Arquivo para a categoria "Religião"




Monday, August 14, 2006

O blog do Ahmadinejad

yuri vieira, 3:14 am
Filed under: Política, Religião, internet, sites
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Você sabia que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad - aquele biruta que afirma ter sido o holocausto judeu uma farsa e que pretende varrer Israel do mapa -, enfim, que “Al Doidão” agora tem seu próprio blog? Dá até pra imaginar os selinhos e links que virão: Hezbollah, Al Qaeda, Bin Laden, Hugo Chávez… Aliás, a lista do Messenger dele deve parecer a ficha de procurados do FBI. Que coisa mais fofa.

Deixa ver se consigo fazer um comentário bomba num de seus lindos posts…

Saturday, August 12, 2006

Sobre o matrimônio

yuri vieira, 6:56 pm
Filed under: Cotidiano, Livro de Urântia, amigos, livros
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Depois de passar dos trinta, vejo que são tantos os casais amigos já casados ou se preparando para casar que gostaria de sugerir a leitura desses dois documentos urantianos: A instituição do matrimônio e O Matrimônio e a vida familiar.

Talvez eu faça, na próxima “encadernação”, uma comparação do que é dito nesses textos com o que Swedenborg escreveu a respeito.

Wednesday, August 9, 2006

Desenho islanimado e…

yuri vieira, 4:54 pm
Filed under: Cotidiano, Política, Religião
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Ópio

yuri vieira (SSi), 5:53 am
Filed under: Cotidiano, Religião, fotografia
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Monday, August 7, 2006

Juro por meus testículos

yuri vieira, 1:26 am
Filed under: Religião, especulativas
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Conforme já escrevi antes, curto muito etimologia. E também sempre me intrigou o fato de que, ao contrário dos filmes americanos, nos tribunais brasileiros uma testemunha nunca faz juramentos com a mão sobre a Bíblia. Aliás, não há qualquer menção - ainda que indireta - à natureza transcendental da consciência e aos riscos que esta corre caso perjure. A pessoa simplesmente concorda em respeitar o tribunal, a lei e pronto. Numa CPI então, nem sei se se chega a tanto. Logo, em nossos fóruns a mentira há de correr solta, afinal, não se coloca em jogo aquilo que a pessoa tem de mais importante. Os tais especialistas - digo, os bacharéis, os juristas - enchem pois o peito para dizer que o Brasil não segue o Direito Anglo-saxônico - tal como os americanos, sua Bíblia do Rei James e sua condenação necessariamente unânime - mas segue sim o Direito Romano. Hummm. Sei. Quero dizer: será? Hoje, por exemplo, fiquei deveras tocado com a informação de que o vocábulo testemunha é derivado do latim testis, isto é, testículos. Dizem os eruditos - ouviu? os eruditos - dizem eles que os antigos romanos prestavam juramentos com a mão direita cobrindo o roxo, como quem diz: “juro pelo que tenho de mais sagrado, juro pelo meu saco”. O que aconteceria a quem cometesse perjúrio? Dá pra imaginar, não dá?

Se nosso Direito é romano, então deveria ser mais fiel às suas origens, principalmente nas CPIs. É o que merecem os nossos bárbaros concidadãos, legisladores e dirigentes, esses que ainda não sabem que a consciência é muito mais valiosa que um par de bolotas…

Saturday, July 15, 2006

Do filme Waking Life

yuri vieira (SSi), 8:48 am
Filed under: Religião, cinema
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waking life

So I’m walking along, and Lady Gregory turns to me and says, “Let me explain to you the nature of the universe. Philip K. Dick is right about time, but he’s wrong that it’s 50 A.D. Actually, there’s only one instant, and it’s right now, and it’s eternity. And it’s an instant in which God is posing a question, and that question is basically, ‘Do you want to be one with eternity? Do you want to be in heaven?’ And we’re all saying, ‘No thank you. Not just yet.’ And so time actually is just this constant saying No to God’s invitation. That’s what time is, and it’s no more 50 A.D. than it’s 2001. There’s just this one instant, and that’s what we’re always in.” Then she tells me that actually, this is the narrative of everyone’s life. That behind the phenomenal differences, there is but one story, and that’s the story of moving from No to Yes. All of life is like, “No thank you, no thank you, no thank you,” then ultimately it’s, “Yes, I give in, yes, I accept, yes, I embrace.” That’s the journey. Everyone gets to Yes in the end, right?

(Waking Life, diálogo final.)

Yes, digo eu, totally right…

Monday, June 26, 2006

A intolerância é uma máscara

yuri vieira, 7:11 pm
Filed under: Livro de Urântia, Religião
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Em Ramá, Jesus teve o debate memorável com um filosofo grego idoso, cujos ensinamentos mostravam que a ciência e a filosofia eram suficientes para satisfazer as necessidades da experiência humana. Com paciência e compaixão, Jesus ouviu esse educador grego reconhecer a verdade de muitas coisas que ele dissera; mas Jesus apontou, quando o filósofo terminou, na sua argumentação sobre a existência humana, que ele havia deixado de explicar “de onde, o porquê e para onde”, e acrescentou: “Onde vós terminais é que nós começamos. A religião é uma revelação à alma do homem, que lida com as realidades espirituais, que a mente em si não poderia jamais descobrir, nem sondar integralmente. Os esforços intelectuais podem revelar os fatos da vida, mas o evangelho do Reino desvela as verdades do ser. Vós abordastes as sombras materiais da verdade; será que podereis agora escutar o que eu tenho para falar-vos, sobre as realidades eternas e espirituais que projetam, em sombras temporais transitórias, os fatos materiais da existência mortal?” E, por mais de uma hora, Jesus ensinou a esse grego sobre as verdades salvadoras do evangelho do Reino. O velho filósofo foi sensível ao modo de abordagem adotado pelo Mestre, e sendo honesto, sincero e de coração aberto, ele rapidamente acreditou nesse evangelho da salvação.

Os apóstolos ficaram um pouco desconsertados com o modo franco com o qual Jesus aquiesceu quanto a muitas das proposições do grego, mas Jesus disse a eles, depois, em particular: “Meus filhos, não vos admireis de que eu tenha sido tolerante com a filosofia do grego. A certeza interior verdadeira e genuína não teme, nem um pouco, uma análise exterior; a verdade também não se ressente de nenhuma crítica honesta. Vós não deveríeis, nunca, esquecer-vos de que a intolerância é uma máscara a encobrir as dúvidas secretas, alimentadas quanto à verdade da própria crença. Nenhum homem é perturbado, em momento algum, pela atitude do seu semelhante quando tem uma confiança perfeita na verdade daquilo em que acredita, de todo o coração. A coragem é a confiança daqueles que têm uma honestidade a toda prova quanto às coisas que professam acreditar. Os homens sinceros são destemidos quanto a um exame crítico das suas verdadeiras convicções e dos seus ideais nobres”.

Fonte: Documento 146, Cap.3 - A parada em Ramá.

Wednesday, June 14, 2006

Exorcizando o Zeitgeist

ronaldo brito roque, 7:14 am
Filed under: Religião, especulativas, interiores
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Do Júlio Lemos:

Muitas pessoas dizem que a doutrina da Igreja deveria mudar, porque “os tempos mudaram”. Esta proposição implica que antes havia uma concordância entre “os tempos” e a doutrina da Igreja, ou ainda que “os tempos” são a causa da doutrina da Igreja, e não a Revelação. Mais do que desejar que a Igreja se adeque ao mundo, os proponentes dos “tempos” desejam que a Igreja abdique de qualquer fundamento sobrenatural, desde o qual os tempos possam ser julgados.

Mas também negam, por tabela, que exista qualquer verdade natural e perene, e é aí que está a sua autocontradição: afinal, por que deveríamos tomar a mudança dos “tempos” como critério fixo e acima dos tempos? É a velha e primária discussão: quem diz que não há verdade não pode dizê-lo sem crer estar enunciado uma verdade; quem estabelece o tempo não pode ser critério para o tempo porque uma coisa só pode ser medida por outra coisa. Posso medir minha mesa em centímetros; se eu medisse a minha mesa por ela mesma, eu nada diria a respeito da minha mesa. Portanto há sempre um absoluto contra vários relativos, um fixo em relação a vários móveis, algo que fica e que por isso mesmo nos faz ver que há algo que passa.

Tuesday, May 30, 2006

A Europa de Berlinski

Trecho dum artigo de Jeffrey Nyquist, via MSM:

Os bárbaros já estão aos portões. Na verdade, eles já passaram dos portões. Não é só um atentado terrorista que temos de conter. O niilismo europeu é um problema interno de todo o Ocidente. Dado o fato de que armas de destruição em massa estão por aí, um evento catastrófico é uma questão de tempo (embora Berlinski saiba mais do que diz). Admitamos um paradoxo metafórico: o mundo está perdendo sua mente coletiva. Com o tempo, sofreremos por causa disso. Além do mais, creio numa iminente catástrofe econômica ligada a uma catástrofe militar. (Isto é, crise econômica e uso maciço de armas de destruição em massa derivam da mesma fonte demente).

No caso da Europa, a crise é impressionantemente óbvia. Perambulando por Perugia, na Itália, Berlinski fez as seguintes observações: “Não há pais empurrando carrinhos de bebê na frente do palácio, não há avós ajudando netinhos hesitantes a descer as escadas da catedral. Vejo milhares de italianos andando, comprando, batendo papo, sentados nos degraus de San Lorenzo vendo as pessoas passarem – mas não vejo uma única criança”.

A taxa de natalidade da Europa desabou. “A não ser que essa tendência reverta-se por conta própria”, notou Berlinski, “em breve os países europeus serão incapazes de pagar suas caras pensões e programas de saúde”. Linhas depois, ela escreve: “A imigração é a única esperança da Europa”. Isso porque a Europa não desistirá de seu modelo de Estado assistencialista. E, portanto, a Europa precisa importar mais e mais muçulmanos para satisfazer sua demanda por mão-de-obra barata. Segundo Berlinski, a Europa precisará aumentar sua taxa de imigração de cinco a dez vezes apenas para sustentar-se. “Mas a imigração em número suficiente para retificar o declínio populacional certamente terá enormes custos em termos de estabilidade social”, explicou. A Europa não conseguirá assimilar tantos não-europeus. Os sentimentos raciais na Europa já podem ser sentidos. O homem é um animal tribal e os europeus não são tão esclarecidos quanto imaginam. (…)

Friday, May 12, 2006

A esposa de Jesus Cristo

Meu amigo Daniel Chistino, que colabora neste blog, tem toda a razão: eu também sou um herege. Mas já que, além de ser herege, também sou presunçoso posso dizer: sou herege apenas para quem ainda não aceitou o novo upgrade da Revelação Divina, o que evidentemente é muito diferente da heresia de perverter a Tradição por não tê-la compreendido. Porque, engulam ou não engulam os ateus e agnósticos, e menos ainda as diversas espécies de crentes de não importa quais doutrinas tradicionais, Deus não pode se revelar por inteiro, duma só vez, a nós paupérrimos terráqueos. “Não atire pérolas aos porcos”, já dizia nosso Mestre e Senhor deste Universo. Por isso, a Revelação, isto é, o download de informações, ideais, valores e conceitos divinos, só vai sendo feita na Terra aos poucos, de acordo com a capacidade de processamento médio das mentes mortais. O Corão já criticava, desde o século VII, aqueles que, ao ouvirem novas revelações, ousam dizer: “fábulas dos tempos antigos” (Corão 6:25). E olha que o Corão não passa de um patch de segurança para mentalidades tribais que ainda se encontram muito abaixo da visão de mundo judáica…

Bem, tudo isso é para dizer que, à luz do Livro de Urântia, nada mais ridículo, estúpido, canhestro e insensato que toda essa preocupação e balbúrdia em torno de O Código Da Vinci, de Dan Brown. Protestar contra esse livro? Exigir sua proibição? Ou ainda pior: dar-lhe um crédito para além da categoria entretenimento? (Continua…)

Thursday, May 4, 2006

Aiatolices ameaçam Europa

yuri vieira, 1:28 pm
Filed under: Política, Religião
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Trecho de artigo de Janer Crstaldo, n’O Expressionista:

De uma amiga de Estocolmo, recebo notícias de que a maior associação de muçulmanos na Suécia está exigindo leis especiais para muçulmanos. A organização quer, entre outras coisas, que os divórcios entre muçulmanos sejam reconhecidos por um imã, o que seria uma mudança no direito de família sueco. “É função dos imãs decidir se a família continuará a viver junto”, diz Mahamoud Aldebe, porta-voz da Sveriges Muslimka Förbund. Ou seja, como no Islã quem decide o divórcio é sempre o macho, as imigrantes muçulmanas podem abandonar qualquer veleidade de abandonar o marido e senhor.

(Continua…)

Wednesday, April 26, 2006

Palavras do Dalai Lama

yuri vieira, 8:55 pm
Filed under: Religião
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Atenção, budistas brasileiros:

Sobre o interesse crescente dos brasileiros pelo budismo, o monge [Dalai Lama] sugeriu que as pessoas mantenham suas religiões. “Em razão do meu respeito e da minha admiração por outras tradições religiosas, eu sempre aconselho as pessoas que é melhor e mais seguro que cada um conserve a sua tradição religiosa… ao invés de adotar uma nova.”

Apesar de reconhecer que todas as religiões têm aspectos singulares que podem ser incorporados por seguidores de outras crenças, o Dalai Lama criticou o que chama de tendência “new age”. “Por vezes, vemos uma tendência new age, de alguém que pega um pouco daqui, um pouco de lá, coloca tudo num liquidificador, mistura tudo, e às vezes coloca um rótulo de novo budismo. Acho que isso é um erro, é melhor que você siga uma tradição autêntica”, disse.

Fonte: Terra notícias.

Sunday, April 16, 2006

Exortações e conselhos finais

yuri vieira, 9:24 am
Filed under: Livro de Urântia, Religião
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Após a conclusão do discurso de despedida feito aos onze, Jesus conversou informalmente com eles e relatou novamente muitas experiências que lhes diziam respeito como grupo e como indivíduos. Afinal, esses galileus estavam começando a perceber que o seu amigo e instrutor iria abandoná-los e, nas suas esperanças, eles agarravam-se à promessa de que, após um curto período de tempo, ele estaria de novo com eles, no entanto estavam propensos a esquecer que essa visita de volta era também por pouco tempo. Muitos dos apóstolos e principais discípulos realmente pensavam que essa promessa de voltar por um período curto (o curto intervalo entre a ressurreição e a ascensão) indicava que Jesus estava indo embora para uma breve visita ao seu Pai, após o que ele voltaria para estabelecer o Reino. E tal interpretação do seu ensinamento conformava-se tanto às suas crenças preconcebidas, quanto às suas esperanças ardentes. Posto que, desse modo, as suas crenças de toda uma vida e esperanças de ver os desejos satisfeitos estavam de acordo, não era difícil para eles encontrarem uma interpretação para as palavras do Mestre que justificasse as suas aspirações intensas.

Depois de terem analisado o discurso de despedida e de terem começado a assimilá-lo nas suas mentes, Jesus chamou novamente os apóstolos à ordem e começou a fazer-lhes exortações e a dar-lhes os seus conselhos finais.

1. ÚLTIMAS PALAVRAS DE CONFORTO

Quando os onze tomaram seus assentos, Jesus permaneceu de pé e dirigiu-se a eles: “Posto que eu esteja convosco na carne, não posso ser senão um indivíduo em meio a vós ou no mundo inteiro. Mas, quando eu tiver sido libertado dessa veste de natureza mortal, serei capaz de retornar como um espírito que residirá em cada um de vós e em todos os outros crentes deste evangelho do Reino. Desse modo o Filho do Homem tornar-se-á uma encarnação espiritual nas almas de todos os verdadeiros crentes.

“Quando eu tiver voltado para viver em vós e trabalhar por vosso intermédio, eu poderei conduzir-vos melhor nesta vida e guiar-vos pelas várias moradas na vida futura, nos céus dos céus. A vida na criação eterna do Pai não é um descanso sem fim, de indolência e sossego egoísta, mas é, antes, uma progressão incessante na graça, na verdade e na glória. Cada uma, entre tantas estações na casa do meu Pai, é um local de permanência para uma vida destinada a preparar-vos para a próxima, que está à frente. E assim os filhos da luz irão, de glória em glória, até que alcancem o estado divino no qual estarão espiritualmente perfeccionados, como o Pai é perfeito em todas as coisas.
(Continua…)

Saturday, April 15, 2006

O Discurso de Despedida

yuri vieira, 10:19 am
Filed under: Cotidiano, Livro de Urântia, Religião
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Após cantarem o salmo, na conclusão da Última Ceia, os apóstolos pensaram que Jesus tivesse a intenção de voltar imediatamente ao acampamento, mas ele indicou-lhes que deveriam sentar-se. Disse o Mestre:

“Vós vos lembrais bem quando vos enviei sem bolsa ou carteira e até avisei mesmo que não levásseis nenhuma roupa extra. E vos lembrareis que nada vos faltou. Mas agora estais em tempos turbulentos. Não mais podeis depender da boa vontade das multidões. De agora em diante, aquele que tiver uma bolsa, que a leve consigo. Quando sairdes para o mundo para proclamar este evangelho, façais as provisões para o vosso sustento como achardes melhor. Eu vim para trazer a paz, mas ela não surgirá ainda por muito tempo.

“Chegou a hora do Filho do Homem ser glorificado, e o Pai será glorificado em mim. Meus amigos, devo ficar convosco apenas por pouco tempo mais. Em breve buscareis por mim, mas não me encontrareis, pois estou indo para um lugar onde vós não podeis ir, neste momento. Mas quando tiverdes acabado a vossa obra na Terra, como agora eu completei a minha, então vireis a mim do mesmo modo que agora eu me preparo com a finalidade de ir para o meu Pai. Muito em breve eu vou deixar-vos, e não me vereis mais na Terra, vós todos me vereis, todavia, na idade que virá, quando ascenderdes ao Reino que o meu Pai me deu”.
(Continua…)

Monday, April 10, 2006

A traição de Judas

yuri vieira, 12:00 pm
Filed under: Livro de Urântia, Religião, especulativas
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Acabei não indo assistir - apesar da insistência do meu bróder, o artista-plástico Juliano Moraes - ao documentário da National Geographic sobre o famigerado Evangelho de Judas. Aliás, creio que ele não ouviu - na festa em que nos encontramos, ocupado que estava em discutir com certo Barbosa sobre “arte crítica”, “crítica de arte”, gnosticismo e “religião enquanto mítica” - o motivo da minha preguiça. Na verdade, após todos os alcoóis, até mesmo eu acabei por me esquecer do meu argumento contra a validade dessa idéia de Judas ter apenas obedecido a Jesus quando de sua traição. Graças ao De Gustibus, veio-me a lembrança e vejo que não fui o único a levantar a questão, aliás, uma questão óbvia. Também o Cláudio - e provavelmente mais alguns milhões de pessoas mundo afora - no blog Se Liga:

Desculpem a minha ignorância nesses assuntos, mas se Judas não fez nada mais que atender a um pedido do próprio Jesus quando o traiu, por que ele se enforcou depois?

Claro que alguém poderá dizer: e quem pode ter certeza se ele realmente se suicidou? Bem, nesse caso darei um sorrisinho pseudo-fundamentalista e voltarei à leitura do meu livro de Urântia, que dá uma boa idéia da piração do revolucionário Judas, o qual esperava ver seu Mestre convertido no Messias político de sua crença e à cabeça duma luta armada pela emancipação do povo hebreu. Judas achava que, feito o Neo da Matrix, Jesus, caso fosse realmente o prometido Messias - àquela altura, devido à aparente contradição de certas atitudes do mestre, Judas já acumulava muitas dúvidas e rancores pessoais -, assim que se visse nas mãos dos seus inimigos, poderia partir pra porrada cósmica. Seu raciocínio era: se o Mestre é quem diz ser, se livrará sozinho de seus perseguidores; se não o é, não terei feito mais que minha obrigação ao livrar o mundo de um falso Messias. Sim, porque esse papo de “meu Reino não é deste mundo” não entrava na cabeça do confuso apóstolo, para quem este mundo era tudo o que de fato existia. Ainda assim, segundo consta, sua traição foi um “chover no molhado”, um ato completamente desnecessário à consecução dos planos do Mestre. Judas se deixou meramente levar pelo orgulho ferido e pela vergonha de participar de um grupo que definitivamente não pretendia aderir à batalha política contra o invasor estrangeiro.

Eis o capítulo 4, do Documento 179 (A última ceia), que trata d’As últimas palavras ao traidor: (Continua…)

Wednesday, April 5, 2006

Just business

rodrigo fiume, 5:02 pm
Filed under: Religião
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Engraçada esta história. E censuraram o cara. Da France Presse, via Uol:

Chinês tenta vender sua alma na Internet



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