Mulher do padre
Pra mim, quem não lê as colunas semanais do Olavo de Carvalho é mulher do padre. E olha que, de fato, conheço alguns padres nem um pouco celibatários…
Pra mim, quem não lê as colunas semanais do Olavo de Carvalho é mulher do padre. E olha que, de fato, conheço alguns padres nem um pouco celibatários…
A comunidade que fiz, no Orkut, para meu livro “A Tragicomédia Acadêmica” está com 256 membros. Obrigado a todos pelo apoio.
Agora vc já pode descobrir - com a Calculadora do Imposto - quanto o Estado papa da sua grana.
“It’s man against machine. The machines are hunting for us, and will deliver a fatal payload of spam when they catch us. InstantReplay has joined the blogospheric war against email address-harvesting bots by adding a SpamPoison button. Sexy, isn’t it? Just like the Matrix.”
InstantReplay
Só hoje, quase um ano depois, li esse artigo do JB, onde, entre outros comentários, há a reclamação do secretário-Geral da ONU, Kofi Annan, de que “quase 70% dos portais de internet estão em inglês, com o que ficam excluídos pontos de vista e vozes locais”. Bem. como será difícil colocar em votação qual língua deveria ser a principal - sem o sistema de colegiado norte-americano os chineses venceriam - fica aqui a minha idéia: por que não obrigar todos os sites a serem escritos em latim? Cada um…
O interessante do Gmail é que o robot da Google usa o texto dos emails para direcionar sua discreta publicidade. Estive conversando com o Partor Carl - do site Believe (excelente, fala de toda religião e seita conhecida)- e ele me falava de como o Livro de Urântia, para ele, não passa de uma ótima ficção científica. Pronto, aí vem o Gmail com a propaganda desse Como escrever um livro em 28 dias… Hum, tem até um método conhecido como “mega quick character creation”(Tabajara?).
Cada um…
Nunca pensei que, sendo um heterossexual pra lá de convicto, os homens de pinto pequeno me causariam tamanho transtorno. Só hoje já deletei 62 comentários neste blog - que estavam à espera de aprovação (valeu, Movable Type 3.01D!) - que não eram senão propagandas de sites cujos produtos prometem aumentar o dito cujo carcará sanguinolento. Haja paciência. O comentário mais peculiar dizia assim: “get the pennis you deserve” (”consiga o pênis que vc merece”). Pode? Ninguém - que esteja satisfeito - merece.
“A América meridional alemã nos proporcionará, na zona temperada, um espaço de colonização onde nossos emigrantes conservarão sua língua e autonomia. Exigiremos, porém, que o alemão seja ensinado nas escolas como segunda língua. O Sul do Brasil, o Paraguai e o Uruguai são países de cultura alemã. O alemão passará a ser a língua nacional.”
(Otto R. Tannenberg, 1911.)
“Criaremos no Brasil uma nova Alemanha. Encontraremos lá tudo de que necessitamos.”
(Adolf Hitler, 1933.)
“Uma vez caído o Brasil, o continente sul-americano será nosso.”
(Juan Domingo Perón, simpatizante de Hitler, 1943.)
Fonte: Nossa História, Nº12.
Embora a única e verdadeira religião não seja senão a relação pessoal e direta de cada criatura com o Criador, não custa nada dar uma checada nas mil e uma formas em que já tentaram cristalizá-la. Para tanto, este site é o mais completo que já vi até agora. Em inglês.
E o Larry Rohter ataca novamente.
Desta vez, pegando o mote da má vontade do governo brasileiro para com a inspeção de sua produção de urânio enriquecido, ele fala do nosso “Complexo de vira-latas” - termo cunhado por Nelson Rodrigues -, e ainda explica para o americano o que é “jeitinho” e “driblar”. (Sem falar que afirma que a tecnologia não é nossa, mas dos alemães.) Pô, o cara tá nos fazendo o maior favor com essa sua hermenêutica do brasileiro. Finalmente seremos entendidos pelos gringos. (Principalmente se o Lula ameaçá-lo de novo.)
Enquanto a eleição no site BetaVote.com dava a vitória de Kerry por 88% dos votos mundiais, a eleição americana, de fato, chegou à vitória de Bush por 51% dos votos. O que mostra que o Olavo estava certo ao afirmar que o resto do mundo, ao utilizar as fontes erradas - tipo New York Times - não tinha a menor idéia do que realmente se passava pela cabeça dos americanos.
Não é à toa a Google estar indo de vento em popa. O Gmail é o melhor webmail que já usei. Mudanças sutis deixaram a mesmice dos programas similares de lado, facilitando muito a forma de organizar mensagens, de saber a quantas anda aquela “conversa” por email, de organizar contatos, etc. Muito bom. Sem falar no 1Gigabyte de espaço e na facilidade que é exportar a lista de contatos do Orkut e importá-la no Gmail. (Na verdade, tão fácil quanto importar do Outlook.)
Certa vez Paulo Francis disse que era incrível a falta de interesse dos intelectuais contemporâneos em discorrer sobre a existência de Deus. Segundo ele, ninguém mais parecia preocupar-se com… essas coisas. Mas encontrei uma discussão interessante proposta pelo professor de Harvard Dr. Armand Nicholi Jr., que contrapõe as argumentações de Freud e C.S. Lewis sobre o tema. Está tudo no site The Question of God. Vale a visita.
Ai ai, o Orkut é uma coisa esquisita que pode sugar nosso precioso tempo. Daria pra ler todo um livro enquanto se “navega” pelas comunidades literárias. E como se isso não bastasse, agora me convidam pra participar do Link, o “orkut” do jornal O Estado de São Paulo. E eu aceitei!!! Fazer o quê? Vida é relação (vide Krishnamurti). Valeu, Rodrigo!
Continuo recebendo emails - repetidos, vale dizer - de usuários da Bol que não consigo responder: minha mensagem retorna. (Já te respondi ene vezes “Vini-Oliveira”, inclusive li seu conto.) Se eu fosse vocês trocava para o Yahoo (100Mb) - ou para o Gmail (1000Mb), que é ótimo. Essa Bol é uma boa porcaria, a caixa-postal está sempre cheia e o dono da conta fica pensando que está sendo ignorado pelo remetente. {}’s
“Quem afirma que ‘o primeiro dever do jornalismo é a crítica do poder, onde quer que ele se manifeste -na política, na economia, nos negócios’, não pode, por princípio, manter com ele uma relação promíscua e proveitosa, sob o risco de ser desmoralizado. Essa é a primeira razão, não a única, pela qual o jornalista Mino Carta há muito tempo não pode e não deve ser levado a sério.”
Fernando de Barros e Silva, hoje, na Folha de SP.
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