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Wednesday, 17 de January de 2007

O Apagão das Empreiteiras

pedro novaes, 10:01 am
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Ninguém no país representa melhor o modelo brasileiro de capitalismo que nossas megaempreiteiras: lucros privados-riscos públicos (em todos os sentidos, no caso da cratera do metrô). São elas as herdeiras diretas da rapinagem do patrimônio público iniciada com a primeira capitania.

Elio Gaspari, na Folha de hoje, cita os nomes já mencionados pelo Cláudio Weber Abramo e pelo Daniel aí abaixo.

ELIO GASPARI

O apagão das empreiteiras

O descaso com os familiares dos mortos não teve nada a ver com a chuva. Sem informação, eles viam as viaturas do IML

DEPOIS DO apagão das companhias aéreas, veio o apagão das empreiteiras. As cinco maiores construtoras de obras públicas do país desmoronaram às margens do rio Pinheiros, em São Paulo. Como no caso dos aeroportos, desmoronou a capacidade das empresas de falar sério e de manter uma relação respeitosa com a população.
O consórcio da obra do metrô paulista é formado por cinco empresas de engenharia que juntas faturam anualmente US$ 3,5 bilhões. São gente grande: Odebrecht, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e OAS. Demoraram um dia inteiro para falar do desastre e, quando o fizeram, passaram a responsabilidade às chuvas do Padre Eterno.
Ofendendo a inteligência alheia, disseram também o seguinte:

(Continua…)

Do buracão paulista

daniel christino, 12:58 am
Filed under: Cotidiano, Economia, meio ambiente
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No centro do Brasil está São Paulo e, no centro de São Paulo, um buracão. Como diria o atroz macaco Simão: “O que é o que é? Quanto mais se tira maior fica? O buracão de sampa, rá rá rá”. Quanto mais corpos são retirados do buraco, maior fica a cobertura jornalística. Nem sempre de qualidade. Além de ignorar totalmente a questão ambiental citada pelo Pedro abaixo, ninguém diz o nome dos donos do buracão. Com algum atraso, via blog do Cláudio Weber Abramo

Os responsáveis pela obra do metrô que desabou em São Paulo são as empresas CBPO Engenharia (pertencente à Norberto Odebrecht), Queiroz Galvão, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez.

Trata-se de informação de que o leitor de jornais e o telespectador de telejornais não dispõe. Nesses veículos, fala-se em “Consórcio Linha Amarela”, como se consórcio não tivesse participantes.

Salvo lapso, tampouco vi o nome da pessoa que fala pelo consórcio. Os jornais não dão.

Mais irritante ainda, contudo, é o aparelhamento ideológico do buracão pelos bocós de plantão. Diz aí Tio Rei

Está em curso um esforço cotidiano, incansável, para politizar ou, melhor ainda, partidarizar a questão. E junto vêm os camaradas de sindicatos ligados ao PC do B e ao PSOL para denunciar a ganância capitalista. Boa parte da imprensa também tem ódio ao capitalismo. Seguro, no Brasil, como sabemos, é voar nos céus administrados pelo Estado…

Tudo muito bom, tudo muito lindo. Há gente reclamando maior fiscalização do Estado, um absurdo, lógico, uma vez que fiscalizar, nestes casos, siginifica apenas bater um carimbo. Contudo, não há engano ao se afirmar que a responsabilidade é do tal consórcio. Que eles, então, arquem com o prejuízo. Capitalismo bom é assim.  

Monday, 15 de January de 2007

A cratera do Xico?

pedro novaes, 8:07 am
Filed under: Imprensa, meio ambiente
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José Eli da Veiga, via email, faz algumas perguntas bem interessantes e oportunas sobre a cratera do metrô de São Paulo. Fiume, que tal dar uma explorada no assunto?

Há uma coisa bem estranha na cobertura da imprensa sobre a “cratera” aberta na
beira da Marginal Pinheiros devido ao excesso de risco assumido pelo
consórcio de empreiteiras contratado pelo Metrô: total silêncio sobre o
licenciamento ambiental.

Quando é para dar voz ao lobby dos sindicatos patronais, em sua campanha contra
a ministra Marina Silva, a questão da licença ambiental surge como o principal
“entrave” ao desenvolvimento do Brasil. No entanto, quando surge uma tremenda
barbeiragem, como essa incrível “cratera”, faz-se total silêncio sobre algo que
é básico: a licença ambiental para a obra foi obtida na véspera!

Se algum repórter resolver checar, talvez possa confirmar a seguinte explicação:

O ex-Secretário do Meio Ambiente, professor José Goldemberg, foi cuidadoso com o
pedido. Determinou estudos técnicos, pois havia dúvidas. Valeu o princípio da
precaução. Ao contrário, esse foi o primeiro ato de seu sucessor, o “herói do
agribusiness” Xico Graziano
. Para dar mais agilidade à obra, assinou, sem
qualquer cuidado, o licenciamento da obra. Talvez por ordem superior, mas isso
nunca se saberá…

Por mais errada que possa estar tal explicação, mesmo assim ela chama a atenção
para o fato de haver “dois pesos e duas medidas” no debate sobre a morosidade
dos licenciamentos ambientais. Nem interessa quando se provoca um desastre desse
tipo. Só é importante quando o objetivo é malhar ambientalistas, índios,
quilombolas e a Dona Marina Silva. Ou não?

Friday, 22 de December de 2006

Pegada Ecológica

pedro novaes, 10:43 am
Filed under: meio ambiente
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A questão ambiental anda no centro das atenções da mídia e dos políticos. Nas últimas duas semanas, desde a estúpida declaração do Lula que dizia que, em síntese, o meio ambiente, os quilombolas e os índios eram os culpados pela marcha lenta do desenvolvimento, pululam todos os dias artigos sobre esta relação entre a natureza e os rumos do país na mídia. É claro que o Brasil vem fazendo um planejamento estratégico excelente, que a corrupção é coisa do passado, que a capacidade de investimento do governo é enorme, que o ambiente legal estimula o empreendedorismo e a iniciativa privada, que a carga tributária não onera em nada a produção, que a burocracia é mínima e que a pobreza não limita o mercado consumidor. Enfim, evidentemente, os únicos obstáculos que restam são a legislação ambiental rigorosa demais e a leniência e o paternalismo com alguns índios e pretos.
Diante de tanta sandice, às vezes faz bem mudar o ângulo pelo qual se olha para questão ambiental e tentar enxergar nossa relação individual com os problemas entre homens a natureza. Calcule sua Pegada Ecológica.

Wednesday, 20 de December de 2006

A Natureza… no Second Life

yuri vieira, 8:32 am
Filed under: Humor, Second Life, meio ambiente
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E não é que a natureza prossegue seu ciclo de vida-morte-renascimento dentro do Second Life? Olha essa cena digna do Animal Planet:

Monday, 18 de December de 2006

Lula quer tratorar o que resta da natureza.

paulo paiva, 2:19 pm
Filed under: Política, meio ambiente
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O ambientalismo foi aparelhado por esquerdistas. Nada de Thoreau e Emerson e sim Lenin e Gramsci! A esquerda é especialista em utilizar boas causas para infiltrar sua surrada cartilha coletivizante e destruidora do “padrão moral burguês”. Mas é claro que eles não se importam com o Meio Ambiente! O que importa, ao fim e ao cabo, na hora do “vamos ver” mesmo, é traficar sua cartilha oculta. O resto é meio. A última é que Lula, escudado por seus sequazes, está dizendo por aí que “restrições ambientais” estão “atrapalhando o desenvolvimento”! Não vou falar mais nada. Vejam só o que José Eli da Veiga, orientador de mestrado de nosso amigo Pedro, publicou no Estadão e no Instituto Millenium sobre tal clareza de raciocínio.

O Estado de São Paulo, 09 de dezembro de 2006

Claro que certos investimentos seriam desinibidos pela relaxação de restrições à possibilidade de depredar recursos naturais e de poluir. Tanto quanto outros o seriam pela relaxação de restrições à possibilidade de explorar crianças ou o trabalho forçado. Ou, ainda, pela relaxação de tantas outras instituições criadas no século passado para proteger as pessoas e a natureza da voracidade desse gênero de investidores.

(Continua…)

Saturday, 9 de December de 2006

Tática de Avestruz

pedro novaes, 10:31 am
Filed under: Política, meio ambiente
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Outro dia, como se sabe, “nosso guia” imputou a culpa do não crescimento do país a “índios, quilombolas e ao meio ambiente”, referindo-se a supostos entraves trazidos pela legislação que protege estes grupos humanos e a natureza. Como grande parte do empresariado, faz como avestruz: enfia a cabeça no chão, mas não sai do lugar, preferindo sempre ser atropelado pelas circunstâncias.

Abaixo, artigo de José Eli da Veiga, professor titular da FEA/USP, com seu raciocínio sempre cristalino, na Folha de hoje. Quem for assinante e quiser ler o outro artigo, que responde “sim” à pergunta formulada, está aqui.

TENDÊNCIAS/DEBATES

Para crescer, o Brasil precisa mudar a legislação ambiental?

NÃO

Da ingenuidade à covardia

JOSÉ ELI DA VEIGA

CLARO QUE certos investimentos seriam desinibidos pela relaxação de restrições à possibilidade de depredar recursos naturais e de poluir. Tanto quanto outros o seriam pela relaxação de restrições à possibilidade de explorar crianças ou o trabalho forçado. Ou, ainda, pela relaxação de tantas outras instituições criadas no século passado para proteger as pessoas e a natureza da voracidade desse gênero de investidores.

(Continua…)

Wednesday, 27 de September de 2006

Grilo na cuca

yuri vieira, 7:06 pm
Filed under: Podcast e videos, meio ambiente
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Setembro e Outubro são os meses em que as cigarras e grilos enlouquecem no Centro-oeste do Brasil. E, caso você se coloque em meio à orquestra, enlouquece junto.

Me belisquem

pedro novaes, 7:44 am
Filed under: Política, meio ambiente
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Rapaz, quase não dá pra acreditar, mas parece que é verdade. A Câmara Municipal de São Paulo realmente aprovou o fim de todo o tipo de propaganda externa na cidade: outdoors, bilboards, banners, faixas, letreiros em táxis, ônibus e até aviões. Na mesma leva, os tamanhos de totens e painéis em fachadas de comércio foram significativamente reduzidos. O projeto original do prefeito Gilberto Kassab (PFL) foi tornado ainda mais restritivo pelos vereadores.

As empresas de publicidade estão esperneando. A ver se o judiciário não mela a história e se a Prefeitura realmente fiscalizará.

De tão positivo, nem parece verdade. Aqui o link da matéria na Folha de hoje.

Monday, 25 de September de 2006

Quando a Ecologia Chegou

pedro novaes, 6:31 pm
Filed under: Arte, cinema, meio ambiente
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QEC

A relação entre áreas de proteção à natureza e comunidades locais em países do Terceiro Mundo é algo pra lá de complicado. Qualquer um que conheça nossos parques nacionais e tenha olhos de ver sabe disso. A proteção à natureza por aqui frequentemente tem como efeito colateral prejuízos aos modos de vida e à cultura de inúmeras comunidades locais. A ortodoxia conservacionista leva muitas vezes à geração ou ao aumento da pobreza, em função das restrições impostas a atividades econômicas de subsistência.

Mais recentemente, entretanto, novas formas de pensar a conservação em parceria com estas comunidades têm levado a resultados muito interessantes, tanto para as populações, quanto para a natureza. As reservas extrativistas, surgidas a partir do movimento dos seringueiros na Amazônia, são um modelo absolutamente inovador e brasileiro de conservar a natureza e melhorar a qualidade de vida das populações. Ao invés de tomar sua terra para que o Estado a conserve, faz-se o inverso: asseguram-se a estas populações os direitos sobre o território e elas, com o devido apoio, se encarregam de preservar. (Continua…)

Friday, 22 de September de 2006

Do ócio locomotivo ou Efeitos do Second Life

yuri vieira, 6:48 pm
Filed under: Cotidiano, Second Life, especulativas, interiores, meio ambiente
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Acabo de chegar duma baita caminhada após ter deixado o carro sem combustível numa esquina qualquer dessa cidade. (Nunca ande ao mesmo tempo sem dinheiro e com o marcador escangalhado, um dia sua intuição irá falhar.) A caminhada numa cidade brasileira ordinária traz sempre a mesma paisagem entediante, por mais zen que você seja e por mais que acredite, como Thoreau, que não há lugar deserto o bastante para o poeta. Pouco importa: se você não está numa praia do Rio de Janeiro, no centro antigo de São Paulo, Salvador ou em algum lugar como Ouro Preto, Trancoso ou Parati, desista, entregue-se ao seu ócio locomotico e tente não dormir enquanto caminha, o que, aliás, teria sido excelente hoje. Bocejei tantas vezes que comecei a rir comigo mesmo, imaginando que seria ótimo ter um piloto automático atrás da nuca. Tudo isso porque buscava a terra perdida do Citybank, onde eu deveria - mas não consegui - receber minha grana da publicidade da Google. Não consegui pois, segundo o porteiro do prédio, a atual localização desse banco é um “mistério”. E ele tem razão: até a lista telefônica online traz o endereço e o telefone errados. É nessas horas que a gente fica com vontade de sair divulgando, a plenos pulmões, aquele filme do Mel Brooks: Que droga de vida! Contudo, ainda resta uma esperança. Se o Indiana Jones encontrou a Arca da Aliança, por que eu não poderia encontrar o Citybank? Um dia eu chego lá. Sim, um dia.

Outro pensamento que me assolou durante todo o trajeto foi: qual será a resolução do mundo? Digo, a resolução gráfica, porque é tudo tão bem definido. A gente vê os mínimos detalhes das flores e das árvores, uma coisa fascinante. (Continua…)

Friday, 18 de August de 2006

O Garganta em erupção

As sincronicidades são mesmo fabulosas. O vulcão equatoriano Tungurahua (Garganta de fogo, em quechua) começou a vomitar cascalho, cinza e lava novamente. (Veja no Google Maps.) Aliás, ainda não expliquei o porquê de eu ter usado o nome e a foto desse vulcão no blog, mas qualquer dia o farei. (Há algumas fotos da minha escalada ao dito cujo no meu perfil. Fotos com mais de dez anos.) Pois é, o cume do vulcão, onde estive sentado (veja a foto) e em cuja neve enterrei um papel com uma citação de Nietzsche, já não existe desde 1999, quando explodiu. (A erupção anterior havia sido em 1925.) O fato é que, em 1999, alguns anos depois da minha escalada, eu também sofri algumas explosões internas que não vêm ao caso. Assim como estou novamente prestes a entrar em erupção: - “Não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.” (Ah, essa raça irritável dos homens de letras! Tão cheia de frescuras…)

Enfim, eis os versos nietzscheanos que viraram fumaça:

“Vós outros olhais para cima quando aspirais elevar-vos.
Eu, como estou alto, olho para baixo.
Qual de vós podeis estar alto e rir-vos ao mesmo tempo?
O que escala elevados montes ri-se de todas as tragédias da cena e da vida.”
Zaratustra

No alto do vulcão, pensei com os zíperes do meu anorak North Face que Nietzsche certamente nunca subira ao cume dum “elevado monte”. Ao menos não nos Andes. (Enquanto o Tungurahua tem mais de 5000 metros, o Monte Branco, ponto culminante da Europa, não passa dos 4800 metros.) Do contrário, conheceria o microclima dessas montanhas, que as enche de nuvens, justamente no ápice da aventura, e não nos deixa ver ninguém lá de cima, muito menos rir das cenas da vida. A gente, tanto quanto o vulcão, fica é a ponto de explodir…

Que Deus ilumine o caminho daqueles que ali morreram esta semana. Hermanos, oiga lo que les digo, vivir cerca de un volcán es como vivir con una espada colgada sobre la cabeza… de toda la gente.

Monday, 7 de August de 2006

Contagem regressiva

yuri vieira, 12:29 am
Filed under: Humor, especulativas, extraordinárias, meio ambiente
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Eis a contagem regressiva do Al Gore para o fim do mundo:

Bem, trata-se duma tiração de sarro do radialista Rush Limbaugh, em referência ao alarmismo eco-catastrófico do ex-candidato democrata à presidência dos EUA.

Já o Jucelino Nóbrega da Luz não afirma que o mundo irá acabar. Diz apenas que rolarão mil e uma catástrofes naturais que poderão exterminar até 80% da população mundial e que isso nada tem a ver com degradação ambiental. Parece que é só porque o Riobaldo tinha razão: “viver é muito perigoso”.

Friday, 4 de August de 2006

IBAMA contra agricultores

yuri vieira, 10:38 pm
Filed under: Cotidiano, Política, meio ambiente
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Não interessam se são “humildes”, se fazem agricultura familiar, se são produtivos, empreendedores e assim por diante. Não fazem parte do MST - isto é, não estão do lado da ideologia do governo - então, fora!

Thursday, 6 de July de 2006

O etanol é imoral?

rodrigo fiume, 11:18 pm
Filed under: Ciência, Economia, meio ambiente, tecnologia
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Achei estranha a declaração da Shell que vi na Reuters, até por se tratar da maior comerciante mundial de biocombustíveis. Não sei qual a fatia deste tipo de combustível no mercado internacional, mas tenho certeza de que ainda é bem pequena. É só lembrar das guerras em torno do maldito petróleo. Acho que isso é choradeira de quem não quer largar o osso — o fóssil, no caso. Ou será que usar uva para fabricar vinho (ou cana para fazer cachaça) é algo imoral?

Shell diz que fabricar biocombustíveis com alimentos é imoral

Thursday, 29 de June de 2006

Eita, mundo pequeno!

yuri vieira, 6:09 am
Filed under: Ciência, extraordinárias, meio ambiente
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Recebi essas imagens do amigo Ricardo Azim, de Alto Paraíso. Veja na ordem, isto é, da esquerda para a direita.

(Clique nas imagens para ampliá-las.)



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