Universal Conjugator
Esse Logos Universal Conjugator - que não é da Tabajara, mas da Verba.org - é uma mão na roda…
Esse Logos Universal Conjugator - que não é da Tabajara, mas da Verba.org - é uma mão na roda…
Outra questão que poderia ser levantada é o possível papel - em constante atualização - da Internet enquanto veículo de uma “esfera pública”. Quando escreveu seu livro (anos 1950), Hannah Arendt conhecia o crescente isolamento dos indivíduos na sociedade moderna, mas, tal como muitos autores de ficção científica, a quem ela dedica respeito, tampouco conseguiu prever o advento da “rede mundial de comunicação”. Embora a Internet ainda seja um mero campo onde brotam, aqui e ali, arremedos mais ou menos relevantes de “esferas públicas”, no futuro, talvez não tão distante, ela é bem capaz de abrigar ou ao menos propiciar o surgimento da verdadeira “esfera pública” mundial. Não é difícil imaginar assembléias de debates realizadas em grandes arenas - reais ou virtuais - interconectadas mundo afora como numa gigantesca video-conferência. A democracia pode ser representativa, mas a palavra e o testemunho devem ser de todos.
Segundo o jornalista Cláudio Humberto, “são expulsos da comunidade do PT, no Orkut, os que criticam o partido e os desmandos do governo Lula. É o jeito petista de ser democrático.”
Como já disse anteriormente, preteri o Movable Type em favor - já me decidi, como é óbvio - do Wordpress. (O MT sobrecarregava a CPU do servidor, etc.) O WP, além de ser mais simples no trato, possui mais recursos, plugins e suporte que o b2evolution. Embora o MT ainda tenha o template mais fácil de se lidar, creio que não me sairei mal com este aqui. Por enquanto estou satisfeito. Só falta dar ao blog a cara do site.
Pensei que não fosse mais largar o Crystal FTP, mas o FileZilla é mesmo uma beleza. E é freeware.
No site da Keyhole, a empresa comprada pela Google, há mil e uma dicas de lugares para “visitar” através do programa Google Earth. Há desde bunkers da Segunda Guerra Mundial até o cemitério onde está enterrado H.P.Lovecraft, passando pelas mansões e ilhas particulares de celebridades. Ao encontrar um ítem de interesse no site da Keyhole, execute o Google Earth e, no site, clique em Anexo (attachment) para baixar o link. E boa viagem.
Criei uma comunidade no Orkut relacionada ao programa Google Earth, que manipula imagens de satélite de todo o planeta. A idéia é trocar coordenadas geográficas de curiosas formações naturais ou de indefinidas construções humanas. Como exemplo, dou as coordenadas para as Pirâmides do Egito (29d58′45.97″N, 31d08′02.26″E) e para as ruínas da UnB (15d46′22.15″S, 47d51′11.20″W), isto é, as ruínas de uma obra - provavelmente superfaturada - que não chegou a ser terminada por ter sido invadida pelas águas do lago Paranoá. (Os estudantes malucos da UnB a conhecem muito bem.) Em outros países as ruínas costumam ser indícios de civilizações antigas. No Brasil, provam a incompetência e a roubalheira de todos os governos contemporâneos…
E para encerrar essa babação de ovo a respeito dos serviços da Google, sugiro ainda uma visita ao Google Video Search. E, caso queira subir seus próprios videos, basta se cadastrar no Google Video Upload Program e instalar o software indicado. Ótimo para quem esteja interessado em divulgar seus documentários, animações e curta-metragens.
E se a Google realmente criar, até o fim do ano, seu próprio sistema de pagamentos, o Paypal estará com os dias contados. Com a proximidade do tubarão, o peixinho deve estar se borrando. Espero que resolvam logo suas diferenças, pois pretendo usar o Google Adsense, que não tem convênio com o PayPal…
E a Google deu um passo além do Google Maps e lançou o Google Earth, um programa que permite ver imagens em 3D da superfície de todo o planeta. Você pode “voar” desde a órbita da Terra até as ruas de uma cidade qualquer. E ainda há uma versão (não-gratuita) que também utiliza o sistema GPS, unindo o útil ao agradável. É mole?
Um certo Renato Pompeu está escrevendo um suposto romance eletrônico chamado O Poder Virtual. Leia algumas das entradas do blog - é isso o que o tal romance na verdade é - e me diga: onde está a literatura? Trata-se, na verdade, de um blog como outro qualquer (como este inclusive) a discorrer sobre sites e informações pescadas online. Só porque há o pretexto fictício de que é um louco internado quem navega na Internet rotula-se o tal weblog de romance. Muito engraçado. Imprima o que ali está em forma de brochura e veja se a leitura se sustenta. Duvido. Eu não sou um bom escritor, mas… puts, otário é a vovozinha.
É deprimente não haver um dicionário etimológico online da língua portuguesa. Enquanto isso, vamos nos contentando com o Online Etymology Dictionary. Entre nós, a tal “democratização do conhecimento” é apenas uma figura de linguagem. E o que tem de sanguessuga nas universidades coçando o saco… puts, sem comentários.
Você sabe como se escreve seu nome em chinês? O meu é assim:
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E o mundo virtual assiste ao início de três grandes batalhas: sites de jornalismo de contéudo fechado (The New York Times) contra os de conteúdo aberto (BBC); BMR e ACAM contra Creative Commons; e, finalmente, Googleputer contra MicrosoftTV. Façam as apostas.
O Pedro Novaes me enviou essa matéria do New York Times sobre o impacto dos blogs, emails e chats no cotidiano chinês. Mais de 100 milhões de chineses estão plugados na rede, logo, quem sabe onde estão as feridas do Partido Comunista está aproveitando a audiência e metendo o dedo virtual nas maledetas. Diversos crimes estão sendo denunciados, muitas perguntas impertinentes estão sendo feitas. A liberdade agradece.
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