Arquivo para a categoria "Política"




Saturday, June 9, 2007

A maçonaria no Brasil

yuri vieira, 12:31 am
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Eis a maçonaria numa matéria especial do Diário do Comércio

Friday, June 8, 2007

Uma trincheira no You Tube

Com o fechamento autoritário da RCTV pelo protoditador Hugo Chávez, a internet e, mais particularmente, o You Tube explicitam seu caráter unívoco de “trincheira virtual”. Se a empresa venezuelana já não possui permissão para transmitir como um canal aberto, ao menos não deixou de produzir seus programas, os quais vem sendo divulgados no site El Observador e no próprio You Tube.

Monday, June 4, 2007

Dois indignados

yuri vieira, 5:23 pm
Filed under: Cotidiano, Imprensa, Política
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O Rafael Delta Sierra me enviou o link deste vídeo. Há ao menos uma pessoa indignada neste país, o Alborghetti. Existirão outras?

Claro que há, o Olavo de Carvalho.

“A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las.”
Santo Agostinho

Sunday, June 3, 2007

Eu sou contra a meia-entrada

ronaldo brito roque, 9:28 pm
Filed under: Cotidiano, Economia, Política, teatro
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Estudante paga meio prato de comida? Paga meia blusa? Paga meio par de tênis? Estudante paga meio cigarro? Então por que diabos o cara acha que tem que pagar meia entrada de teatro? O trabalho que o ator tem - que o cara da iluminação tem, que os técnicos têm - é o mesmo, seja a platéia de estudantes ou não. Por isso não entendo por que é que o maldito estudante tem que pagar meia entrada.

Sou contra a meia entrada.

E o pior ainda é a meia entrada para aposentado. Qual a finalidade disso? Aposentado paga meio prato de comida? Quando um aposentado vai comprar uma privada nova, ele paga meia privada? Quando ele vai pôr gasolina no carro para ir à casa dos filhos, ele paga meia gasolina? Paga meia corrida de táxi? Então por que é que tem que pagar meia entrada de teatro? Isso é desvalorizar o trabalhor do teatro! Temos quer ser contra a meia entrada, em qualquer situação! O trabalhador do teatro seja ator, técnico ou vendedor, está tendo o mesmo trabalho para atender a um adulto, a um aposentado ou a um estudante; portanto pagar meia entrada é
desvalorizar o trabalho desse trabalhador!

Sugiro a confecção de uns bâneres: “Eu sou contra a meia-entrada, a meia entrada desvaloriza o trabalho do profissional de teatro”. Alguma coisa assim. Vamos colocar esses bâneres nos nossos saites. Quando a idéia ganhar visibilidade, algum político vai defendê-la. Na rua, quando encontrarmos um aposentado, devemos perguntar: - Se vc não paga meio café, não paga meia cachaça, por que diabos quer pagar meia entrada?

Wednesday, May 30, 2007

O sapateiro e suas sandálias

daniel christino, 5:15 pm
Filed under: Cotidiano, Imprensa, Política, internet
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Sutor, ne supra crepidam! Eis um aviso longínqüo.

Eu ainda me lembro quando alguns professores de Filosofia diziam que Adam Smith estava “morto e enterrado”, que não servia nem mesmo para “calçar a mesa da sala de aula”. Qual não deve ter sido o susto dessa gente quando Ernst Tugendhat (entre outros) resgatou sua teoria dos sentimentos morais para as discussões sobre ética na contemporaneidade. Smith voltou a ser lido com novo interesse, apesar do desprezo marxista chinfrim.

Hoje topei com um texto do sempre relevante Reinaldo Azevedo cujo teor é exatamente o mesmo, embora situe-se na outra ponta do espectro ideológico. O objeto de desprezo do Reinaldo é Habermas. Seu texto comenta um artigo do filósofo alemão publicado no caderno Mais! da Folha deste domingo, diz coisas como:

Ah, o sr. Habermas está muito preocupado com o risco de os veí­culos caí­rem nas mãos de capitalistas inescrupulosos, que se interessariam apenas pelo lado espetaculoso da notí­cia, e nada com a função formadora da imprensa. Como exemplo negativo de jornalismo, ele cita, claro, o norte-americano.

Ou então,

Sempre achei Habermas um submarxista vulgar; não imaginava, no entanto, que pudesse ser tão ridí­culo.

E por aí vai. Bem, o Reinaldo pode achar o que quiser, pode até mesmo implicar com o fato do cara não gostar de Chicabom, mas está falando de orelha sobre a obra do Habermas. Em primeiro lugar porque interpretou o artigo da Folha numa chave submarxista e viu só isso. Sabem como é “what you get is what you see”. Se tivesse mais contato com a obra do filósofo perceberia a relação entre mercado e estado no contexto de uma sociologia de sistemas (baseada, principalmente, em Luhmann e Parsons), o que por si não implica um avanço estatizante, mas um equilí­brio necessário, mediado pela esfera pública - e aqui, antes que me venham encher o saco, falo do conceito como ele aparece na Teoria da Ação Comunicativa e não na Mudança Estrutural da Esfera Pública (tomar Habermas apenas por esta última seria como formar um juí­zo sobre Dostoiévski exclusivamente a partir de Noites Brancas).

Se fosse mais honesto (se o pathos não fosse o do desprezo) comentaria sobre a idéia de jornalismo implícita no conceito de esfera pública e de como esta esfera, uma ótima invenção liberal, constitui o verdadeiro espaço democrático numa sociedade. Nem Estado nem mercado são democráticos, mas o Estado ainda é mais permeável a uma gestão democrática - por conta, principalmente, do modelo jurídico constitucional - do que o mercado. Por outras palavras, a democracia nasce da vontade - e é preservada por esta vontade, cristalizada no sistema jurí­dico; “ainda há juí­zes em Berlim”, não é isso? - dos homens e não por geração espontânea. No limite, o mecanismo que movimenta a argumentação habermasiana é o da ação comunicativa; e o que ele propõe é uma intervenção para que o tipo de jornalismo comumente praticado na Alemanha, e associado à emergência desta esfera, seja preservado. Seu objetivo é preservar alguma racionalidade argumentativa na mí­dia.

Por outro lado, a caracterí­stia “formativa” do jornalismo não está associada a nenhum caráter pedagógico ou tutelar da comunicação - isso é só estrabismo do Reinaldo -, mas a uma influência construtivista (essencialmente Piaget) incorporada por Habermas em suas bases epistemológicas. O jornalismo, juntamente com uma série de outros elementos, nos ajuda a construir nosso senso de realidade social. É por isso, acredito, que o Reinaldo acha tão importante combater o marxismo vagabundo de boa parte da mí­dia, porque isso implica mudar a maneira como as pessoas interpretam os fatos e, portanto, a maneira como veêm o mundo.

O que marca o comentário do Reinaldo é o repúdio - não a crítica - ao conceito de Comunicação do Habermas. E, claro, à tese de que o Estado, como construto humano, pode ser acionado quando julgamos que algum valor essencial escapa à lógica do mercado. Não que o mercado seja ruim ou malvado (isso Habermas não diz), apenas seu desenvolvimento - na Alemanha - vai na direção da supressão de um tipo de jornalismo que ele acredita ser essencial para a manutenção da esfera pública. Só que Habermas “culpa” o mercado pelo tipo de jornalismo indigente que se vai consolidando, enquanto Reinaldo culpa a esquerda e o marxismo. Contudo, tanto Habermas quanto Reinaldo defendem o mesmo valor fundamental: a democracia, cristalizada numa de suas instituições mais importantes - a esfera pública -, e representada pelo jornalismo argumentativo, cuja maior virtude é “não ter medo de dizer seu nome”.

Por fim, Reinaldo faz referência a um debate entre Habermas e o atual papa Bento XVI e diz que “Habermas parecia um garoto de colégio balbuciando incongruências diante de um mestre”. Ele gosta desta figura. Habermas, esforçando-se ao máximo, não consegue nem mesmo articular um discurso coerente. Diante de Ratzinger, torna-se afásico. Bem, são fogos de artifício. Eis um link para a transcrição da Folha sobre o debate dos dois.

Voltando à citação de Plínio. Não pretendo policiar os assuntos que o Reinaldo escreve em seu blog, ele tem direito aos seus erros e tem também direito de exibi-los para quem os considere acertos. Mas cabe retificar algumas opiniões frágeis ou francamente equivocadas, inspiradas, acima de tudo, pelo desprezo; uma disposição que nada tem a ver com qualquer tipo de virtude intelectual, nem mesmo com a saudável prepotência dos excelentes.

Monday, May 28, 2007

Programa mais ouvido

yuri vieira, 1:36 am
Filed under: Mídia, Podcast e videos, Política, sites
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Taí uma informação pra lá de interessante: o programa de rádio online mais ouvido do site BlogTalkRadio é o do Olavo de Carvalho que, para surpresa do CEO do site, é transmitido em português. (Vale lembrar que os podcasts que gravei com o Olavo, juntamente com dois outros vídeos, já foram acessados, em conjunto, 70.474 vezes no You Tube.)

We have been seen a nice rotation of the most popular shows on Blogtalkradio . Yesterday, we broadcast 117 shows live and more than 1500 active radio hosts call Blogtalkradio their home.

We air shows dedicated to the most popular TV show of all time, American Idol. We air shows hosted by top bloggers covering politics on the right, left and center. We air sports shows and marketing shows, etc.

But as i write this post, the top show on Blogtalkradio is hosted by Brazilian political philosopher named Olavo de Carvalho. Here is the link to his show, but it really won’t do you any good unless you speak Portugese. You see while on air, Olavo doesn’t utter a single word of English. Olavo’s political ideology is center right, which is a lonely place to be, given the Brazilian government is way left.

I am pleased that Olavo is able to use our platform to engage his audience. Obviously his audience is as well!!

Join the conversation.

Alan Levy
Chief executive officer, Blogtalkradio

Saturday, May 26, 2007

O empreiteiro budista

rodrigo fiume, 6:27 pm
Filed under: Humor, Política
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Bem engraçado. Mas os budistas estão deixando comentários bravos. Será que não têm humor? A vida é tão melhor com humor… Outra do NoMínimo:

As pontes místicas do Maranhão

Tutty Vasques

Num país em que prostituta se apaixona, traficante se vicia e até o Ancelmo Gois coleciona dedal, não chega a ser surpresa o advento do empreiteiro budista. Zuleito Veras pavimentava os caminhos da espiritualidade com aquelas pontes ligando nada a porra nenhuma.

Friday, May 25, 2007

Algumas verdades inconvenientes

1) Sim, Hollywood ficou toda prosa com o filme do Al Gore. Contudo, ninguém me tira da cabeça que o cinema americano - com suas enormes explosões, incêndios e tiroteios - é responsável por pelo menos 50% do efeito estufa. O que quer dizer que, se não fosse o cinema deles, a Terra seria mais fresquinha. Sacou? Sem os filmes do Rambo, do governador Schwarzenegger e, sei lá, sem os filmes sobre a guerra do Vietnã, seria possível até mesmo nevar aqui no Centro Oeste. (Na fazenda da minha saudosa avó materna, geava. O tempo passou, a véia morreu e não geia mais.)

2) O Jornal Nacional mostra uma reportagem falando coisas terríveis sobre a poluição dos rios e a porcaria que são as tais garrafas plásticas e demais dejetos não-degradáveis encontrados em meio à natureza. (São mesmo, principalmente quando muito distantes da possibilidade de serem recolhidos e reciclados.) Em sua locução, a Fátima Bernardes faz a mesma cara de quando o Brasil perde um jogo na Copa, aquele olhar de amiga de defunto recém empacotado. Intervalo comercial: Coca-cola, guaranás x, y, e z. Todos em garrafas PET. Volta o jornal e aparece o William Bonner todo sorridente mostrando uma apreensão de toneladas e toneladas reluzentes de CDs e DVDs piratas sendo esmigalhadas por tratores ou seja lá o que for aquele monstro de ferro e aço. O pátio da polícia federal fica repleto de pequenas montanhas de lixo plástico e… alumínio? Não sei. Sei apenas que não falam nada a respeito do destino de tanto lixo. Por que não? Meu Deus! Por que nããão? À noite, a cabeça cheia de circunferências metálicas de brilhos iriados, os olhos teimam em arregalar-se. Tento dormir. Não consigo.

3) Prosseguindo minha pesquisa no Google, volto a encontrar vários sites se referindo ao aquecimento do próprio Sol. (Sim, basta digitar “solar warming“.) Isso me deixa preocupadíssimo, afinal ninguém parece dar atenção ao tema, o Al Gore não passa nem triscando nele, e o Sol impávido segue sua órbita ao redor do centro da Via Láctea, um colosso a ignorar nossos temores. Porra, penso, cadê a ONU? Alguém precisa multar o responsável pelo Sol, ameaçá-lo com uma comissão de astrônomos e, por que não?, de astrólogos. Caso o Sol prossiga com sua maldade, seria necessário enviar os capacetes azuis para tomá-lo de assalto, invadi-lo e fincar lá a bandeira das Nações Unidas. Hmmm. Sim, sim. É fato, os sacanas dos americanos certamente não cederão os foguetes da NASA. The bastards! Será preciso recorrer à Rússia, um povo muito mais racional…

4) Hugo Chávez acusa os futuros produtores de etanol de roubar terras necessárias à agricultura de alimentação, mas não se dá conta de que, segundo aquele pessoal da ONU que o convidou para xingar o Bush de diabo lá em Nova Iorque, o aquecimento global - responsável pela tal desertificação e pelo desarranjo climático destruidor das hortas das velhinhas camponesas de todo o mundo - é supostamente causado pela queima do petróleo que sustenta seu governo corrupto. Ou será que ele já tem a confirmação de que a culpa é apenas do Sol?

Esquerda e direita

rodrigo fiume, 9:29 pm
Filed under: Política
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É controverso, mas engraçado. Do NoMinimo

Esquerda faz mais sexo

Pedro Doria

Um novo estudo sugere que o ambiente familiar mais inseguro, durante a infância, produz pessoas de esquerda. E carinho em excesso dá em conservadores. Os motivos são psicológicos e genéticos. E, sim: pessoas de esquerda fazem mais sexo.

Negros e Orientais

ronaldo brito roque, 12:18 am
Filed under: Cotidiano, Educação, Política
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Os orientais são minoria no Brasil. Estigmatizamos os orientais, dizendo que eles são CDF´s e têm pau pequeno, assim como estigmatizamos os negros, dizendo que eles só pensam em pagode, funk e futebol. Muitas mulheres brancas não querem se casar com orientais, assim como muitas não querem se casar com negros. Chamamos o oriental da turma de “japa” ou “china”, assim como chamamos o negro da turma de “negão” ou “neguinho”. Nunca vejo atores orientais em posição de patrão e vencedor. O oriental das novelas e dos filmes é sempre um técnico de computador.

E por acaso os orientais ficam reclamando disso? Por acaso eles pedem política de cotas e reformulação do vocabulário? Eles simplesmente estudam, conquistam vagas nas melhores universidades, trabalham, ganham dinheiro, conquistam bons empregos. Você já viu algum oriental dizendo que as escolas públicas deviam ensinar História do Império Chinês, ou a técnica do bonsai, porque são parte da cultura oriental?

Pois é…

Tuesday, May 22, 2007

Negócio da China 2

yuri vieira, 6:48 pm
Filed under: Cotidiano, Economia, Política, livros, tecnologia
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Já havia comentado neste blog a respeito de certa tática sui generis dos capitalistas chineses. Semana passada, tomei conhecimento de outra. Amigos recém chegados da França e da Espanha trouxeram a confirmação de algo que já tinha ouvido por alto aqui no Brasil. É o seguinte: um cidadão chinês vem ao nosso paiseco - ou à França ou à Espanha ou a sei lá qual buraco deste mundo - encontra um imóvel numa área adequada para instalar um comércio e, então, cheio de “boas” intenções, entra em contato com o governo de seu país. (Lembre-se: o capitalismo chinês é do pior tipo, um capitalismo de Estado. E, sendo a China comunista, nem é preciso esclarecer uma vez mais este ponto: ao contrário do socialismo, o capitalismo é menos um sistema que um instrumento. Ou ainda: é menos um sistema operacional que um mero sofware. Sacou a analogia?) Enfim, ele recebe do governo chinês a verba necessária para adquirir o imóvel e iniciar uma empresa. Em outras palavras: ele se torna apenas um pau mandado daquele governo. E sua contrapartida não é senão o compromisso de vender apenas produtos fabricados e importados da China…

Se as pessoas se chateavam tanto com o capitalismo americano e europeu - que ao menos trazia a indústria para cá, fornecendo-nos empregos e retirando tão somente parte dos lucros (merecido, vale dizer) - agora sim irão ver o que que é bom para a tosse. E pensar que Spengler previu tudo isso em seu livro “O homem e a técnica”, publicado em 1931…

Sunday, May 20, 2007

O que move o movimento?

daniel christino, 2:01 am
Filed under: Cotidiano, Educação, Política, especulativas
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Vocês já matutaram sobre a expressão “movimento estudantil”? Pois é. A primeira coisa que me vem à cabeça é a seguinte pergunta: para onde? Já que se move, em qual direção vai? Nos últimos anos tem ido da esquerda para a esquerda, ou seja, não sai do lugar. Segunda coisa: se há movimento, então algo se move, logo, o que está se movendo? O estudante? Só se for para sair de casa e invadir reitorias ou, num passado não tão distante, jogar pedra em presidente. Enfim, será que ainda podemos atribuir a esta expressão algum sentido? Eu acho que sim.

(Continua…)

Saturday, May 19, 2007

Que Roberto Carlos que nada!

yuri vieira, 8:53 pm
Filed under: Imprensa, Política
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Conforme já comentei aqui, a atitude do Roberto Carlos não nos ameaça em nada. Perigosa mesmo é a perene tentativa do governo Lula de implantar a censura oficial. Veja a íntegra do que escreveu o Diogo Mainardi sobre o artigo 5º da Portaria 264 (o tal artigo citado pelo Reinaldo Azevedo).

Via Brasileiro infeliz.

Thursday, May 17, 2007

Não é o jardim do Éden…

yuri vieira, 10:57 am
Filed under: Arte, Imprensa, Política, Religião
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Recebi esta ilustração do próprio Spacca, feita para o Observatório da Imprensa. Somente para poucos…

religiao1.jpg

Wednesday, May 16, 2007

Overmundando

yuri vieira, 3:21 pm
Filed under: Política, sites
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Coloquei ontem um ebook e uma crônica no Overmundo apenas para ver no que dava. Neste momento um está no topo do Overblog e o outro no topo do Banco de cultura, graças aos votos do internautas. Sendo ele um site bancado pela Petrobrás, qual deveria ser minha próxima colaboração? Um texto sobre o Monteiro Lobato e sua luta com o governo, cuja vitória sobre a iniciativa privada foi expressa na encampação de todos os poços de petróleo particulares e na conseqüente criação do Conselho Nacional de Petróleo, isto é, o embrião da Petrobrás? Hmmm. Talvez… Deixa eu me infiltrar mais um pouco.

O Quiz do UOL sobre Cuba

paulo paiva, 9:35 am
Filed under: Educação, Política
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A página de abertura do meu navegador é a página do UOL e hoje encontrei esse “Quiz” sobre a revolução cubana que denota claramente, no que ele não aborda, a linha ideológica esquerdista dominante no setor educacional brasileiro. É chocante essa abordagem insípida dada a Fidel Castro e Che Guevara, homens de estatura moral equivante a de um ditador africano. O desprezo dos mais inteligentes pelo curso de pedagogia deu nisso! Segue abaixo uma cópia do Quiz, para registro e para os bem aventurados que não assinam o UOL.

1- Instalado o governo revolucionário em Cuba, em 1959, o primeiro cargo exercido por Fidel Alejandro Castro Ruz foi de:

*Presidente

*Primeiro-ministro

*Ditador

*Governador

*Presidente do Partido Comunista Cubano

(Continua…)



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