O Inferno
Minha amiga ET não é a única a afirmar ter sido extinto o inferno. Um estudante de química da Universidade de Washington tem lá sua explicação que prova a mesma coisa…
Minha amiga ET não é a única a afirmar ter sido extinto o inferno. Um estudante de química da Universidade de Washington tem lá sua explicação que prova a mesma coisa…
“Aí por fim de março (se não me engano) comecei a ser médium. Imagine! Eu, que (como deve recordar-se) era um elemento perturbador nas sessões espíritas que fazíamos, comecei, de repente, com a escrita automática. Estava uma vez em casa, de noite, vindo da Brasileira, quando senti a vontade de, literalmente, pegar numa pena para fazer rabiscos. Nessa sessão comecei a pôr a assinatura (bem conhecida de mim) ‘Manoel Galdino da Cunha’. E nem de longe estava pensando no tio Cunha. Depois escrevi uma coisa sem relevo nem interesse nem importância. De vez em quando, umas vezes voluntariamente, outras brincando, escrevo.”
(Fernando Pessoa, em carta à sua tia Anica, 1916. Citado por Jorge Rizzini, no livro Escritores e Fantasmas.)
“James Joyce e D.H.Lawrence… quase restauraram para nós a simplicidade oriental, nunca romantizando os seus textos com palavras como ‘fogo essencial’, ‘escuridão’, etc., e Joyce nunca se afasta do sentido católico do pecado, do qual Rabelais parece escapar pela sua vasta energia. E, no entanto, por que não seguimos Swedenborg literalmente e pensamos que atingimos, em contato parcial, aquilo que os espíritas sabem por si próprios? Em certo passo o filósofo descreve-nos o encontro de dois espíritos que, ao tocarem-se, se transformam numa comunhão. As suas visões podem ser verdadeiras. As de Newton, não.”
(William Butter Yeats em carta dirigida a Olívia Shakespeare.)
Outra coisa que percebi é que o, digamos, “índice de expelição e excreção” do “usuário” é diretamente proporcional ao seu nível de ceticismo. Quanto maior for sua aversão à ação de um poder transcendental em sua vida, mais volumoso será o chamamento do Hugo (ou Juca). Claro, isso também tem a ver com seu atual estado de pureza moral. Mas um amigo meu, por exemplo, engenheiro, cético até mandar parar - embora uma pessoa boa, justa e honesta - emitiu substâncias, segundo ele mesmo, por todos os orifícios do corpo. Vomitou, babou, chorou, suou, teve defluxo, mijou, cagou, derramou cera dos ouvidos e até soltou caspa. Ayahuasca é uma experiência de quase-morte. Não é curtição. Segure na mão de Deus e vá…
E no Chile, uma tenista transexual anuncia o fim dos tempos. Afirma que um chip subcutâneo - a “marca da besta” - será imposto a todos os cidadãos do futuro governo mundial (o Anticristo), o qual será governado pelo presidente da União Européia. Diz ainda que o próximo Papa será um negro, o Cardeal da Nigéria Francis Arinze, que apoiará o Anticristo. E, por fim, Cristo retornará em 2012. É mole? Leia mais, aqui.
Acabo de assistir ao filme “8 miles”, do Eminem. E, quer saber?, curti muito. Nada como substituir, num duelo, a pistola pela língua. Nenhuma arma ganha da palavra sincera. O chumbo vem da matéria, a palavra vem do espírito. Toda matéria morre, o espírito vivifica. Aliás, dizem que foi assim a tal “Guerra nos Céus”: de um lado o rapper Gabriel, do outro, Lúcifer. Até o Srimad Bhagavatam fala dessa batalha. As armas eram Mantras. Mantras são palavras. Foi a maior confa deste Universo…
Depois de ler uma biografia do Albert Schweitzer, decidi ler a de Chico Xavier, escrita pelo jornalista Marcel Souto Maior. (Atenção: não sou espírita.) A fé e o espírito caritativo do médium estavam dentro do que eu esperava. (O cara era praticamente um santo.) Suas experiências sobrenaturais estavam acima das minhas expectativas. (Sua infância foi muito mais dramática que a do garoto do filme O sexto sentido. Suas experiências psíquicas, puro realismo fantástico. Sua juventude e vida adulta, pura ralação.)
Agora, o que realmente me espantou foi esta informação: “Em outubro de 1958, Chico tomou uma decisão surpreendente: iria experimentar o ácido lisérgico. Perguntou a Emmanuel (nota: seu guia espiritual, desencarnado) se ele poderia fazer a experiência com amigos de Belo Horizonte. O guia se ofereceu para promover a “viagem” “.
(Continua…)
Um inexplicado sinal de rádio do espaço poderia ser um contato de uma civilização alienígena, disse a revista New Scientist na quinta-feira. O sinal, que veio de um ponto entre as constelações de Peixes e Áries, foi detectado três vezes por um radiotelescópio em Porto Rico. Leia mais, no site da Reuters.
Uma das melhores coisas de encontrar um Sentido pra vida conectado a uma Visão de Mundo, digamos, ampla e irrestrita - :)) - é perder totalmente o medo do sobrenatural. Já me reencontrei com a Hilda e com o Sandro - ambos falecidos este ano - e foi do caralho. Já estão se recuperando do baque. Como já dizia Wittgenstein, “a morte não se vive”.
Esta noite tive um sonho impressionante com o Chico Xavier. Acho que irei aproveitá-lo no “Eu odeio terráqueos!!”.
E a Força Aérea Mexicana filmou 16 ovnis, de uma só vez, sobre seu território.
Jorge Luis Borges está numa biblioteca do mundo astral, onde se encontra o acervo (em duplo astral) do que antes foi a biblioteca de Alexandria - destruída pelos muçulmanos em 641DC. Pesquisa os livros que foram lidos, em Alexandria, por Jesus. (Por que não?)
Segundo o último senso, há 3.840.101 planetas habitados no universo local de Nébadon. O sistema de Satânia, no qual estamos, possui 619 mundos habitados. (Sim, mundos porque alguns não são planetas, mas satélites de algum outro planeta habitado ou não.)
Pois é, todo mundo sabe que o Miles Davis queria gravar um disco com o Jimi Hendrix. Só que este figura tinha compromissos no lado de lá. Uma pena… Mas nada como ter paciência e esperar: dentro de alguns dias, galera, os dois farão um show no quarto satélite de Jerusem, logo, quem for praticante de projeção astral já está convidado, hem! :)) (Se é verdade? Sei não, meu, isso aqui é sobre realismo fantástico…)
Pois é, hoje é seu aniversário, Hilda. Parabéns! Foi bom finalmente sonhar com vc após seu passamento.
Ao contrário do que pensam alguns dos meus amigos, não são apenas escritores malucos - como Benítez ou mesmo euzito - que se interessam pelo Livro de Urântia. Em fevereiro, estive em Brasília, juntamente com Nemias F. Mól, na casa do diplomata Frederico Abbott. (Veja seus dados biográficos). Motivo da visita: o Livro. Conversamos por horas. Foi Frederico que me falou pela primeira vez sobre o suposto Príncipe Planetário ainda a solta por aí.
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