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Friday, 21 de December de 2007

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rodrigo fiume, 2:55 am
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Monday, 26 de November de 2007

7º bate-papo com Olavo - lado B

Agora, meu sétimo bate-papo com o Olavo de Carvalho, já publicado aqui, também está no You Tube.

Saturday, 24 de November de 2007

O Rabino Kaduri e o nome do Messias

Fiquei de cara ao ler a tradução do artigo Rabbi Reveals Name of the Messiah, do jornal Israel Today, no blog Saindo da Matrix. (Aliás, o Acid, dono do blog, é uma boa antena para esses assuntos.) Não sei se as pessoas ainda se lembram do rabino Yitzhak Kaduri, o mesmo que se negou a receber a “cabalística” Madonna:

“Ma o quê? Nunca ouvi falar.”

“Ela é cantora, rabi.”

“É judia?”

“Não.”

“Então não recebo.”

O cara atravessou todo o século XX, tornou-se um dos rabinos mais respeitados de Israel e faleceu, em Fevereiro de 2006, aos 108 anos de idade. (Esse teve muito tempo pra usar a cabeça.) Seu funeral atraiu cerca de 300.000 pessoas, a maioria de judeus ortodoxos. Enfim. A questão é que o cara deixou uma carta, que só deveria ser aberta um ano após sua morte, o que foi feito, na qual se encontra uma frase cujas primeiras letras de cada palavra formam o nome do Messias: “Yeshua”, ou seja, “Jesus”.

A tradução do hebráico ao inglês - que obviamente multiplica o número de palavras - é a seguinte: “Concerning the letter abbreviation of the Messiah’s name, He will lift the people and prove that his word and law are valid. This I have signed in the month of mercy.” (No tocante à carta com a abreviação do nome do Messias, Ele erguerá o povo e provará que sua palavra e lei são válidas. Isto eu subscrevi no Mês de Elul.) Isto, para os judeus, deveria ser um verdadeiro escândalo, isto é, um novo dado passível de abalar sua fé. Ao menos num certo aspecto, bastante importante por sinal: “era verdade, o Messias já veio e não o reconhecemos!!” Mas, por incrível que pareça, a notícia não repercutiu o suficiente.

Fico imaginando a cabeça desse rabino que, por anos e anos, deve ter estudado os textos religiosos de trás pra frente, e de frente pra trás, um milhão de vezes, pesando todos os fatos, todos os documentos, analisando suas visões (ele tinha visões, principalmente ligadas ao Messias) e adiando sua conclusão final para… seu próprio final. Deve ter se sentido uma ovelha negra, um José de Arimatéia, que também era rabino e um dos únicos membros do sinédrio a defender a posição de que Jesus era sim o Messias. José de Arimatéia ficou chocado com a teimosia dos judeus de seu tempo e com o apego destes a certos conceitos arraigados, tal como o de um Messias que é ao mesmo tempo um líder político nacional, um guerreiro e um homem santo. Para eles, de pouco adiantou Jesus ter seguido o roteiro definido pelos antigos profetas. Mas… e os cristãos?

Bem, os cristãos não irão ficar lá tão entusiasmados assim. Afinal, o rabino afirma que o Messias já se encontra em Israel, em carne e osso, e que, assim que falecer o ex-primeiro ministro Ariel Sharon (ele está em coma há mais de um ano), aquele se dará a conhecer. Em suma, o cara assumiu que Jesus é mesmo O Cara, mas continua com a mania judáica de esperar um líder nacional em forma divina e, ao mesmo tempo, material. Bom, cá entre nós, se o cara é Deus, ora, ele pode aparecer do jeito que quiser, né. Contanto que não se chame Inri Cristo, tudo bem.

Para mais informações, World Net Daily.

Sunday, 28 de October de 2007

Um Deus sem nome

ronaldo brito roque, 7:46 am
Filed under: Cotidiano, Religião, literatura
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Em frente à universidade havia uma pracinha com playground, e Cátia me perguntou se podia levar o Flavinho. Enquanto eu estivesse no debate, ela brincaria com ele na pracinha, depois poderíamos passar no shopping e comer uma pitsa. Imediatamente concluí duas coisas: ela não queria cozinhar naquela noite, e não queria assistir ao debate. A primeira não me incomodava muito, porque uma pitsa seria de fato melhor que a comida requentada de Cátia. Mas a segunda, confesso que me perturbava um pouco. Era um dos debates mais importantes da minha vida, e ela simplesmente não queria estar presente. Se quisesse, poderia deixar Flavinho com uma amiga, ou até com mamãe, que não gosta de perder a novela, porém não chega ao ponto de nos negar um favor desses. Mas ela não estava nem aí. Tenho certeza que ela achava que passar a tarde num playground, com uma criança de seis anos, era mais importante que assistir à minha exposição sobre qual era a religião verdadeira, a única que poderia nos abrir as portas do céu e salvar nossas almas do inferno. Já havia algum tempo que eu estava percebendo que Cátia não ligava para teologia. Para ela, muito mais importante que discutir a natureza das religiões era ter tempo para ficar com Flavinho e dinheiro para comer fora. Isso me decepcionava brutalmente, porque para mim não podia haver coisa mais importante que descobrir qual religião levaria realmente à salvação da alma, e não a uma aparência de salvação que terminasse por nos deixar na mão de satanás. Mas Cátia parecia pensar que a teologia e a filosofia eram simplesmente uma diversão requintada para homens que não sabiam dançar. Essa conclusão ia me decepcionando à medida em que ficava mais nítida; e eu ia procurando mais e mais debates e conferências nos quais as pessoas pelo menos parecessem valorizar meu trabalho.

Mas não havia por que contrariá-la, e concordei com a história de pracinha e pitsa. Segui cabisbaixo para o auditório, na esperança de que pelo menos ali eu encontrasse alguém mais interessado no que eu tinha a dizer. Às vezes eu lamentava o fato de Jesus não ter se casado, e não ter nos legado instrução nenhuma sobre como lidar com as mulheres. Nessas horas me ocorria uma enorme vontade de dar uma olhada no Corão e ver o que Maomé dizia sobre elas — afinal, ele tivera quatro. Mas eu imediatamente afastava essa curiosidade, interpretando-a como tentação infernal.
(Continua…)

Wednesday, 24 de October de 2007

7º bate-papo com Olavo de Carvalho - B

Depois de um atraso de quase um ano - que pode se justificar graças a muita enrolação, indisciplina e ao meu trabalho de direção de um curta-metragem de ficção e de dois documentários - finalmente consegui me organizar e publicar o lado B do meu mais recente bate-papo com o filósofo Olavo de Carvalho (Nov/2006), cujo arquivo eu já nem me lembrava onde estava. Teve neguinho que só faltou me jogar pedra por conta dessa demora, mas… enfim: saiu. Ainda preciso anexá-lo a um “vídeo” e colocá-lo no You Tube com os demais, que é onde a demanda é maior. Mas já dá para baixá-lo do Archive.org e ouvi-lo logo abaixo.

Temas abordados: o homem perante o Infinito (e o bobão do “entrevistador” como exemplo da “baixa inteligência do homem moderno”); a divinização do espaço, Fritjof Capra; só Alborghetti poderia comentar as “críticas” da imprensa ao livro The God Delusion, de Richard Dawkins; Bruno Tolentino e o Kung Fu, o gnosticismo adolescente e as contradições do filme Matrix; verossimilhança na ficção (a lista de super-heróis do filho do Olavo, O Exterminador do futuro, o filme Coração Satânico e seu diabo de meia tijela); o desconhecimento sobre temas e conceitos religiosos; a humanidade é mais trouxa do que julga o esforço vão da Matrix de falsificar até mesmo bananas (na verdade, bastam uma ou duas mentiras); Santo Agostinho e o poder do diabo; o diabo não é capaz de fazer a banana; o gnosticismo é uma prova permanente da estupidez humana; todos nós passamos por momentos gnósticos; o movimento revolucionário mundial; o PC do B e a apologia do genocídio; Coronel Ustra; a existência do PC do B equivale à existência de um Partido Nazista; a UNE, Cuba, o crime e a esquerda no Brasil; mais de 50.000 homicídios ao ano; o pobre não é culpado pela violência; o programa True Outspeak no BlogTalkRadio; o verbete da Desciclopédia sobre o Olavo; o governador petista punheteiro; Hilda Hilst também mandava tomar naquele lugar; a sinceridade é um tesão; o Brasil escolheu a tragédia.

Bate-papo com Olavo

Wednesday, 18 de July de 2007

Admirável argumento

yuri vieira, 12:08 am
Filed under: Religião, amigos, literatura, livros, teatro
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Estive ajudando a Miriam Virna - diretora teatral de Brasília - a adaptar o livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, para teatro. Eis um trecho bastante interessante quase ao final do livro (trata-se de um outro livro citado pelo personagem Mustafá):

“Envelhecemos, percebemos em nós aquele sentimento radical da fraqueza, da atonia, do mal-estar devido ao peso dos anos, e dizemo-nos doentes, embalamo-nos na idéia de que este estado penoso é devido a uma causa particular, de que esperamos curar-nos como nos curamos de uma doença. Vãs cogitações! A moléstia é a velhice, e ela é miserável. Precisamos de nos resignar… Diz-se que se os homens se tornam religiosos ou devotos com o avançar dos anos é porque têm medo da morte e do que a deve seguir. Mas tenho, quanto a mim, a consciência de que, sem nenhum terror semelhante, sem nenhum efeito de imaginação, o sentimento religioso se pode desenvolver à medida que avançamos em idade, porque, tendo-se acalmado as paixões, a imaginação e a sensibilidade menos excitadas ou excitáveis, a razão é menos perturbada no seu exercício, menos ofuscada pelas imagens ou afeições que a absorviam. Então Deus, Supremo Bem, sai de trás das nuvens, e a nossa alma sente-O, vê-O, voltando-se para Ele, fonte de toda a luz, porque, tudo desaparecendo no mundo sensível, a existência fenomenológica deixando de ser sustentada pelas impressões externas e internas, sentimos a necessidade de nos apoiarmos em qualquer coisa que permanece e não engane, numa realidade, numa verdade absoluta, eterna. Porque, enfim, este sentimento religioso, tão puro, tão doce de sentir, pode compensar todas as outras perdas…”

Sunday, 10 de June de 2007

Brasil: uma terra sem sal?

Leio os Sermões do Padre Antônio Vieira desde muito antes de realmente saber o que é a fé. E isso apenas por conselho do Fernando Pessoa que, em suas Obras completas em prosa, ressalta o prazer que é escorregar a língua por aquelas belas palavras e por suas excelentes construções sintáticas. Sim, lia por razões puramente estéticas. (Aliás, vale notar a influência do estilo de Vieira nos ensaios estéticos de Pessoa.) A questão é que, em 1997, após deixar a UnB e sua biblioteca, fiquei algum tempo sem ler os Sermões. Então, anos mais tarde, comprei no Sebo do Messias, em São Paulo, um volume publicado pela editora do Mário Ferreira dos Santos, a Editora Logos. E cá estou a ler novamente o Vieira, não apenas sob a perspectiva estética, mas, agora, também sob o ponto de vista moral e religioso. (Atenção, sou um cristão com upgrade, sou “urantiano”.) E encontrei, no Sermão de Santo Antônio - pregado na cidade de São Luís do Maranhão, no ano de 1654 - uma excelente descrição dos dias atuais, isto é, uma época de corrupção generalizada, na qual, estivesse Santo Antônio vivo, estaria pregando tal como Vieira diz que ele certa vez pregou, ou seja, aos peixes, já que os humanos estão todos surdos. O humor de Vieira é notável. Seu sermão é também todo ele dirigido aos peixes, o que me faz imaginar um monte de colono com cara de “mané” e “jaquim” a ouvir de má vontade o irônico padre.

Quem já leu o Evangelho, sabe que Jesus disse: “Vós sois o sal da Terra”. Eu sempre pensei que isso tivesse algo a ver com o fato de sermos, por assim dizer, a quintessência da vida do planeta, aqueles que dão sabor a essa vida que de outra forma seria puramente zoológica. Outros dizem que ser o “sal da terra” significa simplesmente “fazer a diferença”, uma vez que a comida sem sal é uma coisa completamente sem graça. Mas este “fazer a diferença” é um conceito puramente anglo-saxão… Vieira, por outro lado, afirma que ser o sal da Terra é fazer parte daqueles que conservam o mundo contra a corrupção e a putrefação, uma vez que o sal, desde épocas imemoriais, sempre foi utilizado antes como conservante que como tempero. Os peixes e as carnes sempre foram salgados, não para ficarem mais gostosos, mas para não apodrecerem. Se Jesus estivesse andando por aí, nos dias de hoje, certamente diria: “vós sois a geladeira da Terra, o refrigerador, o freezer…”

Nessa perspectiva, não é nada difícil perceber que o Brasil tornou-se, nas últimas décadas, uma terra completamente sem sal. Os humanistas podem espernear e bradar por uma moral sem raízes religiosas, mas isto não entra na cabeça de mentalidades simplórias e, principalmente, na de mentalidades cínicas e perversas. Sem uma paternidade espiritual, sem uma fraternidade fundada em princípios indestrutíveis, não há clima de confiança que consiga manter a sociedade unida. E o Brasil, por melhor que ande a economia e seus juros, está cada dia mais mergulhado em corrupção. Até já exporta a dita cuja. O Isaac, editor do meu curta-metragem, que morou muitos anos nos EUA, me disse que grande parte desses brasileiros que voltam com as burras cheias de dinheiro apenas fazem o seguinte: trabalham seis meses e, em seguida, vão a um banco pedir um empréstimo. Os bancos, acostumados com uma sociedade de tradições puritanas, confia naqueles que os procuram e emprestam a grana. E os tais brasileiros retornam a seu país de origem com 50.000 dólares que jamais serão devolvidos… Daí os bancos americanos não estarem mais autorizando empréstimos a brasileiros que vivam há tão pouco tempo naquele país. Porque brasileiros não são confiáveis. Porque são naturalmente corruptos e crêem estar levando vantagem sobre os americanos otários. São, enfim, pessoas oriundas de uma terra cada vez mais sem sal…

Tuesday, 5 de June de 2007

Profissão de Fé

yuri vieira, 5:17 am
Filed under: Religião, livros
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No site do Mário Ferreira dos Santos (1907-1968), há uma página com os próximos livros a serem relançados. Um deles se chama “Cristianismo, a religião do Homem“, do qual podemos ler o seguinte excerto:

“A única esperança que nos resta de salvar a humanidade da destruição é o cristianismo. Nunca teríamos de lutar tanto quanto hoje. O meu desejo era este, vou confessar agora, eu sempre desejei à minha volta pessoas capazes de um dia ajudar num trabalho de pregação religiosa, mas de pregação séria, independente das seitas, independente das diversas igrejas, nesse verdadeiro sentido do cristianismo, a religião do homem abrindo as portas, porque nós estamos hoje vivendo uma época de desenvolvimento técnico e de desenvolvimento científico, de desenvolvimento cultural em muitos aspectos, mas completamente esvaziada de espiritualidade e sem essa espiritualidade tudo isso é falho, tudo isso é fraco. Só o cristianismo nos poderá dar esta base que nos está faltando: o homem não pode viver sem religião”.

Friday, 1 de June de 2007

Poder Criador

yuri vieira, 2:53 am
Filed under: Ciência, Religião
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Escreveu o físico Max Planck:

“Apenas aqueles que pensam por metades se tornam ateus, aqueles que se aprofundam em seus pensamentos e vêem as maravilhosas relações entre as leis universais reconhecem um poder Criador.”

Sunday, 27 de May de 2007

Ah, esses moralistas!

daniel christino, 2:33 am
Filed under: Cotidiano, Humor, Religião
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Thursday, 17 de May de 2007

Não é o jardim do Éden…

yuri vieira, 10:57 am
Filed under: Arte, Imprensa, Política, Religião
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Recebi esta ilustração do próprio Spacca, feita para o Observatório da Imprensa. Somente para poucos…

religiao1.jpg

Tuesday, 15 de May de 2007

O Backbone, a Verdade e a Vida

yuri vieira, 2:23 pm
Filed under: Religião
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Este post é uma resposta ao post do Pedro.

Meus avós paternos são baianos de Maraú, ao sul de Salvador, perto de Valença. Minha avó é católica e vive hoje com minha tia evangélica em Vitória, Espírito Santo. Minha avó sempre me diz que esse negócio de candomblé é coisa do pessoal de Salvador, que no restante da Bahia não dão muita atenção a isso não. Ademais, minha avó só foi tomar conhecimento do candomblé no Rio de Janeiro, quando minha tia, essa mesma com quem ela mora hoje, desapareceu numa praia da Barra da Tijuca, um local então deserto - estamos falando dos anos 50 - sendo mais tarde encontrada em transe no meio de uma roda de candomblé, as macumbas repercutindo. Ela tinha entre 7 e 10 anos de idade. Sim, minha tia foi médium durante muitos anos. (Ainda é, mas ela trata suas experiências hoje como manifestações e revelações do Espírito Santo). Cresci ouvindo meus parentes do Rio falando a respeito da “Ritinha” (um erê) e da “Vovó Maria Conga” (uma preta velha), entidades que ela recebia. (Na casa da minha avó, no Rio, havia um nicho cheio de brinquedos que eu, minhas irmãs e meus primos não podíamos tocar porque pertenciam à Ritinha. “Quem diabo é essa Ritinha que nunca vi mais gorda?”, matutava então.) Depois do candomblé, minha tia passou pela umbanda, kardecismo, seicho-no-ie, budismo, novamente catolicismo, etc. para só se encontrar na Igreja Cristã Maranata.

A principal atividade da minha tia, hoje, é consolar e confortar moribundos em hospitais, sem tentar convertê-los. Ela sempre indaga a respeito das crenças ou descrenças do doente, partindo daquilo em que eles depositam suas esperanças. Acha uma covardia se aproveitar de sua situação de fraqueza para fazer prosélitos. Os médicos e enfermeiras ficam aliviados quando ela aparece porque sempre levanta o astral dos doentes, mesmo o dos ateus. Enfim, minha tia conheceu a fundo o candomblé e, hoje, acredita que o sem fim de entidades, santos, deuses, ou como queiram chamá-los, apenas dá margem a que pessoas com certos desvios morais permaneçam nesses desvios, afinal, seus orixás de cabeça também são assim. “Se Ogum é assim, por que devo mudar?” Minha tia crê que a religião deve melhorar o ser humano, não justificá-lo. É óbvio que há muita gente honesta e sincera no candomblé, como em qualquer outra religião, mas certos pontos da doutrina podem apenas servir de becos sem saída para seus crentes.
(Continua…)

Viva o Candomblé!

pedro novaes, 10:47 am
Filed under: Religião
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Dá-lhe Nizan!

NIZAN GUANAES - Especial para a Folha de S.Paulo

Sou católico, apostólico, baiano.

Sou devoto de Santo Antônio e de Nossa Senhora do Carmo. Entrei no
candomblé, tardiamente, aos 20 e tantos anos, pelas mãos de Luiza
Olivetto e Lícia Fabio, que me pediram para ajudar nas obras de
restauração do telhado do Terreiro do Gantois.

Fui consertar o telhado do Gantois e o Gantois consertou minha vida.
O candomblé não é uma religião. É um culto. Culto aos antepassados,
às forças da natureza.

O candomblé é moderno. Ele já era ecológico antes que a ecologia
entrasse em voga. Ele é avançado. Não exclui opções sexuais. Ao
contrário, acolhe.

(Continua…)

Thursday, 10 de May de 2007

Você também é cristão, ateu

yuri vieira, 2:03 pm
Filed under: Religião
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Ótimo artigo do Reinaldo Azevedo. Os “señoritos satisfechos”, inclusive os deste blog, deveriam lê-lo. No fue fácil llegar hasta acá, hermanos.

Thursday, 3 de May de 2007

Qual a sua religião?

pedro novaes, 7:48 pm
Filed under: Religião
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Já que por aqui se fala tanto de religião, descubra a que mais se adequa a suas crenças e idéias fazendo este teste. Até que não é bobinho não.

Veja o meu resultado:

You scored as Buddhism. Your beliefs most closely resemble those of Buddhism. Do more research on Buddhism and possibly consider becoming Buddhist, if you are not already.

In Buddhism, there are Four Noble Truths: (1) Life is suffering. (2) All suffering is caused by ignorance of the nature of reality and the craving, attachment, and grasping that result from such ignorance. (3) Suffering can be ended by overcoming ignorance and attachment. (4) The path to the suppression of suffering is the Noble Eightfold Path, which consists of right views, right intention, right speech, right action, right livelihood, right effort, right-mindedness, and right contemplation. These eight are usually divided into three categories that base the Buddhist faith: morality, wisdom, and samadhi, or concentration. In Buddhism, there is no hierarchy, nor caste system; the Buddha taught that one’s spiritual worth is not based on birth.

Buddhism

67%

agnosticism

63%

Paganism

46%

Christianity

46%

Hinduism

38%

Satanism

29%

Islam

21%

atheism

21%

Judaism

17%

Tuesday, 1 de May de 2007

Nada ainda

yuri vieira, 9:40 am
Filed under: Religião, extraordinárias
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Pois é, Jan Val Ellam, findou o mês de Abril e o Kara nada, nem um email a desmarcar a chegada anunciada. (Apenas torpedos espirituais.) De fato, ninguém sabe o ano, o mês, o dia, a hora, o…



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