Arquivo para a categoria "livros"




Sunday, January 22, 2006

Como se Tornar um Best-seller

pedro novaes, 7:00 am
Filed under: livros, sites
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Primeiro, o blog Freakonomics, mantido por Steven Levitt e Stephen Dubner, autores do best-seller “Freakonomics, o lado oculto e inesperado de tudo o que nos afeta”, publicado no Brasil pela Elsevier, merece estar entre os favoritos. Segundo, dica deles, para candidatos a escritores best-seller, este site tem um “titlescorer”. Entre o título de seu livro lá, e as estatísticas te dirão quais as chances de se tornar um campeão de vendas.

Sunday, January 8, 2006

Mundo menstruado

yuri vieira, 4:25 pm
Filed under: cinema, especulativas, livros
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Assisti por acaso, no Telecine Cult, à parte final da adaptação de O Diário de Anne Frank, cujo livro li ano passado ou retrasado, sei lá. (Para quem não sabe é o diário real da adolescente judia que passou uns dois anos escondida, com outros judeus, em Amsterdam, durante a ocupação nazista. Morreu poucos meses antes do final da guerra num campo de extermínio.) Pois então, no filme, o diálogo final de Anne com um seu amigo reafirma, tal como no livro, e apesar dos pesares, sua fé no ser humano e na bondade de Deus. (Daí, creio, o valor do seu testemunho.) Mas o que me chamou a atenção não foi isto, mas a forma como ela consola seu interlocutor, dizendo que o mundo está apenas passando por uma “fase”, tal como ela e sua mãe passam às vezes. Ou seja - pensei com meus botões -, o mundo está menstruado, daí as cólicas e todo esse derramamento de sangue que vemos no dia a dia. E parece que ela tem razão. Só que atualmente o planeta não está apenas com TPM ou naqueles dias. Anda com diarréia humana, febre vulcânica, sarna florestal, tremores tectônicos, vômitos marinhos e coisas do gênero também. Segundo o Dr. Jucelino - suposto médico da “mãe terra” - o mundo vai passar por muitos maus bocados ainda. Talvez esteja para dar à luz, vai saber. O que estará para nascer?

P.S.: Por falar no Dr. Jucelino, acabo de ver que a entrada sobre ele é, por enquanto, uma das mais acessadas. Está com 89 comentários, a maioria deles bobos, egotistas, mas alguns bem intrigantes.

Thursday, January 5, 2006

O Encontro com o Outro

pedro novaes, 4:51 pm
Filed under: amigos, escritores, literatura, livros
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A amizade é, para mim, meio e fim da condição humana. É no seu exercício, exemplo maior da doação ao outro, que nos fundamos como merecedores da designação “humano”. Tudo o mais é anterior, é perdição narcísica. Espero que esse blog conjunto possa ser um humilde, porém eloqüente, exemplo das possibilidades do exercício da amizade. E para falar de amizade, nada melhor que invocar e homenagear os quatro mineiros – Hélio Pellegrino, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Otto Lara Rezende -, grandes provas precisamente de que a amizade é o centro de tudo e de que a doação a ela desvela e liberta o potencial mais bonito das pessoas. Afinal, os quatro eram amigos desde jovens (no caso de Hélio e Fernando, companheiros de jardim de infância), não se cansaram de exercer esse vínculo e de se dedicar a ele – inclusive em textos belíssimos – e o resultado foram quatro dos maiores talentos literários e intelectuais do século passado em nosso país. (Continua…)

Tuesday, January 3, 2006

Bestseller: a fórmula do sucesso

yuri vieira, 4:47 pm - portugues
  • espanol
  • Segundo o The Guardian, um grupo de estatísticos estudou a lista dos livros mais vendidos do New York Times e do BBC’s Big Read nos últimos 54 anos. Afora alguns detalhes de menor interesse, descobriram entre os bestsellers três fatores em comum:

    eles possuíam títulos metafóricos ou figurativos ao invés de literais; a primeira palavra [do título] era um pronome, um verbo, um adjetivo ou um vocativo; e seu padrões gramaticais tomavam a forma ou de um caso possessivo com um substantivo [trata-se da língua inglesa], ou de um adjetivo e substantivo, ou das palavras Theof

    O tal Dr Winkler afirma também ser possível, com essa fórmula, prever se um livro será ou não um bestseller em 70% dos casos. Hummm, sei, sei…

    Monday, December 19, 2005

    Passando dos mil

    yuri vieira, 1:30 pm - portugues
  • espanol
  • A comunidade orkutiana Comédia da vida universitária!, dedicada a meu livro, já está com 1006 membros. Obrigado a todos pelo apoio.

    Tuesday, December 6, 2005

    TutoMaNia!

    yuri vieira, 12:54 pm
    Filed under: Games, livros, sites
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    Eis um ótimo banco de dados, de onde é possível baixar mais de mil ebooks, além de jogos, tutoriais, artigos, etc. (A área de eBooks é um verdadeiro sebo…)

    Tuesday, November 29, 2005

    O bibliotecário de Alexandria

    yuri vieira, 3:06 pm
    Filed under: amigos, extraordinárias, livros
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    Uma amiga me contou que, anos atrás, costumava despertar fora do corpo, isto é, “sofria” projeções astrais espontâneas e involuntárias. (Sim, no jargão da psicologia, alucinações.)

    “Que demais!!”, eu disse.

    “Demais nada, quase morria de medo…”

    E descreveu o pânico que sentia cada vez que isso rolava e a ansiedade que ia nutrindo por acreditar que enlouquecia, por achar que estava perdendo seus parafusos um a um. Nessas ocasiões, nunca saía de seu quarto e muito menos de perto da cama. Fechava os olhos e rezava para voltar ao aconchegante corpo.

    “Ai, era horrível!”

    Mas um dia, abriu os olhos e viu um desconhecido em seu quarto, parado bem aos pés da cama: “E aí? Quer ir comigo na Biblioteca de Alexandria?”

    “E você foi?”, perguntei eu, empolgadíssimo.
    (Continua…)

    Monday, November 7, 2005

    Mais Monteiro Lobato

    yuri vieira, 10:16 pm
    Filed under: escritores, literatura, livros
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    Nos últimos dois meses já li “Miscelânea”, “America”, “Na antevéspera”, “Onda verde”, “Mundo da Lua”, “Prefácios e entrevistas”, “Problema vital”, “A barca de Gleyre” e “Idéias de Jeca Tatu”, todos do Monteiro Lobato, uma verdadeira overdose de leitura, livro sobre livro, algo que costumo fazer sempre que me apaixono pelas palavras dum escritor. E já fazia tempo que não me apaixonava literariamente. Todos esses títulos fazem parte da “obra para adultos” do José Renato - ele passou a assinar José Bento apenas para usar a bengala do avô, cujo castão trazia as iniciais JBML. E estou chocado: o cara é certamente o maior escritor da primeira metade do século XX e só falam nele como se fosse “apenas” o pai da Emília. O cara foi um gênio incansável, um visionário, e metia o bedelho em tudo: política, economia, indústria, ciência, comércio, filosofia, artes, literatura, etc. e isso não apenas pela palavra como também pela ação, tendo lançado a primeira grande editora do país, procurado petróleo e estimulado a mineração de ferro, a construção de estradas e o saneamento. Perto dele, a obra do Mário de Andrade é uma sujeirinha sob a unha do dedão do pé da cultura local. E olha que a li quase toda, a obra do Mário, isto é, seus dois únicos romances: Macunaíma e Amar, verbo intransitivo. (Continua…)

    Wednesday, November 2, 2005

    Do “blog” do Monteiro Lobato

    yuri vieira, 6:37 pm
    Filed under: escritores, livros
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    Trecho do livro Mundo da Lua, no qual Monteiro Lobato reuniu anotações de seu diário (estou mantendo a grafia do autor, sem acentos “inúteis” e outras coisinhas mais):

    Quadros da vida

    Tarde linda ontem. Conversamos á janela, eu e o Quim, sobre a ação ideologica de Rui neste país e sobre a ascenção ininterrupta da grande figura nacional.
    - Sobe sempre…
    - Já aquele desce sempre, observou Quim.
    Referia-se ao Pedro Inchado, mendigo habitual da nossa rua. Lá vinha ele, todo farrapos, imundo. Ha mendigos decentes, que guardam a compostura da miseria. Este perdeu tudo e é no moral tão roto como no fisico. Sem camisa - um trapo de paletó sobre o couro gafeirento; sem ceroulas - vêem-se-lhe pedaços de perna pelos buracos da calça imunda. Passou por nós e apanhou uma ponta de cigarro.
    - Desce sempre. Ha meses pilhei-o querendo apanhar um cigarro; olhava para os lados a ver se era observado. Perdeu já este ultimo pudor…

    Loterias

    Contou-nos um velho vendedor de loterias coisas curiosas de sua vida de bufarinheiro de esperanças. Desde mocinho só fez aquilo: vender a esperança da riqueza. Já deu duas sortes grandes e varias pequenas. Uma vez…
    - Uma vez aconteceu um caso interessante. A sorte andou por cá procurando quem a quisesse. Ninguem a quis. Vendi todos os bilhetes que tinha, menos um, o premiado. Para não ficar com esse encalhe, dei-o a um compadre meu que seguia para S. José. “Venda-o por lá.” Assim foi. Um sitiante comprou-o no caminho, mas achou feio o numero e vendeu-o a um guarda-livros de lá, muito boa peça, rapaz serio, trabalhador, pai de tres filhos. Nesse mesmo dia saiu-lhe a sorte - cem contos.
    O moço foi ao Rio receber o dinheiro e lá ficou meses, a meter o pau no cobre.
    Voltou um perdido, um bebado, e hoje anda por aqui, rolando…
    - Por aqui? Como se chama?
    - Pedro. É o Pedro Inchado, não conhece?

    Friday, October 21, 2005

    Bye bye, eBooksBrasil.com

    yuri vieira, 4:29 pm
    Filed under: livros, sites, tecnologia
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    Quarta-feira fui à festa do Digestivo Cultural no Public Pub (sobre a qual falarei assim que acabar a ressaca) e lá, enquanto conversava com seu editor, o Julio Daio Borges, me veio à lembrança o Teotônio Simões, idealizador e mantenedor do site eBooksBrasil.com, que esteve na rede por mais de cinco anos distribuindo ebooks gratuitamente e nos deixando a par das últimas novidades tecnológicas ligadas à revolução dos livros digitais. O Teotônio foi um herói da resistência, resistência esta que acabou neste mês de Outubro de 2005. Veja sua mensagem de despedida:

    NOJO

    A mulher mais linda do Brasil já foi um homem. O maior macho do Congresso é uma mulher. E o líder intelectual do Brasil é um semi-analfabeto. Temos que formar uma geração de analfabetas de nascença para que as luzes cheguem ao nosso país. Livros? Deus nos livre deles!

    Ele também dá uma explicação mais detalhada em seu blog.

    Fiquei chateado com a novidade. Além do meu livro o Teotônio contribuiu inclusive na divulgação do único ebook da Hilda Hilst que circulou pela internet - O Caderno Rosa de Lori Lamby - feito a partir do projeto original do Massao Ohno. O site tinha centenas e centenas de livros em diversos formatos. Quem estava ligado, se deu bem, montou sua própria biblioteca digital. (Eu tenho um CD cheio deles.) Quem bobeou, dançou. A começar por este país que ainda segue atrás do Mula…

    Saturday, October 1, 2005

    Livro esgotado

    yuri vieira, 6:08 pm
    Filed under: Avisos, livros
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    Depois de a página do meu livro, neste site, ter sido visitada 764 vezes desde Julho e a página da Livraria Cultura, referente ao mesmo livro, ter recebido outras tantas visitas, o dito cujo se esgotou. Obrigado aos que o adquiriram. Infelizmente, não sei quando sairá uma nova edição d’A Tragicomédia…, pois estou sem editora no momento. (E portanto sem nenhum exemplar aqui comigo.) Vou acender uma vela pro Monteiro Lobato e ver o que rola.

    Monday, September 26, 2005

    Amigos e bibliotecas

    yuri vieira, 11:38 pm
    Filed under: amigos, escritores, literatura, livros
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    Sempre que me hospedo com meus amigos acabo por também visitar e revirar suas bibliotecas. No apê do Rodrigo Fiume “bati um papo” com o Caio Fernando Abreu, com o Nélson Rodrigues e, principalmente, com o Rubem Braga, que muito me agradou. Fiz questão de ler esse último - do qual conhecia muito pouco - depois que o Alex Cojorian e o Bruno Borges me disseram que sou um bom cronista. Se o sou, devo me remeter a um mestre, pensei, para voltar a me sentir ruinzinho e ter um motivo para continuar melhorando. Dei muita risada com o Rubem Braga, principalmente com as crônicas da borboleta amarela (dica do Rodrigo) e a da viagem a Casablanca. É como ler um irmão mais velho cheio de gênio e humor. É o tipo do cara que, num futuro que fatalmente virá, valerá a pena encontrar do outro lado para saber das novidades do universo.

    Na casa do Dante, voltei a curtir um Emerson - seu Homens Representativos, seu relato do encontro com Wordsworth e Carlyle - e as Obras Completas do Monteiro Lobato, da qual escolhi um volume de entrevistas e introduções que ele escreveu para livros alheios. Eu não tinha noção da importância do cara para a indústria editorial brasileira. Antes dele, não havia edições com mais de mil exemplares e as livrarias de todo o país não passavam de quarenta. Essas edições levavam anos e anos para escorrer por aí, num ritmo de conta gota. E o Monteiro Lobato, indignado com essa situação das mais primitivas - sua editora não conseguia crescer - teve uma idéia das mais cibernéticas: escreveu para quase duas mil agências de correio de todo o Brasil, a solicitar endereços das respectivas casas comerciais locais, não importando se fossem livrarias, papelarias, quitandas ou açougues. Redigiu então uma carta (quase um manifesto) na qual propunha a consignação de livros, sublinhando o aspecto de mercadoria do mítico objeto. Assim, em menos de dois meses, as livrarias passaram de quarenta para mil e duzentas e ele chegou a publicar uma tiragem de cinqüenta mil exemplares de “Reinações de Narizinho”, que esgotou em menos de um ano. Daí para frente, o mercado livreiro, no Brasil, nunca mais foi o mesmo.

    Saturday, September 10, 2005

    Limite

    yuri vieira, 4:22 pm
    Filed under: especulativas, livros
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    Ana agora cursava uma escola de línguas na Inglaterra. Falou, “Eu queria escapar da língua portuguesa. Sentia que era isso que fazia do meu avô um homem tão limitado. Ele não tinha uma verdadeira idéia do mundo. A única coisa em que podia pensar era em Portugal, África portuguesa, Goa e Brasil. Na sua cabeça, por causa da língua portuguesa, todo o resto do mundo foi filtrado, excluído. E eu não queria aprender o inglês da África do Sul, que é o que as pessoas aprendem por aqui. Queria aprender o inglês inglês”.
    (Meia Vida, V.S. Naipaul.)

    Thursday, September 8, 2005

    Os livros do Coronel Kurtz

    yuri vieira, 6:14 am
    Filed under: cinema, livros
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    Alguém notou quais eram os livros lidos pelo Coronel Kurtz no filme Apocalipse Now? From the ritual to romance, de Jessie L. Weston, The Golden Bough, de James G. Frazer e, claro, a Bíblia…

    Friday, September 2, 2005

    Inveja do intestino preso

    yuri vieira, 6:31 pm
    Filed under: Cotidiano, livros
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    O chato de se ter um intestino que funciona corretamente, na hora certa, com movimentos peristálticos britânicos, é que nunca consigo ler mais de um parágrafo por cagada. Eu mal me sinto entrado no texto e… pronto, acabou. E olha que tenho sete livros sobre a pia do meu banheiro, dois deles com mais de 450 páginas, a saber: Palmeiras Selvagens, de William Faulkner; Alexandre e César - vidas comparadas, de Plutarco; Física e Filosofia, de Werner Heisenberg (relendo); Lições das Parábolas de Jesus, de Ellen G. White; Tabu - o que o impede de saber quem você é, de Alan Watts (relendo); O Pensamento Artificial - Introdução à cibernética, de Pierre de Latil; e finalmente O homem eterno, de Pauwels e Bergier. Quando terminarei tal leitura? Será que terei de transferir esse leque de livros para minha escrivaninha? Mas lá já estão outros nove à minha espera, todos já iniciados… Que inveja desses intestinos presos que duram dez páginas! Segundo meus cálculos precisarei defecar no mínimo mais duzentos e cinqüenta anos para dar conta de tantos parágrafos. Mas ninguém caga com tal longevidade. Trocar por poesia não rola, o processo é todo muito prosaico. Hum, acho que vou trocá-los por livros com aforismos. Ótima idéia. O negócio é voltar à Gaya Ciência. Há lugar melhor para ler Nietzsche do que o banheiro? Talvez os demais não mereçam…

    Tuesday, August 30, 2005

    Meu livro na Cultura

    yuri vieira, 8:11 pm
    Filed under: Umbigo, livros
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    Só nesse começo de semana já foram vendidos, através do site da Livraria Cultura, oito exemplares do meu livro, um número incomum. (Segundo me informaram pelos recados do Orkut, alguém comprou cinco exemplares para presentear seus ex-professores. Um presente de grego dos mais irônicos, devo acrescentar.) Vale a pena lembrar que essa edição já está próxima do fim. Para quem ainda não comprou meu livro A Tragicomédia Acadêmica, eis sua última chance. A editora que o publicou fechou as portas há algum tempo e, no momento, não tenho a menor idéia de quando ou quem irá reeditá-lo.



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