Yasahi - When Earth Fell On The Moon EP
Faixas mixadas:
-
00:00 - 03:23: “Departure”
03:23 - 07:33: “Too Much To See”
07:33 - 10:40: “Too Little To Feel”
10:40 - 14:25: “Tannhäuser Gate”
14:25 - 17:35: “Return”
Fonte: Jarkko Hietanen.
Faixas mixadas:
Fonte: Jarkko Hietanen.
Quero estar na frente da TV quando ocorrer algo semelhante com os apresentadores do Jornal Nacional…
Bud Powell “Sweet Georgia Brown” || Bix Beiderbecke “Krazy Kat” || Sarah Vaughan “Nice Work If You Can Get It” || Wes Montgomery “West Coast Blues” || Ben Webster “In The Wee Small Hours Of The Morning” || Dizzy Gillespie “Birk’s Works” || John Coltrane “Naima” || Fats Waller “Alligator Crawl”
Fonte: Poolside Jazz.
Já que o Paulo assumiu que é liberal democrata e o Pedro que é flamenguista, eu também assumo: sou raver, eu curto mesmo é trance, psytrance, goatrance et cetera et al. Podem perguntar ao Bruno Tolentino, que também morou lá na Hilda Hilst. Ele ficava louco com os meus CDs. Aliás, fui à minha primeira rave em 1996, em Maresias-SP, quando então conheci e fiz amizade com o DJ Rica Amaral (organizador da XXXperience, na época ainda um odontólogo que implantava diamantes nos dentes das menininhas), sou bróder do DJ Swarup de Brasília, cruzei mil vezes com o sitarista Alberto Marsicano, com o Edgard Scandurra (aliás, já dormimos um ao lado do outro - ele com a namorada dele, eu com a minha, claro - numa casa de praia mutcho loca), sem falar nos meus bróders Dante, que fotografou ene raves, André e Lisa Ismael, da Rave On. De lá pra cá já fui a montes de raves, talvez umas quarenta (umas 30 só entre 96 e 98), o que é pouco se vc distribuir a diferença pelos últimos sete anos. (Na verdade, faz uns dois anos que não vou a uma festa dessas, neguinho perdeu o rumo da brincadeira, a coisa literalmente vulgarizou. Boas raves são essas para 200, 300, no máximo 800 pessoas. Boas eram as raves “secretas”, apenas para os iniciados. Mas ainda voltarei.) Enfim, se para meditar eu ouço Bach, Maller, Sainte-Colombe, Villa-Lobos, Ravi Shankar e Miles, eu só consigo escrever mesmo é com trance, esse som que abre um túnel a partir do terceiro olho, estendendo todo um caminho a ser percorrido em direção ao infinito. Pronto, confessei!
Como amostra, eis uma mixagem que fiz no Audacity de duas músicas que costumo ouvir ao escrever (se não estiver escrevendo, dance, isto não é música de se ouvir parado):
Sobre raves leia ainda este post.
Essa é pra quem acha que o Gilberto Gil, cujas palavras enriquecem o Brasil (olha a rima), é a verdadeira voz da cultura brasileira…
E não é que finalmente localizaram a família que inspirou a série?
Taí um vídeo de passar mal: os Paralamas do Sucesso se apresentando, em playback, no programa do Bozo. Ai, que dor no meu módulo de reminiscência…
Este é um tributo ao músico Ali Farka Touré, que faleceu dia 7 deste mês. A gravação é de 1994 e foi feita na cidade de Niafunke, no Mali.
Fonte: Internet Archive e Afropop.
Stan Getz/Charlie Byrd “Desafinado” || Lionel Hampton “On The Sunny Side Of The Street” || Ella Fitzgerald “’s Wonderful” || Duke Ellington “I Got It Bad (And That Ain’t Good)” || Bill Evans and Jim Hall “Skating In Central Park” || Artie Shaw “Scuttlebutt” || Julie London “June In January” || Barney Kessel “Love”
Fonte: Poolside Jazz.
Leia sobre a banda escocesa Mogwai.
E ouça algumas músicas (instrumentais) gravadas num show em Chicago.
Like Herod
Mogwai fear Satan
Para ouvir todo o show, em stream, clique aqui.
Tá estressado(a)? Tire os sapatos, coloque as pernas para cima e curta esse improviso do James Banks. (Sempre que ouço esse tipo de som, me vem à lembrança o Bruno Tolentino, todo indignado, entrando no meu quarto, lá na casa da Hilda Hilst, e parafraseando a si mesmo: “Pelo amor de Deus, Yuri, desliga, isso não é música, isso é apenas a música como idéia“…)
Li meu primeiro livro do Li Hongzhi - Zhuan Falun - quando ainda morava em Campinas-SP. Nele, Hongzhi explica, entre diversos outros temas, como o budismo foi desenraizado da China continental pelo assassinato sistemático de praticamente todos os mestres budistas. O comunismo pretendia, através da eliminação da cadeia mestre-discípulo, eliminar da face da Terra uma das tradições esotérico-religiosas mais antigas. Daí o espanto do governo chinês ao surgir um homem que se auto-intitula o restaurador do budismo tradicional, um homem que atrai milhões de “praticantes” e “cultivadores” para as fileiras da Falun Gong. (Já escrevi sobre a Falun Gong neste outro artigo.)
(Continua…)
Cannonball Adderley “Somethin’ Else” || Jack Teagarden “Basin Street Blues” || Jimmy Smith “The Preacher” || Charlie Parker “Just Friends” || Chet Baker “Someone To Watch Over Me” || Count Basie “Corner Pocket”
(Clique no play, depois novamente no pause. Aguarde alguns instantes e volte a clicar no play. Assim vc dará tempo para baixar parte do arquivo e a música não sofrerá interrupções.)
Já que estamos nos aproximando das enchentes de São José (19 de Março), o negócio é ir cantarolando desde já a canção apropriada. Para tanto, acompanhe esse video-clip genial do Cartoon Network.
O documentário citado pelo Pedro Novaes num post anterior (via O Indivíduo) - Che: anatomía de un mito - já está disponível no You Tube. Segundo pude averigüar, el Che não era nada mais nada menos que um, digamos, hippie do mal: não gostava de tomar banho, perambulava ao léu pelo mundo e adorava executar pessoalmente - com muita ternura, claro - não apenas os inimigos da revolução mas principalmente seus desafetos políticos, isto é, boa parte de seus ex-companheiros. Apenas antes da tomada de Havana, executou com tiros na nuca - e até pelas costas - mais de duzentas pessoas, ou seja, quase o mesmo número de “subversivos” mortos por TODO o exército brasileiro durante toda a ditadura militar. Ah, aquele cabeludo-barbudo-hippie-do-mal! Coitado, deve estar abraçando o capeta até hoje…
Já neste outro vídeo, vemos que ele é que era um soldado do Império, um enviado de Darth Vader infiltrado no planeta…
(Continua…)