Águas de Março
Já que estamos nos aproximando das enchentes de São José (19 de Março), o negócio é ir cantarolando desde já a canção apropriada. Para tanto, acompanhe esse video-clip genial do Cartoon Network.
Já que estamos nos aproximando das enchentes de São José (19 de Março), o negócio é ir cantarolando desde já a canção apropriada. Para tanto, acompanhe esse video-clip genial do Cartoon Network.
Eis uma amostra da charge intitulada Seção Bum! Bum! - Mad vê os bastidores de um acampamento de terroristas (Sergio Aragones/Lou Silverstone), publicada na página central da revista Mad Nº26 de Janeiro de 1987. (Sim, eu costumava comprar a Mad nos anos 80.)

Não é super atual? Para ver a charge completa, clique aqui. (A imagem tem 800Kb.)
Já que a Tati entrou lá no Livro de Visitas dizendo que não encontrou aqui nenhuma homenagem ao Dia da Mulher - os demais devem ser dos homens (ou será que há um Dia do Homem e ninguém me avisou?) - então segue minha homenagem, na verdade, apenas um conselho dado por adolescentes às suas companheiras de gênero. (Eu não tenho nada a ver com isso, até apaguei os olhos delas, conforme se faz com fotos de menores de idade.)

Algo me diz que elas estão dizendo: controlem-se, garotas! (Bem, o nome da imagem é naodounaodounaodou.jpg.) Devem ter assistido ao Match Point, do Woody Allen…

Sim, eu desci do meu carro e atravessei uma avenida movimentada só para tirar essa foto.
Veja, no Digital Devil Story, mais uma boa sequência de cartuns sobre essa confa islâmica.

Este avião é que deveria ter sido comprado para o Lula e para sua comitiva. Aposto que teria sido muito mais barato. Sem falar que eles se divertiriam muito mais num desses périplos pela África. E nós também.

Diz o líder islâmico a respeito de seus militantes:
“Receio já não termos nenhum controle sobre eles.”
Responde o líder ocidental a respeito dos cartunistas:
“Idem.”
E os caras continuam mexendo na casa dos marimbondos barbudos. Agora estão divulgando essa filmagem duma rave islâmica…

…apenas mais um líder alienado.
Até hoje eu só criei um único verbete para a Wikipedia. Adivinhe qual? Isso, aquele que trata da minha sister Hilda Hilst. Não fiz mais nenhum porque o serviço me pareceu um trabalho para intelectuais aposentados, com a vida ganha e, como eu ainda estou com a vida perdida, adiarei mais alguns anos até me sentir preparado para uma contribuição mais sistemática.
Mas não é que há essa Desenciclopédia (Uncyclopedia), uma paródia da Wikipedia, que pode ser bem divertida de se participar? (Continua…)
Quem ainda não assistiu então assista ao excelente filme do Spike Lee The Original Kings of Comedy, um documentário sobre impagáveis comediantes stand up dos quais nunca havia ouvido falar: Steve Harvey, D.L. Hughley, Cedric the Entertainer e Bernie Mac. Não me esqueço de dois temas abordados por um deles: o porquê de o termo motherfucker ser de uso imprescindível e a diferença entre se criar filhos hoje em dia e antigamente. E o figura fala sobre como apanhava da avó por interromper uma conversa de adultos - que não falavam senão de cenouras e repolho - e de como atualmente seus sobrinhos de 3, 4 e 6 anos de idade o desafiam e enfrentam, sendo a menina de três a líder da gangue. Ele, claro, morre de saudades da época em que os adultos tinham autoridade e podiam dar uma surra nas crianças.
Outra coisa: é interessante notar como certas piadas que contam sobre negros levariam qualquer comediante americano branco diretamente ao tribunal ou ao cemitério. Falam coisas que todos pensam - ou vêem - mas não têm coragem de dizer. (Afinal, possuem um salvo-conduto na cor da pele.) Enfim, os caras são ótimos.
João fechou os olhos e decidiu. Levantou-se da cama com cuidado e caminhou até o armário. Abriu a porta, examinou um pouco o interior no escuro e entrou. Era quase de manhã. Antonieta chegou a acordar com um ruído. Viu o marido andando e voltou a dormir.
“Ai, meu Deus!!!!”, disse Antonieta ao abrir a porta do armário. “Quer me matar de susto!!! Pensei que fosse um rato.”
“Tá maluca, mulher. E eu lá tenho cara de rato?”
“Sei lá. Só vi algo se mexendo entre as roupas… Mas Jo-ão (ela sempre pronunciava o nome do marido assim, pausadamente), o que você tá fazendo aí??”
“Resolvi entrar. Não sei, me enchi do que tem aí fora.”
“E vai ficar aí dentro pra sempre?”
(Continua…)
Graças ao meu pai, ouço Juca Chaves desde criança. O que só aumenta minha vergonha diante da gafe que cometi para com ele. Recebi uma mp3 por email meses atrás - Cagar é bom -, dei muita risada da paródia ao João Gilberto e, sentindo que a voz poderia não ser do Juca, fiz uma rápida pesquisa na internet. O site Letras.mus.br, do portal Terra, me confirmou, pois, a “autenticidade”: a música era mesmo do Juca Chaves. Escrevi-lhe solicitando autorização para colocar aqui o mp3. E, hoje, cinco meses mais tarde, ele finalmente me responde - super delicado e atencioso - dizendo que a gravação não é dele, que não faz paródias, senão sátiras, e que não usa termos “assim tão chulos” em suas canções. Puts, eu podia dormir sem essa… É como elogiar um escritor que se admira há anos, diante dele, pelo romance dum outro. Pesquisando mais acuradamente, encontro ainda duas versões do autor: no site Mundo Bizarro, “Jactânsio Bazófio” afirma que a paródia é de Rogério Skylab. Mas, finalmente, descubro que é, sim, do Laert Sarrumor, do Língua de Trapo. Será que agora alguém me dará permissão para divulgá-la? (Ai, quanta frescura da minha parte!)
(Qualquer problema aí, Laert, fale comigo e eu retiro a música do site, ok? Agora deixa eu voltar às Confissões de Santo Agostinho…)
P.S.: Recebi este email do Laert Sarrumor: (Continua…)
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