contra Kennedy da janela de um armazém e refugiou-se num teatro.

No dia em que foi assassinado, Lincoln declarou a um guarda, William H. Crook: “Creio que há homens que me querem tirar a vida… E não tenho dúvida de que o farão. Se tem de ser feito, é impossível impedi-lo.”

E Kennedy, insuspeitadamente, disse a sua mulher, Jackie, e ao seu conselheiro pessoal, Ken O’Donnell: “Se alguém quiser realmente matar o presidente dos Estados Unidos, não lhe será muito difícl. Tudo o que tem a fazer é subir um dia a um edifício alto, com uma espingarda de mira telescópica, e nada poderá evitá-lo.”

Esse “dia” foi esse mesmo dia. Kennedy foi morto duas horas e meia depois.

Lincoln e Kennedy, ambos reconhecidos defensores dos direitos civis (embora o Lincoln fosse um totalitarista, digo eu, Yuri), foram mortos a uma sexta-feira, atingidos na nuca. As mulheres acompanhavam-nos.

Lincoln foi assassinado no Teatro Ford. Kennedy num automóvel fabricado pela Ford Motor Company - modelo Lincoln.

Outra infeliz coincidência é que Lincoln tinha um secretário de nome Kennedy, que o aconselhou a não ir ao teatro de Wasshington nesse dia fatal… E Kennedy tinha um secretário chamado Lincoln, que o desaconselhou fortemente de ir a Dallas.

[Ouvindo: Seven Steps to Heaven - Miles Davis]

Thursday, August 8, 2002

Pensar no problema

yuri vieira (SSi), 10:27 am
Filed under: especulativas, sites
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Krishnamurti 1895 - 1986 Dizia Jiddu Krishnamurti: “pensar no problema é fugir do problema“. Esse polêmico - mas nada polemista - instrutor indiano costumava dizer que não podemos buscar a verdade simplesmente porque, se quiséssemos mesmo encontrá-la, deveríamos então conhecê-la desde o princípio, caso contrário, como a reconheceríamos se a encontrássemos? Ora, a verdade, diz ele, é - para nossas mentes espaço-temporais - sempre nova, dinâmica, viva, eterna não podendo ser reduzida à memória - que é como o pensamento realiza seus registros - operação que a tornaria portanto temporal, estática, morta. Afinal, o pensamento só é capaz de re-conhecer aquilo que ele já conhecia de antemão. Confuso? Abstrato? Nem tanto. Trata-se antes de um ceticismo metódico, o qual almeja a verdade sobre nós mesmos pelo afastamento do falso, já que é exatamente isto o que ele propõe. Para ele, a verdade é o que é, e não um de nossos desejos, condicionamentos ou projeções, os quais, aliás, não seriam senão imagens de algo já conhecido, temporal e, portanto, falso. Toda idéia, toda ideologia pode até funcionar se a intenção é criar uma máquina ou mecanismo similar (material ou não), mas jamais será benéfica se aplicada às relações humanas ou a de um indivíduo com sua própria consciência. Porque se uma máquina é um meio de se atingir um fim, as relações humanas, por sua vez, não são uma coisa à qual devemos aplicar ou identificar um meio qualquer, seja ele político ou econômico, para se atingir um pretenso fim. Nas relações humanas meio e fim são uma só coisa, uma unidade: se utilizarmos a guerra para chegar à paz, não teremos paz, apenas guerra. Nas relações humanas - ou “mediações humanas” - o meio (do lat. mediu) é não apenas a própria relação mas seu único fim. Krishnamurti afirma reiteradamente: procuremos perceber o ilusório como ilusório e assim, desfeitos todos os véus, a verdade é quem nos encontrará. Pois a vida é um desafio de momento a momento, e a mente precisa estar atenta para reagir de acordo com cada um desses momentos. A verdade nos espera no atemporal.

P.S.: E por falar em baixar os véus, saiu o número 1 do Mídia Sem Máscara.



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