From New York to Paulo Francis
Já faz mais de um mês que o cineasta João Rocha - sobrinho do Glauber Rocha - e o pesquisador Lécio Augusto Ramos me enviaram cópias duma carta que xeroquei ainda na UnB, mas que perdi anos atrás: From New York to Paulo Francis, uma carta onde Glauber demonstra sua verve inconfundível e tece comentários impagáveis sobre a capital do mundo, seus artistas, personalidades e a relativa bobagem que é, para o artista criador, a necessidade de viajar geograficamente. Eu pretendia transcrevê-la por inteiro, mas como ainda não me organizei o suficiente para tanto, seguem as imagens da revista (Status, 1968) em que foi publicada.
(Clique nas imagens da esquerda para a direita.)
Conheça o site Tempo Glauber, administrado por João Rocha.
Este post é apenas para desejar uma feliz aterrissagem ao astronauta brasileiro Marcos Pontes, afinal, todos sabemos que o maior perigo das escaladas está na descida e que, enfim, pousar nas estepes do Cazaquistão não é algo tão suave quanto cair no oceano. Que o diga esse astronauta indiano…
A tequila, ou o tequila - os dois gêneros são usados em espanhol–, é hoje uma denominação de origem, cuja produção é controlada pelo governo mexicano. Sua fabricação deve seguir certos padrões. Só pode se chamar tequila, mesmo que a receita seja idêntica, a bebida produzida nos estados de Jalisco e Michoacán. Não confundir com o Mezcal, também feito a partir do agave, em outras regiões (é em alguns dos tipos de Mezcal que se pode encontrar o famoso verme – o gusano - no fundo da garrafa).






