Arquivo para a categoria "escritores"




Tuesday, August 16, 2005

O primeiro Site Oficial de Hilda Hilst

yuri vieira, 3:22 pm
Filed under: escritores, sites
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O Wayback Machine é realmente incrível. (Como já disse no post anterior, é o mecanismo que está arquivando todos os sites da web desde 1996.) Entre outras coisas, encontrei até mesmo a primeira versão do site que fiz pra escritora Hilda Hilst, quando ainda morava com ela (1999). Também está lá, o site que fiz pra Casa do Sol. A foto deste último é do meu amigo, o fotógrafo Dante Cruz. O salmo, que pode ser lido ali, foi selecionado de comum acordo por mim e pela Hilda.
Ah, eu amo a internet… :D

Thursday, August 11, 2005

Depoimento sobre Hilda Hilst

yuri vieira, 5:34 am
Filed under: amigos, escritores, literatura
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Eu estava enrolando tanto (desde Maio) para responder as perguntas da jornalista Laura Folgueira, a respeito da minha relação com a Hilda Hilst, que acabei decidindo não fazê-lo por escrito - o que é muito trabalhoso e repetitivo, para mim, e conveniente, para a jornalista - mas através duma gravação em áudio. O arquivo MP3 referente à primeira pergunta pode ser baixado no meu audioblog. Responderei às demais assim que possível.

Tuesday, August 9, 2005

Ecce femina…

yuri vieira, 9:39 am
Filed under: colírio, escritores, fotografia
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Wednesday, July 27, 2005

Olavo de Carvalho

yuri vieira, 5:07 pm
Filed under: Política, escritores
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Graças à gentileza de sua filha Maria Inês e à do próprio Olavo de Carvalho, pude assistir, há quase cinco anos, a duas e apenas duas de suas aulas para logo concluir: esse cara é o professor que, sem sucesso, busquei anos a fio por todos os cursos universitários em que estive matriculado. Na universidade, há sempre pós-graduados, mestres e doutores em algo, mas nunca Mestres de fato. E a vida do Olavo de Carvalho se encaixa perfeitamente no conceito de genialidade de Oswald Spengler - “a força fecundante do varão que ilumina toda uma época” - e no de guru dos indianos, onde “gu” é trevas e “ru”, o que dissipa. Olavo é um dissipador de trevas e isto ficou patente após ler sete de seus livros: “O Jardim das Aflições”, “O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras”, “A Nova Era e a Revolução Cultural”, “Aristóteles em nova perspectiva”, “Os gêneros literários”, “Astrologia e religião” e “Símbolos e Mitos no Filme ‘O Silêncio dos Inocentes’”. (Conheça todos os livros.) Aliás, fiquei muito espantado quando descobri que ele assina boa parte dos melhores artigos publicados pela revista Planeta dos anos 1970, cuja coleção meu pai ainda mantém. Sem esquecer, é claro, sua tradução do livro “Tabu”, de Alan Watts, que marcou minha primeira juventude.
(Continua…)

Tuesday, July 19, 2005

Papillon, a grande farsa

yuri vieira, 12:11 pm
Filed under: escritores, livros
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Após ler meu conto Memórias da Ilha do Capeta, o internauta Platão Arantes me enviou o seguinte email:

Lendo seu conto sobre “A ilha do Capeta” e o seu comentário sobre Henri Charrière, quero informá-lo de que Henri Charrière jamais escreveu livros, ele se apropriou dos manuscritos de seu companheiro de prisão René Belbenoit, e, para dar-se a entender ter sido ele o autor, pagou para que outra pessoa os modificasse. Mas, ao se apresentar na França para promover o livro “Papillon”, entrou em muitas contradições, chegando ao desespero de afirmar que o livro era uma obra coletiva e que ele não vivenciara aqueles fatos.

Estou há 12 anos investigando esse assunto. Já publiquei dois livros: A Farsa de Um Papillon – A Historia Que A França Quer Esquecer , editado em 1999, e a continuação: Papillon O Homem Que Enganou O Mundo, editado em 2002. Continuo a investigar e em breve estarei reeditando “Papillon O Homem Que Enganou O Mundo”, que foi atualizado. Além de muitas fotos e documentos teremos os “laudos” de peritos da Suíça e da Policia Federal de Brasília, considerados os melhores da “América Latina”.

Já pensou? O primeiro tijolão que li - Papillon, o homem que fugiu do inferno - provavelmente não passa de um grande plágio. Isto é, Charrière, que viveu seus últimos dias na Venezuela, talvez devesse ter voltado para a cadeia…

Uma solução para a África

yuri vieira, 11:45 am
Filed under: Educação, Política, Religião, escritores
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(Ainda sobre a entrevista publicada na Der Spiegel, “Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África!“)

Eu conversei em duas ocasiões com o Bruno Tolentino sobre a África - onde ele esteve várias vezes - e tentei empurrar a idéia de que o problema era a educação. Ele então me falou de dois países africanos (não me lembro quais), que receberam ajuda de grupos ligados a Oxford para melhoria de seus colégios e instituições de ensino. Segundo ele, todas as vezes que as tribos se levantavam umas contra as outras, a primeira coisa que, juntas, destruíam eram os tais colégios e instituições. O Bruno me dizia não ver qualquer solução identificável para a África. Já o explorador e escritor inglês Richard Francis Burton dizia que a única coisa capaz de tornar os nativos africanos confiáveis, trabalhadores e dignos de respeito era o islamismo, segundo ele, uma religião mais condizente com a natureza tosca daqueles povos, uma vez que não respeitavam e costumavam deitar e rolar sobre os caridosos cristãos, os quais achavam ingênuos. (Temiam - perceba, temiam e não respeitavam - apenas os cristãos de fachada, aqueles que se impunham pela força, uma “linguagem” comum entre as tribos.) Pois então: islamismo… Já pensou? A solução para a África poderia ser uma ameaça para o Ocidente…

Arendt e a Internet

yuri vieira, 11:31 am
Filed under: Política, escritores, especulativas, internet
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Outra questão que poderia ser levantada é o possível papel - em constante atualização - da Internet enquanto veículo de uma “esfera pública”. Quando escreveu seu livro (anos 1950), Hannah Arendt conhecia o crescente isolamento dos indivíduos na sociedade moderna, mas, tal como muitos autores de ficção científica, a quem ela dedica respeito, tampouco conseguiu prever o advento da “rede mundial de comunicação”. Embora a Internet ainda seja um mero campo onde brotam, aqui e ali, arremedos mais ou menos relevantes de “esferas públicas”, no futuro, talvez não tão distante, ela é bem capaz de abrigar ou ao menos propiciar o surgimento da verdadeira “esfera pública” mundial. Não é difícil imaginar assembléias de debates realizadas em grandes arenas - reais ou virtuais - interconectadas mundo afora como numa gigantesca video-conferência. A democracia pode ser representativa, mas a palavra e o testemunho devem ser de todos.

Friday, July 8, 2005

As imagens da Casa

yuri vieira (SSi), 6:41 pm
Filed under: amigos, escritores, fotografia, tecnologia
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Nossa, mal escrevi a entrada anterior e já me escreveram dizendo que nem todo mundo tem um computador compatível com o Google Earth. É verdade, me desculpe. Então seguem duas fotos de satélite da Casa do Sol, a saudosa chácara da ascensionada Hilda Hilst: clique aqui para ver a primeira; e aqui para ver a segunda.

Casa do Sol

yuri vieira (SSi), 6:18 pm
Filed under: amigos, escritores, fotografia
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Quem quiser conhecer a chácara da Hilda Hilst - vista pelos satélites que alimentam o Google Earth - vá até esta página e baixe o arquivo anexo ao thread. Claro, após executar o referido programa.

Wednesday, July 6, 2005

Machado rejeitado

yuri vieira (SSi), 5:14 am
Filed under: escritores, especulativas, literatura
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Segundo o Pedro Novaes, há cerca de dois anos a Folha de São Paulo (salvo engano) enviou, para publicação em coletâneas, um conto não muito conhecido do Machado de Assis, mas sob um nome falso, a diversas editoras. Foi recusado em todas. (Será que acharam o texto ruim? Ou será que o acharam muito… machadiano?)

Tuesday, June 28, 2005

Zaratustra

yuri vieira (SSi), 1:17 am
Filed under: escritores, interiores, literatura, livros
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Terminei de reler um livro para todos e para ninguém: Assim falava Zaratustra, de Friedrich Nietzsche. Desta vez, foi a tradução de Mário Ferreira dos Santos, com notas explicativas da simbólica nitzscheana. Eu diria que a leitura do Mário Ferreira é das mais luminosas - ele é fã do Nietzsche - mas sob uma ótica totalmente distinta das que costumamos ver por aí. A maioria vê o copo ou meio vazio ou toma o vazio pelo cheio. Mário Ferreira consegue ver com exatidão o copo cheio e aponta com real sabedoria onde o próprio Nietzsche demonstra confusão de conceitos: “Como Nietzsche pouco conhecia a Teologia escolástica, tinha do Deus dos cristãos uma visão falsa. A culpa não era dele, mas sim do seu século, ignorante da filosofia medieval (do que não isentamos o nosso), e que tinha da religião uma visão exotérica, que em parte a culpa cabe à mentalidade de sacristia de muitos crentes e muitos padres, que cooperam, desta forma, para que se faça do Deus cristão uma verdadeira caricatura, fácil, depois, para combater. Nietzsche desprezava os estudos escolásticos, como o fazem hoje muitos, que pensam haver ultrapassado a filosofia medieval e, no entanto, patinam nos velhos erros já refutados”. Mário Ferreira também escreveu, a respeito de Nietzsche, outro livro: “O Homem que Nasceu Póstumo“, que ainda não li. E não pensem que ele se limita a corrigir o pensador prussiano. Não. Ele o esclarece e purifica. “O meu amor à obra desse grande poeta e a minha lealdade para com o seu pensamento não me permitiram que procedesse de outro modo.”

Thursday, June 23, 2005

O Penitente

yuri vieira (SSi), 6:43 pm
Filed under: Religião, escritores, livros
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Outro livro excelente, que li semana passada, foi O Penitente, de Isaac Bashevis Singer, Prêmio Nobel de 1978. Toda a trajetória de seu protagonista-narrador, com suas devidas críticas ao mundanismo e ao secularismo, fazem coro com os pensamentos de qualquer pessoa deste planeta que tenha a alma sã. Muito embora, assim como o próprio autor o confessa na introdução, eu tampouco concorde com a solução abraçada por ele, narrador. Alguém deveria lhe dizer: não odeie o mundo, não fuja dele, já foi feito o upgrade da Revelação…

Hannah Arendt

yuri vieira (SSi), 5:33 pm
Filed under: Política, Religião, escritores, livros
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Tenho um amigo - professor de filosofia e chefe do departamento de jornalismo de uma universidade - que sempre cita Hanna Arendt em nossas conversas sobre política. Cheguei a pensar, maldosamente, é claro, que ele não pensava com a própria cabeça, mas com a dela. Eu jamais poderia lhe dizer tal coisa, pois ele teria um leque de autores para me acusar de haver roubado o cérebro: Allan Watts, D.T.Suzuki, Spengler, Nietzsche, Goethe, Dostoiévski, Henry Miller, Pauwels e Bergier, Olavo de Carvalho, Fernando Pessoa, Hilda Hilst, etc. Poderia até me chamar de urantiano. Mas a questão é que, ao ler A Condição Humana, de Hannah Arendt, vou observando o que me chama a atenção e, de quebra, o que - pelas conversas que tivemos - parece ter chamado a atenção dele. (Mas isso é algo a ser discutido pessoalmente.) Por enquanto ressalto o que atraiu meu interesse:

“Sempre que a relevância do discurso entra em jogo, a questão torna-se política por definição, pois é o discurso que faz do homem um ser político.” (O que prova que, em nossas discussões, quando falávamos de política, cada qual entendia algo completamente distinto. Daí a necessidade de definir os conceitos previamente.)

“A condição humana não é o mesmo que a natureza humana, e a soma total das atividades e capacidades que correspondem à condição humana não contitui algo que se assemelhe à natureza humana.”

“(…) literatura de ficção científica, tão destituída de respeitabilidade (e à qual, infelizmente, ninguém deu até agora a atenção que merece como veículo dos sentimentos e desejos das massas.” (O que confirma a boa idéia que estou tentando levar adiante num livro que venho escrevendo.)

“(…) se temos uma natureza ou essência, então certamente só um deus pode conhecê-la e defini-la; e a condição prévia é que ele possa falar de um ‘quem’ como se fosse um ‘quê’.” (Daí eu concluo também que, se não adianta especular sobre o que é Deus, necessário é aceitá-Lo - como um quem - e lidarmos com Ele.)

“A mudança mais radical da condição humana que podemos imaginar seria uma emigração dos homens da Terra para algum outro planeta.” (Disso também já estou tratando…)

“A inversão hierárquica na era moderna tem em comum com a tradicional hierarquia a premissa de que a mesma preocupação humana central deve prevalecer em todas as atividades dos homens, posto que, sem um único princípio global, nenhuma ordem pode ser estabelecida. Tal premissa não é necessária nem axiomática; e o uso que dou à expressão vita activa pressupõe que a preocupação subjacente a todas as atividades não é a mesma preocupação central da vita contemplativa, como não lhe é superior nem inferior.” (Concordo. Mas devo dizer também que o único princípio global que nos une é aquele que chega por revelação - daí não ser axiomático - a saber, nossa filiação divina e conseqüente fraternidade humana, já que a fraternidade, sem paternidade, é impensável. Tampouco há paternidade impessoal e paz duradoura sem fraternidade. Logo…)

“A queda do Império Romano demonstrou claramente que nenhuma obra de mãos mortais pode ser imortal, e foi acompanhada pela promoção do evangelho cristão, que pregava uma vida individual eterna, à posição de religião exclusiva da humanidade ocidental. Juntas, ambas tornavam fútil e desnecessária qualquer busca de imortalidade terrena; e conseguiram tão bem transformar a vita activa e o bios politikos em servos da contemplação que nem mesmo a ascendência do secular na era moderna e a concomitante inversão da hierarquia tradicional entre ação e contemplação foram suficientes para fazer sair do oblívio a procura da imortalidade que, originalmente, fora a fonte e o centro da vita activa.” (Bem, a própria Hanna Arendt admite: Jesus não negava a ação e foi Paulo quem colocou a salvação como centro da doutrina. Aliás, o cristianismo não é a religião que Jesus, enquanto homem, seguia e ensinava. É o que dela restou. Quanto à dicotomia imortalidade/eternidade, Ernest Becker discorreu muito bem a respeito. Escrevi um artigo sobre o tema.)

Friday, June 17, 2005

Prozac e Kierkegaard

yuri vieira (SSi), 7:19 pm
Filed under: Ciência, escritores
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Enquanto vou lidando com minha depressão pós-perda-do-HD, eis um artigo dos mais interessantes: The Neurotic Artist: Romanticizing Depression. O autor, um psiquiatra norte-americano, expõe suas especulações que podem ser assim resumidas: e se Kierkegaard e Nietzsche tivessem tomado Prozac? O que teria rolado? Perderiam a criatividade, a clareza moral, a inspiração? A depressão é unha e carne com a personalidade criadora? É um aspecto indissociável do temperamento artístico? Por que não se critica também o tratamento de tuberculose, sífilis ou epilepsia enquanto inibidor de uma suposta criatividade associada a todas essas doenças? Confira.

Meu notebook

yuri vieira (SSi), 5:04 pm
Filed under: Mídia, escritores, literatura
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Outro dia, li uma entrevista da Lygia Fagundes Telles, na qual ela confessava ter abandonado o computador, uma vez que este “comera o conto” que estava escrevendo. Ri comigo mesmo, “ah, essa geração dos anos 50…”. Para castigar minha empáfia, eu - que feito os construtores da Torre de Babel andei me vangloriando do meu conhecimento técnico - acabei por perder, esta semana, todo o disco rígido onde estavam diversos contos e três livros em andamento. Claro que, com a ajuda de e$peciali$ta$, irei recuperar ao menos meus arquivos de becape. Assim, engolindo em seco e assumindo uma certa humildade, resolvi deixar de lado meu Desktop e passarei a escrever o tal romance em meu novo Notebook. Veja a foto:
Meu notebook
Há algo de romântico em escrever assim. (Aliás, quase todo meu primeiro livro foi escrito num caderno espiral.) As mil e uma garatujas e rabiscos dão uma certa nostalgia e a sensação de que o caderno, digo, o netebook irá parar ao menos no museu dos meus futuros descendentes. “Olha só, coitado do biso, pensava que era escritor…”

Thursday, June 16, 2005

Marilene Felinto 2

yuri vieira (SSi), 10:16 pm
Filed under: Política, escritores
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A velhinha de Taubaté existe, mas ainda não é velhinha e tampouco se mudou pra Taubaté: chama-se Marilene Felinto. A figura é tão obtusa que deve ser a única a realmente acreditar na suposta grandeza do governo Lula e do PT. Os demais fãs da estrela vermelha não crêem, apenas mentem para si mesmos, para os outros ou ambos. Aliás, conheci a Marilene Felinto quando ela acreditou que faria - segundo ouvimos lá na Casa do Sol - a “entrevista do século” com a Hilda Hilst. A Hilda, porém, como conhecia a fama da figura, encheu a sala de gente - eu inclusive - e deixou sua nobreza natural ali contrastando com a alma plebéia dessa futura velhinha de Taubaté. Não rolou entrevista do século coisíssima nenhuma. Como poderia? A Hilda não é pra qualquer bico…



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