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Friday, 21 de September de 2007

Uma palestra no Second Life



Esta foto dá uma idéia de como é uma palestra no Second Life. Os avatares se sentam no anfiteatro e assistem às apresentações em Power Point, além, é claro, de ouvir a voz do palestrante ao vivo (ou, como se diz no internetês, em “tempo-real”), graças às facilidades do Voice Chat.

Sim, alguém aí pode se levantar e dizer: “Para quê isso? Já dá para acompanhar, por exemplo, ao Olavo de Carvalho ao vivo no seu programa True Outspeak, e com a mesma possibilidade de lhe fazer perguntas. Para que essa bobagem com bonequinhos?” A diferença é que, no Second Life, a gente consegue ver quantos são esses ouvintes, quem são e, após a palestra, trocar idéias, contatos e iniciar novas discussões, uma vez que o Voice Chat é capaz de comportar todas as vozes presentes. E mais: fiz o teste e sei que dá para gravar esses diálogos com o Audacity. Depois, basta subir o arquivo de áudio para algum site ou, o que me parece melhor, convertê-lo em vídeo, usando as fotos da palestra como um slideshow, e colocá-lo em seguida no You Tube.

Vale lembrar que, sempre que algum livro, artigo ou site é citado, basta escrever seu título ou endereço no chat de texto, durante a própria palestra com o Voice, e esses dados ficam guardados no histórico do seu SL.

Mas tudo isso, obviamente, é só para quem gosta de “joguinhos” de computador…

(Se eu tivesse grana para bancar uma área, criaria minha própria universidade virtual. Já tenho até a lista de professores a serem convidados…)

Friday, 14 de September de 2007

Efeitos do Second Life… o retorno

yuri vieira, 8:25 am
Filed under: Humor, Podcast e videos, Second Life, software
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Este vídeo é em homenagem ao Daniel, que não percebe que o Second Life apenas deixa as pessoas muito mais inteligentes e com o comportamento mais normal do mundo…

Saturday, 4 de August de 2007

Prática de conversação online

yuri vieira, 5:48 pm
Filed under: Second Life, software, tecnologia
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Apenas para avisar aos poucos que se interessam por tecnologias revolucionárias: o Second Life agora tem Voice Chat, isto é, você pode bater-papo nas mais diversas línguas sem tirar a bunda da cadeira. Sim, você pode treinar seu ouvido e sua dicção com pessoas que vai encontrando ao acaso. Sem falar que, agora, as palestras e discussões literárias, políticas e filosóficas ficarão mais dinâmicas. (Antes só o palestrante tinha acesso à transmissão de áudio, as perguntas eram feitas por escrito.) Como também há o recurso do chat comum, sempre que você não entender algo, seu interlocutor pode - como diziam lá no Equador - “dibujar” pra você, colocar tudo em letras de forma. Uma ótima escola de línguas para autodidatas. (Agora só falta a força de vontade.)

Aliás, cá entre nós, a técnica de aprender idiomas fazendo sexo - aprimorada por Sir Richard Francis Burton no século XIX - terá agora toda a segurança da virtualidade. Brave New World

Saturday, 14 de July de 2007

Meu livro no Flashpaper

Você conhece o Macromedia Flashpaper? Achei esse programa simplesmente genial. Você pode embutir um livro inteiro em seu site ou blog. Através da barra de ferramentas, é possível ampliá-lo e ocupar toda a tela do navegador, imprimi-lo, fazer buscas, etc. Muy bueno.


Friday, 18 de May de 2007

Emagreça em três minutos e meio

yuri vieira (SSi), 2:40 pm
Filed under: Podcast e videos, fotografia, software
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Essa gente fica enviando spam ao meu orkut, sugerindo mil “técnicas” de emagrecimento - logo eu, que preciso engordar - mas nenhuma delas há de ser tão boa quanto a deste vídeo.

Monday, 19 de March de 2007

O futuro da Internet

yuri vieira, 11:34 am
Filed under: Imprensa, Second Life, internet, software, tecnologia
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Da matéria de capa da revista Época #461, A segunda vida da Internet, assinada por Eduardo Vieira (meu parente?):

“Pode parecer uma brincadeira para alguns, mas tenho a sensação de que estamos diante do futuro da Internet. O Second Life torna possível fazer tudo o que já fazemos na web, mas de uma maneira mais amigável.”

(Sam Palmisano, presidente mundial da IBM)

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“O Second Life é um exemplo de inovação dos programas de interação entre homens e máquinas. A interface em três dimensões é o futuro da internet. Ela vai provocar uma revolução tão grande quanto a própria criação da World Wide Web. (…) Hoje, se eu quiser, posso comprar uma carruagem e dois cavalos. Mas sei que andar de carro é mais eficiente. Quem vive no Second Life tem exatamente essa sensação. De que, no fundo, está um passo à frente dos outros.”

(Theodor Nelson, professor da Universidade de Oxford, criador dos conceitos de hipertexto e hipermídia nos anos 1960.)

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“O Second Life é um mundo em que tudo é possível. E um universo como esse merece dedicação intelectual integral.”

(Henry Jenkins, professor de Estudos de Mídia do MIT)

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“O impacto do Second Life é semelhante ao do videocassete nos anos 80 e ao da web nos 90.”

(Irving Wladawsky-Berger, vice-presidente de Estratégias da IBM.)

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“O Second Life é só o começo de uma onda de realidade virtual que vai inundar nossa vida.”

(Professor Silvio Meira, fundador do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.)

Em suma, não sou o único a achar a mesma coisa, não sou o único a clicar com tanta insistência no mesmo ícone. Tenho falado isso repetidas vezes, tanto no blog quanto entre amigos, desde Setembro de 2006, quando “nasci” no SL. “O bicho é revolucionário”, escrevi em meu primeiro post sobre o SL. Mas as pessoas se limitam a responder com sorrisinhos, como quem sente peninha de um maluco. É o que dá não ser professor de Oxford, do MIT, presidente da IBM ou coisas assim. Às vezes é preciso lembrar às pessoas que “ter visão” não é algo entranhado com títulos e cargos. Basta abrir os olhos sem preconceitos. O 3D, via internet, já chegou e o SL é o primeiro capítulo dessa nova fase.

Aliás, a reportagem da revista Época é a primeira abordagem brasileira sobre o assunto a não se restringir ao sensacionalismo (”cuidado com o vício!”, “não troque uma realidade por outra!”, “joguinho novo na área!”, etc.) ou àquela visão a là papai-mamãe que observa o filhinho jogar RPG sem ter a menor noção do que se trata. Tanto que há um depoimento bastante bem humorado do jornalista Marcelo Zorzanelli sobre sua experiência com a “segunda vida”, onde ele confessa que “vagabundeou”, trabalhou como segurança de boate, transou e que, se chorou ou se sofreu, o importante é que emoções ele viveu… (Aposto que ele não conseguirá largar mais, hehehe.)

Thursday, 15 de February de 2007

Depois do Fantástico…

yuri vieira, 4:18 am
Filed under: Imprensa, Mídia, Second Life, software
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Quando entrei na comunidade orkutiana Second Life Brasil, em Setembro ou Outubro de 2006, ela não tinha sequer 300 pessoas. Até o final da semana passada, já havia alcançado 5000 membros. E, então, após a reportagem do Fantástico do último domingo, saltou para 11.163 membros. Acho que essa nova leva de brasileiros explica o surgimento dos primeiros mendigos virtuais…

mendigo.jpg

Friday, 22 de December de 2006

Machinima

yuri vieira, 3:42 pm
Filed under: Games, Second Life, cinema, software, tecnologia
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Você está cansado de buscar um ator com aquele tipo físico específico? Seu roteiro possui demasiados figurinos, locações e efeitos especiais que levam o valor do orçamento à estratosfera? Você acredita que seu argumento até daria uma boa animação, mas não sabe desenhar e modelar em 3D lá muito bem e quem sabe fazê-lo não quer ouvir suas minguada$ idéia$? Seus problemas acabaram! Basta usar o Machinima, um processo que se aproveita do ambiente de diversos tipos de jogos para PC, incluindo o Second Life (que não é um jogo), tornando possível a execução de cenas inteiras, totalmente dirigidas por vc (marcação dos personagens, planos, movimentação de câmera, etc.), e sem o drama da necessidade de grandes períodos de renderização.

Assista a diversos filmes e trailers neste site.

Uma introdução ao Machinima feito com o Machinima:

Já existe inclusive um festival que premia diversas categorias:

Este vídeo, por exemplo, já foi assistido 2.995.094 vezes no You Tube. São regras de etiqueta para o banheiro masculino:

Procure por mais vídeos feitos com o Machinima no You Tube.

Wednesday, 20 de December de 2006

Sobre o podcast com o Olavo

yuri vieira, 11:25 pm
Filed under: Avisos, Podcast e videos, livros, software
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Tenho recebido muitos emails indagando a respeito da continuação do podcast com o Olavo de Carvalho. A alguns respondi, à maioria deixei em espera, mas vejo que será melhor esclarecer aqui o problema. Conforme disse num post anterior, tenho sim um bate-papo já gravado, que ainda não pude editar apenas porque a atualização do meu Windows, que é original (droga!), está entrando em conflito com meus programas de edição de áudio e de som. Tentei reinstalá-los algumas vezes, mas o defeito sempre retorna e os programas travam. Não estou nem um pouquinho afim de reformatar o HD ou de soluções drásticas do gênero, das quais corro como o diabo da cruz. O pior é que essa última gravação ficou com um chiado horrível durante as minhas falas, uma vez que o Windows também prejudicou o Voice Changer, o software de gravação que utilizo. Enfim, embananou tudo, o que, somado a outras questões de ordem pessoal e/ou profissional, me fez adiar o prosseguimento deste projeto sem uma noção exata de prazos. Isto não me abalou muito porque tal situação coincidiu com o lançamento da rádio online do Olavo, o que significa que o objetivo básico foi alcançado: ter sido um estímulo a mais para que ele se decidisse por soltar o verbo, de viva voz, através da internet. Claro, ainda pretendo retomar nossas conversas, mas sem correrias. Eu e o Olavo estamos concordes em que essas gravações foram apenas uma amostra do que ainda poderá vir.

Meus agradecimentos a todos os interessados e me desculpe se não pude responder a todos pessoalmente.

Monday, 9 de October de 2006

A lousa do MIT

yuri vieira (SSi), 10:32 pm
Filed under: Educação, software, tecnologia
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Bom, eu acho que muita gente ainda continuaria babando durante uma aula de Mecânica…

Thursday, 28 de September de 2006

Ainda o Second Life (um esboço de artigo)

O aspecto revolucionário do Second Life está em seu potencial, não naquilo que ele já é. Há três anos, entrei num “mundinho virtual” que imagino tenha sido o próprio. Era apenas um chat com “bonequinhos”, uma chatice de tão lento e tosco. Nada além disso. Mas, conforme avança a tecnologia, conforme aumenta a capacidade de processamento dos computadores servidores e clientes, conforme aumenta a velocidade da transmissão de dados, a coisa vai assumindo proporções espantosas. Hoje, um arquiteto já pode comprar um terreno ali e reconstruir virtualmente todos os seus projetos já realizados em vida, um condomínio, com casas planejadas apenas por ele, que pode ser seu portfolio profissional, seu mostruário. “Ah, você quer conhecer meu trabalho? Visite meu bairro: ‘arquiteto fulano (123, 87, 67)’”. E pronto. Um decorador pode se associar ao arquiteto e botar mãos à obra. Artistas plásticos (olha a chance dos escultores) e fotógrafos expõe seus trabalhos. Salas de cinema virtuais exibem filmes de verdade. (Já imaginou? Um festival de cinema ali dentro? Com entrega de prêmios e tudo mais?) A exposição de trabalhos em 2D pode parecer redundante, afinal, a internet já tem tudo desse campo. Mas o louco do Second Life é que ele reforça a ação do acaso no relacionamento virtual. Na internet, em geral, as pessoas saem pesquisando o perfil uma das outras no Orkut, ou através de blogs, e já entram em contato com o próximo condicionadas por aquilo que acreditam saber dele. No Second Life, não. Você encontra os demais como quem se esbarra na rua com um desconhecido e, sem qualquer razão que não seja a pura cortesia, troca com ele uma idéia. Amizades podem sair daí. Sociedades. Parcerias. “Ei, vai rolar um vernissage agora, vamos?” E vocês saem voando juntos.

Uma das coisas mais interessantes no Second Life é sua semelhança com os sonhos e projeções astrais. Para quem não vê o mundo como eu vejo, isso pode soar como uma grande besteira. Então apenas esqueça tudo o que já ouviu a respeito desses “esoterismos” e entenda: agora você poderá experimentar, em grau menor, o que certos místicos afirmam experimentar, a saber, o relacionamento com pessoas reais num ambiente onde tudo o que é imaginável é também possível. Sim, é virtual, é ilusão, a maya da Maya, mas as pessoas são reais e também as reações delas a suas ações. O sentimento de vergonha existe ali dentro, você se sente embaraçado ao cometer uma gafe em público e há aquela mesma timidez de sempre ao se aproximar duma “mulher bonita” pra puxar conversa. Retorna aqui toda aquela metáfora do mundo da Matrix no tocante a esse mundo real. Tal como num RPG, ou num simulador de vôo, é possível ter experiências ali dentro que nos aprimorem. Não importa se o mundo é feito da mesma matéria dos sonhos ou da mesma matéria dos pixels, os espíritos são os mesmos e não importa o meio que usam para se manifestar. Sem falar que Freud está ali o tempo todo: você pode expressar seus desejos mais recalcados. Daí toda a perversão que também existe no Second Life. Tal como colocou Swedenborg ao falar da vida após a morte, nessa realidade virtual cada qual se encaminha até as regiões com a qual se sente mais afim. Você pode ter ótimos diálogos, aprender outras línguas, ir a saraus de poesia, passar a tarde inteira fazendo compras, procurar um “emprego” ou expor seu trabalho, explorar sozinho ou acompanhado as curiosidades daquele mundo ou simplesmente ficar num inferninho de sexo explícito. Você é quem sabe.

Enfim, há muito o que falar sobre mais esse “fenômeno da internet”. Mas deixarei isso a cargo do Yuri Chandra, meu avatar no sistema, uma mistura daquelas coisas lindas que eu imagino ser com aquelas horríveis que trago em mim, o meu Mister Hyde pessoal.

Friday, 8 de September de 2006

Second Life

yuri vieira, 5:47 pm
Filed under: Avisos, Mídia, Second Life, internet, software, tecnologia
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Amigos, ando meio sumido porque tomei a pílula vermelha e fui tragado pela realidade virtual do Second Life. Aguardem fotos e crônicas a respeito. O bicho é revolucionário…

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Clique aqui
e leia mais sobre o Second Life.

Saturday, 2 de September de 2006

BugMeNot

yuri vieira, 11:19 am
Filed under: internet, sites, software
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Ah, o submundo internético tem sempre uma novidade. Eu não conhecia essa extensão para Firefox, o BugMeNot, um aplicativo que, ao se navegar em qualquer site que exija assinatura, buscará em seu banco de dados online uma senha e um nome de usuário fornecido por algum hacker. E pronto, passe-livre. O preferido é o site do IMDB, que, para quem assina, permite o acesso aos contatos de atores, diretores e demais profissionais do cinema mundial.

Writely

yuri vieira, 9:43 am
Filed under: internet, software
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E o Writely, do qual já falei anteriormente, já está aceitando novas adesões. Trata-se dum editor de textos online, ao estilo do Word, que guarda os documentos no site e que pode ser usado para escrever em colaboração remota. Claro, foi comprado pela Google.

Friday, 1 de September de 2006

Webcam Morpher

yuri vieira, 8:42 pm
Filed under: Humor, internet, software, tecnologia
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Eu já comentei aqui sobre o programa Voice Changer com o qual fiz algumas gravações. (Para quem não sabe, é aquele programa que modifica nossa voz no Messenger, Skype, Google Talk, etc. Escute essas duas sacanagens: aqui e aqui.) Agora a mesma empresa lançou o Webcam Morpher, que faz com que a gente apareça com outras caras e bocas nos comunicadores dotados de webcam, tais como o Messenger e Skype. É possível até fingir ser de outro sexo. Conforme falamos a boca da personagem se mexe, além de ser possível fazê-la rir, entediar-se, fazer caretas, zangar-se e assim por diante. Já fiz minha primeira vítima. Muito engraçado.

Thursday, 31 de August de 2006

Em defesa da Google e do Orkut

yuri vieira, 9:43 pm
Filed under: Cotidiano, Mídia, Política, internet, software
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Eu acho uma palhaçada essa pressão do Ministério Público sobre a Google. Porque há gente entre nosso povo que age como um bando de pervertidos, babacas e criminosos, o MP acha que a empresa é que tem de pagar o pato. Sem falar na burrice que é violar a privacidade de gente que jamais deixaria dados verídicos no sistema. Números de IP? A maioria é dinâmico, de pouco adiantaria. O Orkut deveria ser uma experiência de autogestão, não um recreio de jardim da infância que precise de bedel para vigiá-lo. Para começar, há regras. E nelas é vedada a participação de menores. Se há menores ali, o problema é dos pais, não do Estado. Essa estupidez de transferir responsabilidades paternas a uma instituição do Estado apenas mostra o grau do nosso atraso sócio-cultural, da nossa monguice congênita.
(Continua…)



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