Arquivo para a categoria "especulativas"




Saturday, November 26, 2005

Uma charada

yuri vieira, 8:56 am
Filed under: escritores, especulativas
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Monteiro Lobato (1882-1948) leu Nietzsche (1844-1900) e sua vida então mudou: finalmente tornou-se ele mesmo. Nietzsche leu Monteiro Lobato e… nunca mais foi o mesmo.

Friday, November 18, 2005

Não tenho o email do Jucelino

yuri vieira, 10:56 am
Filed under: especulativas, extraordinárias
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Caros navegantes, preciso esclarecer que não tenho o contato do Professor Jucelino Nobrega da Luz, vidente que tem previsto inúmeros acontecimentos. Além dos comentários à entrada que escrevi sobre ele, tenho recebido montes de mensagens solicitando um telefone ou um endereço de email. Talvez seja possível consegui-los no site da CEPUA.

A propósito: alguém (Max Sander) postou textos interessantes nos comentários da referida entrada, textos estes que eu já havia recebido da GataLôca. Um deles descreve uma palestra do Prof. Jucelino, outro fala das previsões de um cientista a respeito da erupção nas Ilhas Canárias, que confirmam as visões de Jucelino. Que meda!

Sunday, November 13, 2005

Discutindo… Deus!

yuri vieira, 12:07 am
Filed under: Religião, especulativas, interiores
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No blog do Janer Cristaldo andou rolando um desses debates inúteis entre ateus, agnósticos e crentes, dos quais já estou mais que cansado, tendo participado de inúmeros justamente nas três posições citadas, aliás, migrando duma a outra nessa mesma ordem aí descrita. Vale dizer: me sinto melhor hoje… Bem, a questão é que o Olavo acabou aparecendo na discussão com um texto excelente: Discussões vãs. Não deixe de ler.

Thursday, November 10, 2005

Lobato se despede

yuri vieira, 1:36 am
Filed under: escritores, especulativas
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“Adeus, Rangel! Nossa viagem a dois está chegando perto do fim. Continuaremos no Além? Tenho planos logo que lá chegar, de contratar o Chico Xavier para psicógrafo particular, só meu - e a 1ª comunicação vai ser dirigida a você. Quero remover todas as tuas dúvidas.
Do Lobato.”

Este é o último parágrafo da última carta escrita por Monteiro Lobato - duas semanas antes de morrer - a seu amigo Godofredo Rangel, com quem se correspondeu por mais de quarenta anos. Tais cartas se encontram nos dois tomos de A Barca de Gleyre. Segundo li por aí, Lobato “realmente” se comunicou com Rangel através de Chico Xavier. Infelizmente a morte fez com que se esquecesse da palavra código que haviam combinado…

Wednesday, October 19, 2005

Dirceu: leal e mau

yuri vieira, 12:53 am
Filed under: Política, especulativas
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Passei umas boas três horas conversando com Gustavo Barcellos, que traduziu alguns dos livros do RPG Vampire. Mas quero me limitar a apenas uma constatação: segundo nossa análise (feita em meio a muita risada, é claro), o alinhamento do deputado José Dirceu - bom, parte dele, ignoramos destreza, inteligência, carisma, etc. aquelas coisas do sistema D20 - nossa análise mostra que ele é “leal” e “mau”. Isto é, ele é leal à sua própria visão maléfica da realidade. E ainda fica usando essa sua lealdade à própria biografia (biografia esta dedicada a uma ideologia que matou mais de 100 milhões de pessoas no século XX) como se isso, por si só, fosse um aspecto positivo. Como diz o Gustavo - e qualquer jogador de RPG sabe disso - um personagem “leal-mau” é muito pior que um “caótico-mau”. Este último é desprovido de método e sangue frio, elementos que o primeiro tem de sobra, o que faz com que sua maldade seja mais eficiente. E pior: o “leal-mau”, com certa dose de inteligência, é excelente para manipular personagens “caóticos-neutros” de sabedoria 0 ou -3, tipo o Lula. As pessoas deveriam jogar mais RPG. Nada como identificar o alinhamento dos personagens do nosso Globe Theatre, o planeta Terra. (Ai, dirão alguns, quanta baboseira esse maniqueísmo! E eu: maniqueísmo não, RPG. Pergunte ao Mestre: alinhamentos não são absolutos - vivendo e aprendendo a jogar…)

Tuesday, September 20, 2005

Artistas: os únicos que trabalham?!

yuri vieira, 1:41 pm
Filed under: Arte, escritores, especulativas
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A Hannah Arendt sempre aparece com um “detalhe” conceitual para mudar nossa ótica das coisas. Hoje descobri que os únicos humanos que ainda trabalham, segundo ela, são os artistas, o que deve chocar muita gente. (Vide A Condição Humana.) Os demais ou estão na atividade do labor (a maioria, incluindo os profissionais liberais) ou da ação. Bem, o labor seria a atividade humana condicionada pela necessidade, tendo, portanto, como finalidade única a manutenção da nossa vida biológica. O trabalho seria a atividade que cria o mundo “artificial” em que vivemos, ou seja, a atividade propriamente humana. Já a ação seria a atividade mediada pelo discurso, aquela que ocorre entre humanos sem mediações de ordem material. Para Arendt, depois que a esfera social engoliu a esfera privada e a pública, o consumo - característica própria do nosso corpo, cujo metabolismo é um perene consumo de recursos - o consumo tornou-se regra e, hoje, consumimos bens e serviços tal como um corpo absorve e metaboliza água e comida. Daí a maior parte das atividades humanas estarem representadas pelo labor. Já a arte é, digamos, um luxo, não é necessária à manutenção da vida material. Segundo essa lógica creio que se poderia afirmar que arte não é profissão e que quem tem por ofício “produzir” arte não tem nada de artista. Rilke certamente concordaria com ela. (Bom, poderia entrar em outros aspectos, mas estou viajando e esqueci o livro em casa…)

Tuesday, September 13, 2005

Atenção, cariocas: profecia apocalíptica

yuri vieira, 6:20 am
Filed under: Avisos, especulativas, extraordinárias
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Já escrevi antes sobre o clarividente Dr. Jucelino Nobrega da Luz. Ele supostamente descobriu, em sonhos, o esconderijo do Saddan Hussein, previu o Mensalão, o assalto ao Banco Central, em Fortaleza, e assim por diante. E ele costuma descrever tais previsões em cartas que são registradas em cartório. (Embora grande parte delas tenha sido retirada do site da Ufogenesis, sabe-se lá por quê.) Agora o cara caprichou: previu o, digamos, apocalipse do Rio de Janeiro. Tudo começará com uma seqüência de chuvas muito fortes, depois um tornado e, finalmente, dentro de aproximadamente dois anos, uma erupção nas Ilhas Canárias causará um Tsunami com ondas de até 150m de altura. O Rio, entre outras cidades, será devastado, mas o pior é que, após a catástrofe, os traficantes dominarão morro abaixo a ex-cidade maravilhosa e iniciarão um verdadeiro Armagedom contra o Estado. Guerrilha pura. Se os americanos estão tendo tantos problemas com New Orleans e suas ganguezinhas, imagine só o que não rolará no nosso rico e organizado paisinho. Claro, por enquanto tudo está no nível da especulação. E daria um bom filme. Mas parece que o cara tem acertado. Ou será que não? (Informação da Carol GataLôca.)

Saturday, September 10, 2005

Limite

yuri vieira, 4:22 pm
Filed under: especulativas, livros
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Ana agora cursava uma escola de línguas na Inglaterra. Falou, “Eu queria escapar da língua portuguesa. Sentia que era isso que fazia do meu avô um homem tão limitado. Ele não tinha uma verdadeira idéia do mundo. A única coisa em que podia pensar era em Portugal, África portuguesa, Goa e Brasil. Na sua cabeça, por causa da língua portuguesa, todo o resto do mundo foi filtrado, excluído. E eu não queria aprender o inglês da África do Sul, que é o que as pessoas aprendem por aqui. Queria aprender o inglês inglês”.
(Meia Vida, V.S. Naipaul.)

Thursday, September 8, 2005

Sheldrake

yuri vieira, 5:38 am
Filed under: Ciência, Livro de Urântia, especulativas
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O tal cientista que afirma ser o cérebro um receptor da mente - e não um produtor ou gerador da mente - é o Rupert Sheldrake, PHD. Claro que os cientistas mais ortodoxos acham isso um absurdo, daí a teoria dos Campos Morfogenéticos do Dr. Sheldrake estar entre os verbetes do The Skeptic’s Dictionary. Bom, o Livro de Urântia atribui a mesma função ao cérebro e também se encontra no mesmo dicionário, assim como nele também são citados a acupuntura, a projeção astral, Edgar Cayce, Freud, o livre arbítrio, o I Ching, Jung, Deus…

Memética

yuri vieira, 5:23 am
Filed under: Ciência, especulativas
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Embora eu não tenha ainda todos os dados necessários para uma crítica mais bem fundamentada, o pouco que já li sobre a tal “teoria memética”, na internet, só me deixa decepcionado. O que li até agora só me leva a crer que se trata de mais um reducionismo materialista. A cibernética, por exemplo, até poderia ser encarada da mesma forma, mas, em sua equação, ela tem abertura para a Vontade. Já a memética vê a mente humana como um sistema formado meramente pelo Entendimento, este, aliás, em sua forma mais básica, a memória. Não aceita qualquer possibilidade de livre-arbítrio. Quem acredita numa teoria assim deve fatalmente acreditar que o computador um dia superará o homem em inteligência, o que é absurdo, já que inteligência não é apenas “memória em movimento” e a Vontade, por sua vez, não pode ser criada pelo homem. Na verdade, até o Krishnamurti refutaria essa memética. Porque, se formos interpretá-la através dele, poderíamos dizer que todo aquele que se deixa condicionar e contaminar por “memes” não são senão autômatos, homens mentalmente mórbidos. O homem são, integral, seria aquele imune a memes. Mas a memética não parece aceitar essa possibilidade. Para ela, qualquer pensamento dominante, “visão de mundo”, ideologia, fé, etc., não passa de um meme mais resistente e adaptado que o outro, tal como a condição que Darwin apregoava aos animais “mais fortes” que sobrevivem aos demais na evolução das espécies. Aposto que o tal cientista que considera o cérebro um receptor e não um produtor da mente (vou descobrir quem é) não iria aceitar semelhante teoria.
(De um email ao amigo Paulo Paiva.)

Friday, September 2, 2005

Katrina: No doubt ‘End Times’ here

yuri vieira, 6:36 am
Filed under: Mídia, Religião, especulativas
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E o radialista norte-americano George Noory já está divulgando em seu programa “Coast to Coast AM” que o fim dos tempos realmente começou. Que o diga o PT…

Saturday, August 27, 2005

Se eu fosse você…

yuri vieira, 5:01 am
Filed under: especulativas
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“Se eu fosse você, não faria isto…”
“Sério? Então feche os olhos e me dê suas mãos.”
“Que maluquice é essa?”
“Não discuta comigo. Me dê logo as mãos… Isto. Agora grite comigo bem alto: aaaah!!
“Ah!”, e ri.
“Não, com o diafragma, bem do fundo, de dentro, vamos: aaaaaah!!”
“Aaaaaah!”
“Viu? Trocamos; agora eu sou você e você é eu.”
“Tá, muito engraçado.”
“É verdade, só que você se tornou tão eu mesmo, que nem sequer se lembra que era você e até continua, ou melhor, continuo falando. E o que antes era eu agora é você, tão você que já não se lembra de ter sido eu.”
“Sei…”
“Enfim, se você fosse eu, você faria exatamente o que faço, pois, afinal, você seria eu!”
“Tá certo, tá certo…”
E saem, sem notar os sapatos trocados…

Vaidade

yuri vieira, 3:48 am
Filed under: especulativas
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“A vaidade está de tal forma arraigada no coração do homem que um soldado, um criado, um cozinheiro, um malandro, se gaba e pode ter seus admiradores; e os próprios filósofos pretendem o mesmo. E os que escrevem contra isso querem a glória de escrever bem, e os que os lêem querem ter a glória de os ter lido; e eu, que escrevo isto, talvez tenha essa vontade, e talvez os que me lerem…”
Pascal

Saturday, August 20, 2005

Tá difícil, Nélson…

yuri vieira, 11:33 am
Filed under: escritores, especulativas
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“No ano 2010, o Brasil será maior que os Estados Unidos, a Rússia e qualquer outro. O Brasil é que dirá a grande Palavra Nova.” (Nélson Rodrigues)

Thursday, July 28, 2005

Fidel, um brasileiro?

yuri vieira, 5:33 pm
Filed under: Política, especulativas
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E como se já não bastasse o Lula ser um brasileiro beirando o típico, ainda aparece essa história doida da revista Época: Fidel, um brasileiro?. (toc-toc-toc.) Deus nos livre desse karma coletivo.

Wednesday, July 27, 2005

Um planeta vizinho

yuri vieira, 2:34 pm
Filed under: Livro de Urântia, especulativas, extraordinárias
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Já que a Lu ET anda me fazendo certas perguntas via email, vou sugerir a leitura deste texto dos mais interessantes: O Governo em um Planeta Vizinho. Claro que meus amigos que pregam o uso do Estado como remédio para todos os males iriam gostar desse texto mil vezes mais do que eu, que sou ligeiramente anarquista (na verdade, libertarian). Mas como ter certeza disso se são tão preconceituosos com a fonte desse texto?



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