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Thursday, November 2, 2006

Uma vela para os meus mortos

daniel christino, 7:32 pm
Filed under: Cotidiano, especulativas, extraordinárias, interiores, memória
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Vai acabando o dia de finados. Ano passado escrevi uma pequena crônica sobre este dia que ficou enterrada no meu antigo e abandonado blog. Para mim o dia de finados é todo pôr-do-sol, é todo crepúsculo. Eis a crônica:

O dia de finados transcorreu normalmente. Céu nublado, muita gente nos cemitérios, muitas flores, choros e longos suspiros de saudade. Algumas pessoas passeavam com o olhar perdido, um longo olhar. Outros permaneciam parados até, de repente, girar a cabeça num movimento brusco, como se tivessem ouvido ou visto alguma coisa. Depois retornam para dentro de si mesmos, contemplando mudamente as lápides como a um espelho. “Ó espelho meu, o que de mim neste morto morreu?”

Meus mortos aumentaram este ano. Por isso este post. Uma vela para os meus mortos, simbólica, cibernética.

Estou ouvindo uma missa composta por Palestrina. Como são belos os meus mortos, congelados em lembranças alegres ou graves. Acompanho-lhes os movimentos em detalhe, acompanho-lhes a precisão dos gestos. Meus mortos não se perdem, nem fazem o que não deviam. Quando me olham, que doçura!!, estão em paz. Hoje é o dia no qual converso com todos.

“Como vão as coisas?”, “O que o senhor tem feito, meu Tio? Continua fechado em si mesmo? É a morte para o senhor tão solitária quanto foi a vida?”.

“Vó, aprendeu mais algum ponto sofisticado no crochê? Há sapos por aí? Sei que senhora não os suporta. Olha, estou morando na sua casa, seu bisneto foi visitar-lhe o túmulo hoje, viu como está grande?”.

“Tio, How are you? Sentimos sua falta na mesa de pôquer”.

“Jordino, como estás rapaz? Sinto falta dos seus conselhos, do seu humor capenga, da sua silhoueta torta pelos corredores da faculdade.”

O meu olhar não pode mais alcançar sua diáfana existência. Apenas a memória persiste. Nela fico atrás da porta, logo após a curva, para tentar alcançá-los desprevenidos, surpreendê-los com um susto ou num gesto inédito, espontâneo. Mas nunca. Sempre os mesmos movimentos, a mesma doçura e a mesma paz. Sempre no museu de cêra dos meus pensamentos.

Monte sua própria teoria conspiratória

daniel christino, 12:04 am
Filed under: Cotidiano, especulativas, extraordinárias
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Toda teoria conspiratória é um fetiche da verdade. Ela não é uma mentira pura e simples, não ignora fatos, apenas os interpreta numa chave bastante particular.

Exemplo: Jesus Cristo andou sobre a Terra e era humano, teve filhos com Maria Madalena e a Igreja Católica, numa série de conchavos políticos (os concílios) estabeleceu um cânone cujo interesse não era a verdade, mas a saúde de uma instituição que, ao longo do tempo, especializou-se em cobrar uma taxa regular pela paz de espírito e, claro, por um terreninho no céu. O cristianismo, em toda sua pompa e circunstância, nada mais é do que uma estratégia de marketing bem montada sobre bases filosóficas greco-romanas e alguns devaneios monoteístas de uma religião tribal. Seu objetivo é vender perdão e garantir o poder simbólico do Vaticano. São capazes até de assassinar um Papa, se por acaso ele desenvolver uma consciência. (Continua…)

Friday, October 6, 2006

Jucelino Nóbrega da Luz no Mais Você

yuri vieira (SSi), 11:53 am
Filed under: Cotidiano, Imprensa, extraordinárias
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Nos dois vídeos abaixo, assista à entrevista concedida pelo “premonitor” Jucelino da Luz à apresentadora Ana Maria Braga.

Segunda parte, na qual entre outras coisas Jucelino fala do “mega-tsunami” que ocorrerá no oceano Atlântico:

(Continua…)

Wednesday, October 4, 2006

Igor Falecki, o Mozart da bateria

Esse garoto é um fenômeno. Tem apenas quatro anos de idade, mas parece tocar bateria há pelo menos vinte anos. Espantoso. Ainda não sei de onde ele é, mas imagino que seja russo ou de algum país do leste europeu. Ele tem o completo domínio do instrumento, do ritmo. Toca sem qualquer tensão no rosto, como se meditasse num brinquedo. Tão novo, há de ser totalmente intuitivo, mas toca com a técnica de quem estudou anos a fio. Bom, já estou falando demais. Eis o Mozart da bateria.

E tem mais: (Continua…)

Monday, October 2, 2006

Puts, eu realmente acredito?

yuri vieira, 2:36 am
Filed under: Política, extraordinárias
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Hoje, enquanto assistia com a frieza dum cirurgião à angústia de familiares e amigos diante da possível eleição de Lula no primeiro turno, percebi uma falha em mim mesmo: eu ainda sou um cara crédulo!!! Sim, porque descobri que a tal premonição do Jucelino Nóbrega da Luz a respeito dessa eleição calou tão fundo no meu subconsciente que em momento algum duvidei de que haveria um segundo turno para presidente da república. E o pior: tenho a sensação da certeza de que o Lula vai dançar bonitinho e de que o Chuchu Alckmin será o novo presidente. Isso é realmente muito estranho. E perigoso. Cheguei a dar sinais, neste blog - aqui e aqui -, desta minha nascente credulidade. Que horror, preciso parar com isso. Ou, caso o Alckmin seja eleito, ficarei sem ir à praia um bom tempo, temendo o tal tsunami no Atlântico

Agora, segundo o Cláudio Humberto, o maior perigo mesmo é a decepção:

‘Vidente’ dá vexame na eleição

O advogado paranaense Jucelino da Luz, que se apresenta como “vidente”, errou feio em suas previsões. Ele “sonhou” com a vitória do tucano Lúcio Alcântara no Ceará, mas o governador eleito no primeiro turno é Cid Gomes (PSB), irmão do ex-ministro Ciro Gomes. O “vidente” também afirmou que o pefelista Paulo Souto venceria a disputa na Bahia, mas o eleito foi Jaques Wagner (PT), de forma espetacular. No Rio Grande do Sul, sua previsão foi outro vexame: disse que Germano Rigotto (PMDB) seria reeleito e o governador nem sequer disputará o segundo turno.

Monday, September 18, 2006

Borges e a UnB

Talvez eu já tenha escrito sobre isso e, se o fiz, farei de novo. Porque merece. Para mim, o maior exemplo da jequice acadêmica nacional - e sua corrida interna por títulos, salários, regalias, puxa-saquismos, etc. - foi o fato de a UnB não ter aceito o escritor argentino Jorge Luis Borges como professor apenas porque ele não tinha curso superior… Pode uma coisa destas? E o cara já tinha aceito o convite, salvo engano, do Darcy Ribeiro. Bom, não preciso falar mais nada…

Sunday, September 17, 2006

De Volta de um Outro Tempo

pedro novaes, 3:36 pm
Filed under: Viagens, extraordinárias, Índios
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Estou de volta. Na pressa, nem avisei aonde ia. Peço desculpas. Mas fui e voltei. Fui conhecer outro espaço-tempo. Como seria de se esperar, foi experiência radical. Não se olha o mundo com os mesmos olhos depois de usar, ainda que canhestramente, as lentes de um índio, como alertava Darcy Ribeiro.
Fui ao Xingu, Alto e Baixo, trajeto de um mês, passando por seis etnias diferentes com nomes de sonoridades distintas: Waurá, Kalapalo, Yawalapiti, Kuikuro, Metuktire e Panará.
Eu não fui ao passado, porque não acredito na idéia de “sociedades primitivas”. Ao contrário, considero-as muito avançadas em diversos aspectos. Mas também não fui ao futuro, porque não acredito que nossa trajetória nos possa levar a algo semelhante. Leva a lugares diferentes, que podem ser melhores ou piores.
Acredito que as sociedades indígenas brasileiras se aproximam em muitos aspectos de certas utopias humanas: igualitárias, constituídas por pessoas absolutamente livres e autônomas, que não dão, nem recebem ordens. Lá não há asilos, presídios, favelas, nem hospícios,
Ao mesmo tempo, não desejo, nem posso ser índio. Sei que não seria capaz, e me oprimem a falta de individualidade (ainda que paradoxalmente haja a mais profunda autonomia), de privacidade e de solidão. (Continua…)

Thursday, September 14, 2006

Meu Mister Hyde virtual

yuri chandra, 2:00 pm
Filed under: Cotidiano, Second Life, extraordinárias
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Chandra, vc tem razão: pirei total. Hoje foi foda. Sai com “nossa” wife para ajudá-la a escolher uma lingerie sexy. Ela ficava desfilando para mim em toda loja que entrávamos, como aquela sua namorada fazia aí na vida real. Depois fomos a uma casa muito louca e transamos até o PC travar. Ela então desligou o laptop - estava caindo uma chuva de relâmpagos em New Jersey, onde mora a “alma” dela - e eu fui sozinho até um paraíso sadô-masô, só para ver qual era, eu, que nunca curti isso. Lá chegando, ao ver tantos horrores, lembrei duma figura que se vestia muito estranho, uma brasileira do Paraná com quem conversava de vez em quando. Mandei um recado para ela e a figura veio conhecer o lugar. Estava vestida como uma diaba fashion. Descobri que ela era totalmente masô e, através dum papo absurdo que nem vou descrever (uma versão luciferina do diálogo socrático), a tornei minha escrava sexual. Ela me chamava de senhor pra cá, senhor pra lá e eu lhe dando ordens, mandando ela dançar pra mim, chupar meu pau, ficar de quatro e assim por diante. Ela quis ficar na coleira, ser minha cadela. Dei-lhe umas chicotadas depois de prendê-la num mecanismo infernal. Eu disse que possuía outras mulheres ali no SL e que ela poderia ser minha escrava predileta se obedecesse direitinho. Foi muito louca a transformação. Antes nós conversávamos como qualquer par de amigos e, quando ela descobriu que eu era mutcho matcho, virou outra coisa, o tempo inteiro ajoelhada aos meus pés. Que gente doida. :)

Bom, depois ela também foi dormir e eu voltei ao Black Rose, o paraíso SM. Fiquei conversando com uma figura dos Países Baixos, que gerenciava o lugar, até que chegou a garota que iria substituí-la. Essa primeira deu muita risada comigo, mas disse que estava muito grilada por ter perdido L$5000 e que não iria rolar nada, que eu tirasse o cavalo engraçadinho da chuva. :) A que veio depois era do Minnessota, americana. Ficou dançando na minha frente com uma roupa cheia de véus transparentes e, depois que troquei algumas palavras, me colocou para dançar com ela. Ficamos um tempão conversando, durante todo o seu turno, e foi batendo aquele tesão. Ela me perguntou o que eu achava que ela era: “submissa” ou “dominante”? Respondi: eu quero que vc seja submissa. Ela adorou: é submissa. Tem 33 anos e é gatíssima na foto real. Ela também curtiu a minha. Me chamou para conhecer a casa dela, numa região de acesso privativo. Ela me teletransportou e chegamos a um lugar muito doido, cheio de cachoeiras, piscina, lago, a casa completíssima com cozinha e todos os detalhes e mil e um lugares para transar. Um paraíso de mulher raver, tudo colorido, fosforescente, de pelúcia. Me sentei no trono do Mestre, que ela tinha em seu quarto, e ela começou a dançar com uma outra roupa deliciosa, esfregando a bunda na minha cara. Disse que queria que eu a fodesse hard. Aí a merda do meu IM acusou a volta da Pelagia Helios, minha wife. Digo, sua wife. Ela começou a conversar comigo numa janela de chat bem ao lado da outra fazendo strip-tease. Me disse, “hon, I crashed, sorry. Now I will sleep, take care yourself”. Hon é honey, claro. Eu: “ok, babe, see you later”. E ela: “Ok, mas eu vou sair com outros homens agora”. Pra quê… Me deu uma taquicardia muuuuito real. Eu gosto dela, ela tem 19 anos, é engraçada, divertida, tem uma avatar maravilhosa e é linda na foto real do perfil. “What?!! Why, my little fang?!” Ela estava vestida de vampira quando a conheci, por isso o little fang. “Se você pode transar com outras mulheres eu também irei dar para outros homens”. Brochei na hora. Como ela tinha sacado? Eu sei que há no programa um tipo de “GPS”, mas como ela tinha certeza de que eu estava com outra garota? Então fiquei com medo de a região da casa da figura ser uma área de puteiros e comecei a gaguejar, meu inglês foi pro espaço e eu já não era mais nem o Tarzã, mas a própria Chita em pessoa. “But, baby, no, waht si you think, not, quer dizer, I didn’t do anything rong, I mean, wrong…” Dancei. Ela deve ter blefado e eu caí direitinho. Começou a fazer um discurso daquele que a gente conhece bem, muito real por sinal, e eu sem saber o que dizer, só negando o crime. De repente abre uma janela do LidenLab no canto superior direito - ou seja, uma mensagem geral do Arquiteto dessa Matrix - advertindo que o sistema iria ser desligado em 3 minutos para manutenção e upgrade dos servidores. “Saiam da água, guys, vamos esvaziar a banheira!!” E a figura me ignorando, sem responder. “Please, baby, don’t do that”, eu insistia, e a outra americana já sentando no meu pau sem saber que eu estava num chat…

Que pesadelo, bróder. O Linden Lab podia ao menos acabar com esse negócio de se poder localizar qualquer um no mapa. Cadê a privacidade? Eu sei que você é um cristão - urantiano, diz vc - e que essa história toda pode lhe parecer o preâmbulo do inferno, já que, segundo vc, há uma pessoa real por trás de cada avatar que merece respeito e consideração. Mas eu tenho culpa se vc tem personalidade dupla? Dá um jeito na vida, porra.
Abraço do seu
Mister Hyde

Thursday, August 31, 2006

Respondendo ao Ronaldo

Na verdade, não busco nada no Livro de Urântia. Ele apareceu na minha vida completamente ao acaso - uma amiga me emprestou um exemplar em 1997, lá na UnB, dizendo que eu certamente o acharia interessante - e o li inteiro, pela primeira vez, achando que não lia senão um desses livros que descrevem o mundo de um jogo de RPG. O problema é que o tal “mundo” esboçado por ele é, na minha humilde opinião, o mais vasto e profundo que nossa imaginação pode alcançar. Não é um livro perfeito - não é uma revelação direta de Deus - e tenho minhas críticas a muito do que está ali escrito. Mas o tempo me mostrou que, se a vida é um jogo, ela é um jogo de RPG (Role Playing Game), um jogo no qual desenvolvemos e aperfeiçoamos nossa personalidade, sendo esta um dom de Deus - exatamente o que diz o livro. E, a vida (e não o livro), me confirmou que esse RPG também tem um Mestre, a saber, o Arcanjo Miguel, que esteve entre nós como Jesus. Eu sei que tudo pode parecer muito louco ali. Mas não creio que o universo seja bobo e sem Graça como querem os céticos sistemáticos. A Hilda Hilst, o Bruno Tolentino e o Olavo de Carvalho me ensinaram pessoalmente que a fé não apenas não atrapalha a inteligência e a criatividade como, muito pelo contrário, as estimula e fortalece. Eu sei que não necessito d’O Livro de Urântia para chegar a tal conclusão. Eles não precisaram dele. Mas o planeta Terra precisa.
(Continua…)

Tuesday, August 29, 2006

Ao menos um

yuri vieira, 5:16 pm
Filed under: Cotidiano, Política, extraordinárias
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Do Cláudio Humberto:

Disse bem
Ex-esquerdista que renegou o “terrorismo” na ditadura, Marcos Vinício Fernandes revelou a Fernando Molica, da GloboNews, que foi torturado, mas não quer indenização: “O povo brasileiro não me deve nada”.

Eu que pensei que nenhum deles - a começar pelo Carlos Heitor Cony e pela alta cúpula do PT - tinha vergonha na cara.

P.S.: Atenção companheiros do Garganta: graças a esse post fui obrigado a criar a tag “milagre”. Use-a em casos como esse.

Monday, August 21, 2006

Morte anunciada

elv peka fluss, 11:37 pm
Filed under: Viagens, extraordinárias
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O Fiume morreu ontem, daqui a 51 anos. Está no Quem somos aí em cima.

Thursday, August 17, 2006

De olho na Terra

rodrigo fiume, 8:46 am
Filed under: Ciência, Viagens, extraordinárias, internet, tecnologia
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Quantos satélites existem na órbita da Terra? Quer descobrir? É possível seguir a trilha dos satélites artificiais (o único natural é a Lua, ok?), em tempo real, neste site: www.n2yo.com.

O Brasil tem dois aparelhos, construídos em parceria com a China. O CBERS-1 foi lançado em 1999 e o CBERS-2, em 2003 — a parceria ainda prevê a construção do CBERS-3 e do CBERS-4.

TDRS 4, dos EUA, está exatamente acima do Brasil.  É um satélite geoestacionário, isto é, se move na mesma velocidade que a Terra (o deslocamento de um anula o do outro; daí ser “estacionário”)

É um site interessante para quem curte o assunto. E dá até para acompanhar a ISS (ou Estação Espacial Internacional).

Monday, August 14, 2006

Suicídio online

yuri vieira, 2:35 am
Filed under: Cotidiano, extraordinárias, internet
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Ou as pessoas ainda não entenderam que do outro lado da net há gente de verdade ou de fato não há mais o menor traço de senso moral no coração das novas gerações. Um garoto de 16 anos anuncia com antecedência seu suicídio através dum blog e a turma internacional decide ajudá-lo. Ajudá-lo a morrer, claro. E o figura realmente se mata. A polícia gaúcha foi avisada pelos canadenses, imagine.

(Por falar em suicídio, aquele livro “Memórias de um suicida” tem cenas mais aterrorizantes que o filme “A volta dos mortos vivos”. Pena que ninguém disse isso pro figura.)

Monday, August 7, 2006

Contagem regressiva

yuri vieira, 12:29 am
Filed under: Humor, especulativas, extraordinárias, meio ambiente
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Eis a contagem regressiva do Al Gore para o fim do mundo:

Bem, trata-se duma tiração de sarro do radialista Rush Limbaugh, em referência ao alarmismo eco-catastrófico do ex-candidato democrata à presidência dos EUA.

Já o Jucelino Nóbrega da Luz não afirma que o mundo irá acabar. Diz apenas que rolarão mil e uma catástrofes naturais que poderão exterminar até 80% da população mundial e que isso nada tem a ver com degradação ambiental. Parece que é só porque o Riobaldo tinha razão: “viver é muito perigoso”.

Friday, August 4, 2006

É o fim do mundo - 2

yuri vieira, 1:21 am
Filed under: Cotidiano, Games, extraordinárias
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Digamos que aquele post sobre o filme com 250 casais transando ao mesmo tempo seja o primeiro da série. Bem, continuo investigando (imaginando) que espécie de produtos culturais deixariam o Bin Laden louco para exterminar a influência ocidental. Para tanto, nada melhor que observar o que sai de um país que, ao perder a guerra para os americanos, baixou a crista e aceitou humildemente sua derrota. (Claro que isso tudo é só pra encher linguiça, afinal, os japoneses já eram tarados antes do século XX.) Mas, enfim, vamos lá. Você sabia que há um video game chamado Biko 3 (Illusion) - sim, já está na terceira edição - cujo objetivo é seguir lindas garotas pela rua e, na melhor oportunidade, estuprá-las? Essa gente tá cada dia mais sem noção. Ou cada dia pensando mais com a cabeça de baixo…

Veja o video promocional:

Monday, July 31, 2006

O Japão é foda

yuri vieira, 9:19 pm
Filed under: cinema, extraordinárias
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500 person sexLiteralmente foda. Eu, aqui, preocupado se irei conseguir 200 figurantes para rodar um singelo e inocente curta-metragem, e os japoneses lá, botando 500 pessoas para transar num galpão. Dizem que esse filminho virou cult no eMule. Tenho certeza de que é esse tipo de coisa que o Bin Laden fica assistindo em seu esconderijo. Tudo para aumentar seu ódio pela vida muderna. Deve achar que é culpa dos EUA, afinal, ganharam a Segunda Guerra…



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