The Blower’s Daughter
Sugestão duma amiga: The Blower’s Daughter, de Damien Rice, com cenas do filme Closer.
Sugestão duma amiga: The Blower’s Daughter, de Damien Rice, com cenas do filme Closer.
Nós, do Garganta de Fogo, fizemos uma vaquinha e pagamos alguns milhões de dólares pelo direito de veicular o filme The Wall, de Alan Parker, com Pink Floyd. Desfrutem…
O amigo Paulo Guicheney - que aliás irá compor a trilha sonora do curta-metragem que rodarei com a Cássia Queiroz - enviou este convite para o Concerto de Música Brasileira com a Orquestra Sinfônica Jovem da Educação.
PROGRAMA
Solista: Lorena Aires Felipe
Regente: Eliseu Ferreira
Release:
(Continua…)
Groove Mixers: Morpheus & BuddhaBoy.
1. Wash Your Face / DTO
2. Nag Champa / Deepfried
3. Flow / Sudaka
4. Universal Dub / J. Boogie
5. Newspaper / Dj fuss
6. Whirl Wind / bitstream dream
7. Play / Sudaka
8. Stratosphere (JMD Remix) / DJ Rise
9. You Are / Jacobs Ladder
10. Dawa Zangpo / Sub Dub
11. You’ve Limbs And Baksheesh / Hiss And Buzz
Caso queira se inscrever no podcast dos autores, copie este link e cole no seu iTunes.
Estilo: Downtempo, Nu Jazz, Lounge.
Autor: Joseph Murray
O post do Rodrigo me lembrou imediatamente uma cena de “O Brother, Where Art Thou?(2000)“, dos ótimos Irmãos Cohen! Misturando o Mississipi da Grande Depressão com a Odisséia, o roteiro faz uma salada deliciosa que agrada até àqueles que detestam quando o protagonista começa a cantar sua fala (não é o caso do nosso vitaminado eDitador! “Cantando na Chuva“, Yuri? Que surpresa, heim?!) …
A cena, que tem tudo a ver com o chinês da vez, acontece quando os protagonistas encontram um músico negro parado numa encruzilhada… Brilhante! Vai ver foi a mesma coisa que pensou o nosso oriental! E quem foi mesmo que disse que a vida imita a arte?
(Continua…)
Pois é, assisti de novo, não consegui evitar. Segundo minha última contagem, eu já havia visto esse filme 14 vezes, mas depois que comprei o DVD, pronto, dancei. Bom, não tanto quanto o Gene Kelly…
Acompanhe a bolinha luminosa: (Continua…)
“Quem fala?”
“Yuri.”
“Bom dia, Yuri, bem-vindo à Rádio Direita Volver. O que você faz da vida, bicho?”
“Sou escritor.”
“Claro, claro, hoje em dia, quem não é, né?”
“#%&”
“O que você vai querer ouvir?”
“Eu quero aquela música do The Right Brothers, ‘Bush was right’.”
“Beleza, já tá no laser. Vai dedicar a alguém?”
“Yes, cara, quero dedicar à minha querida amiga Jamila, de Brasília!”
“Ok, Yuri, forte abraço. Jamila - nome bonito, hem, deve ser uma gata de esquerda - essa é pra você!!”
(Se estiver muito lento, clique aqui e assista a um trecho do clipe.)
A letra: (Continua…)
Faixas mixadas:
Fonte: Jarkko Hietanen.
Bud Powell “Sweet Georgia Brown” || Bix Beiderbecke “Krazy Kat” || Sarah Vaughan “Nice Work If You Can Get It” || Wes Montgomery “West Coast Blues” || Ben Webster “In The Wee Small Hours Of The Morning” || Dizzy Gillespie “Birk’s Works” || John Coltrane “Naima” || Fats Waller “Alligator Crawl”
Fonte: Poolside Jazz.
Já que o Paulo assumiu que é liberal democrata e o Pedro que é flamenguista, eu também assumo: sou raver, eu curto mesmo é trance, psytrance, goatrance et cetera et al. Podem perguntar ao Bruno Tolentino, que também morou lá na Hilda Hilst. Ele ficava louco com os meus CDs. Aliás, fui à minha primeira rave em 1996, em Maresias-SP, quando então conheci e fiz amizade com o DJ Rica Amaral (organizador da XXXperience, na época ainda um odontólogo que implantava diamantes nos dentes das menininhas), sou bróder do DJ Swarup de Brasília, cruzei mil vezes com o sitarista Alberto Marsicano, com o Edgard Scandurra (aliás, já dormimos um ao lado do outro - ele com a namorada dele, eu com a minha, claro - numa casa de praia mutcho loca), sem falar nos meus bróders Dante, que fotografou ene raves, André e Lisa Ismael, da Rave On. De lá pra cá já fui a montes de raves, talvez umas quarenta (umas 30 só entre 96 e 98), o que é pouco se vc distribuir a diferença pelos últimos sete anos. (Na verdade, faz uns dois anos que não vou a uma festa dessas, neguinho perdeu o rumo da brincadeira, a coisa literalmente vulgarizou. Boas raves são essas para 200, 300, no máximo 800 pessoas. Boas eram as raves “secretas”, apenas para os iniciados. Mas ainda voltarei.) Enfim, se para meditar eu ouço Bach, Maller, Sainte-Colombe, Villa-Lobos, Ravi Shankar e Miles, eu só consigo escrever mesmo é com trance, esse som que abre um túnel a partir do terceiro olho, estendendo todo um caminho a ser percorrido em direção ao infinito. Pronto, confessei!
Como amostra, eis uma mixagem que fiz no Audacity de duas músicas que costumo ouvir ao escrever (se não estiver escrevendo, dance, isto não é música de se ouvir parado):
Sobre raves leia ainda este post.
Taí um vídeo de passar mal: os Paralamas do Sucesso se apresentando, em playback, no programa do Bozo. Ai, que dor no meu módulo de reminiscência…
Este é um tributo ao músico Ali Farka Touré, que faleceu dia 7 deste mês. A gravação é de 1994 e foi feita na cidade de Niafunke, no Mali.
Fonte: Internet Archive e Afropop.
Alguém aí se lembra da banda Nau? Década de 80 pura. Não fez lá grande sucesso. Só lançaram um LP. Bolachão, claro. Mas eu até que ouvi. Até usava alguns trechos em programas de rádio na universidade, isto é, na Rádio Universitária. A vocalista era a Vange Leonel. Tô falando na banda porque um amigo me mandou um endereço com as músicas: Zique do Nau.
Acho que a que ficou mais “conhecida” era Corpo Vadio, um bom rock. No tal endereço, dá para ouvir todas as músicas do disco.
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