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Saturday, 6 de January de 2007

The Michael Winslow Experience

yuri vieira, 11:39 am
Filed under: Humor, Podcast e videos, cinema, música
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Você se lembra daquele figura do filme Loucademia de Polícia, aquele capaz de reproduzir qualquer som com a boca? E não é que ele criou um novo campo a ser explorado pelos adeptos malucos da famigerada air guitar? Confira.

Friday, 22 de December de 2006

Machinima

yuri vieira, 3:42 pm
Filed under: Games, Second Life, cinema, software, tecnologia
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Você está cansado de buscar um ator com aquele tipo físico específico? Seu roteiro possui demasiados figurinos, locações e efeitos especiais que levam o valor do orçamento à estratosfera? Você acredita que seu argumento até daria uma boa animação, mas não sabe desenhar e modelar em 3D lá muito bem e quem sabe fazê-lo não quer ouvir suas minguada$ idéia$? Seus problemas acabaram! Basta usar o Machinima, um processo que se aproveita do ambiente de diversos tipos de jogos para PC, incluindo o Second Life (que não é um jogo), tornando possível a execução de cenas inteiras, totalmente dirigidas por vc (marcação dos personagens, planos, movimentação de câmera, etc.), e sem o drama da necessidade de grandes períodos de renderização.

Assista a diversos filmes e trailers neste site.

Uma introdução ao Machinima feito com o Machinima:

Já existe inclusive um festival que premia diversas categorias:

Este vídeo, por exemplo, já foi assistido 2.995.094 vezes no You Tube. São regras de etiqueta para o banheiro masculino:

Procure por mais vídeos feitos com o Machinima no You Tube.

Wednesday, 20 de December de 2006

Kieslowski

rodrigo fiume, 12:32 am
Filed under: cinema
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fraternidade.jpgRever A Fraternidade é Vermelha numa destas madrugadas foi uma bela meia surpresa — por sorte do acaso, passei pelo Telecine Cult bem na hora em que aparecia o nome do filme. Digo meia surpresa porque a última parte da trilogia das cores do polonês Krzysztof Kieslowski é tão bela quanto eu me lembrava. Sempre tenho o temor de que os filmes de que mais gosto possam não ser tão bons assim depois de uma releitura. Muitas vezes não são mesmo. A memória se afeiçoa aos bons momentos.

Assiti ao filme pela primeira vez no cinema, na época do lançamento — tive de pesquisar na internet (ô, memória); foi em 1994. Dos três, foi aquele de que mais gostei. Talvez porque a incomum amizade entre uma jovem e um velho (a esperança e a desilusão) seja mais explícita do que a busca da mulher de A Liberdade é Azul (1993) pela superação de uma tragédia pessoal (a libertação) ou a do homem de A Igualdade é Branca (1994) por equiparação (ou vingança?) após o divórcio.

(Abri o parêntese porque devo fazer uma ressalva. Vi os dois primeiros filmes também no cinema, na época em que foram apresentados. Portanto, não posso estar tão seguro assim quanto à comparação com o terceiro, uma vez que, reitero, falo por memória afetiva).

Também adoro a forma como Kieslowski nos conta a história do velho, por meio do jovem juiz, antes de o próprio personagem fazê-lo. Havia algo assim nos outros dois filmes? Não me lembro.

Sem falar na brincadeira do acaso, presente nos três filmes. Sempre fica legal no cinema, quando bem feita

Dias atrás, revi Não Amarás (1988), do decálogo do diretor sobre os mandamentos — destes, só assiti ainda a Não Matarás (1988), mas dele já não me lembro nada. Como é triste ouvir a mulher dizer ao garoto que “o amor não existe”! Há algo semelhante, não bem em palavras, no velho juiz de A Fraternidade. Não Amarás é tão simples como bonito.

Depois de Não Amarás e, mais ainda, de A Fraternidade, me deu uma vontade louca de rever A Liberdade e A Igualdade. E também A Dupla Vida de Veronique (1991), com a mesma bela Irène Jacob de A Fraternidade e que, confesso, lembro apenas de ter ficado meio perdido na história ao deixar o cinema — provavelmente o Cine Cultura, em Goiània (ainda existe?), o único na minha época de faculdade que exibia estes filmes na cidade. Quem sabe agora, uns 15 anos depois, Veronique também surpreenda a minha memória.

Monday, 18 de December de 2006

Cassino Royale

rodrigo fiume, 12:05 am
Filed under: cinema
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48667.jpgNada contra o Bond loiro. É meio estranho, mas funciona. E Daniel Craig é um ator melhor que o Pierce Brosnan. Já tinha visto alguns filmes dele (Nem Tudo é o Que Parece, Estrada para a Perdição, Munique). Ele é bom.  Mas é feio. Talvez as garotas digam que ele é quase feio. Tudo bem.  

O filme é bom, sim. Tem roteiro. A introdução é bem bacana. Os diálogos entre 007 e Vesper Lynd (ave, Eva!) são a melhor parte. E há um trecho com certa tensão: o do jogo de pôquer.  Curioso é que não há gadgets. Dá para prever algumas coisas, mas, vá lá, é um filme de ação.

Saí do cinema com a sensação de que a diversão vale o ingresso. E olhe que eu devo ter ido à sala mais cara do país — Cinemark com lugar marcado, por R$ 21; até o Roberto Justus estava lá.

Sunday, 17 de December de 2006

Fazer cinema no Brasil… um cu!

Pedro
O roteiro de curta-metragem Espelho (antigo No Espelho do Cinema) foi um presente de dia dos namorados que dei à Cássia há dois anos, quando ainda estávamos juntos. Se o roteiro foi aprovado numa lei de incentivo (20 mil e não 30) o mérito é todo dela, porque, além de eu achar uma chatice toda a burrocracia envolvida, sem falar das panelinhas, me sinto sim um peixe completamente fora d’água nessa questão vampiresca, tanto que não receberei cachê pelo projeto, pelo roteiro e pelo trabalho que eu por ventura ainda venha a ter com ele. Já disse a ela que não quero nada e vc pode confirmar. Quanto ao meu PC, eu o paguei com dinheiro que recebi de um trabalho como monitor do Dib Lutfi (aliás, fui praticamente diretor da coisa, porque ele mesmo pediu para ser dirigido ou a coisa não iria andar) e como roteirista do making of do FICA, juntamente com uma grana emprestada por minha irmã. (Meu eterno obrigado a vc pela oportunidade, não esqueço essas coisas.) Se o dinheiro era do Estado ou da sua produtora, Pedro, isso não importa para quem vende a própria força, talento e capacidade de trabalho, o que é muito diferente de a pessoa ganhar aquilo que ela mesma estipula num orçamento muitas vezes arbitrário. (Aliás, quatro anos atrás, fiz 19 roteiros para uma agência publicitária de Brasília, que fazia a campanha do Detran e do Procon, e nunca fui pago, não porque abri mão da grana, mas porque eram desonestos mesmo. Prometeram, prometeram e no final nada. Quem mandou eu confiar em petistas e não exigir contrato de trabalho? Quem trabalha tem de receber, porra!) E, falando em orçamento arbitrário, o Eduardo Castro, que está montando aquele documentário explosivo sobre a Guerrilha do Araguaia, me falou sobre um certo documentário bobo, a que assisti no Festcine, que, segundo ele, não custou mais de R$3000 mas recebeu da lei R$50.000. Onde foi parar essa grana? Está certo isso?

Na minha opinião, o Ricardo deveria receber não 80 mil reais, mas 80 mil dólares para fazer seu curta. Só que esse dinheiro deveria vir de empreendedores, não de produtores indiretos e compulsórios, tal como é agora, mas de gente que queira viver do cinema e ter lucro com ele. (Daí meu manifesto para estudantes de administração e empreendedores em geral. Porra, já existiram empresas de cinema nos anos 50 do século passado, por que não podem existir agora?) E se um curta não dá retorno financeiro, é porque se trata dum cartão de visitas, dum trabalho de marketing para quem o fez. E isso também seria vantajoso para quem quisesse se estabelecer como produtor de cinema.

Eu acho que esse sistema de incentivo está viciado sim, e tem muita gente por aí comprando até carro com a grana. (Eu ando de Caravan 1983 até hoje.) Conheço gente em Brasília que abriu editora e, para cada livro que lança, entra com um projeto diferente numa lei de incentivo. E ainda ganha mais que o triplo do autor! Ou seja: é uma empresa privada cujo capital de giro vem sempre do Estado! Isso é muuuuito esquisito e só funciona para quem tem o famigerado Q.I., o Quem Indica. A Cássia mesmo tentou me convencer várias vezes a publicar meus livros através dessas leis, mas nem fodendo, não me meto mesmo com isso, prefiro ficar na internet. Só não me tornei editor (de mim mesmo) este ano porque minha família não aprovou a venda de um terreno nosso, que eu propus especificamente para isso, por 80.000 reais. Dinheiro nosso!!! Aceitei a decisão porque afinal tenho três irmãs, meus pais estão mais vivos do que eu e, por isso, não posso pretender ser o único herdeiro de algo que ainda pode ser usufruído por toda a família. Além de publicar dois novos livros que tenho engatilhados, eu iria reeditar A Tragicomédia Acadêmica e sair arregimentando vendedores (estudantes interessados, Centros Acadêmicos, etc.) pelas universidades do país, divindo o lucro pau a pau. Mas… a vida não é mole, principalmente para quem tá cagando e andando para esses incentivos que só têm incentivado uma maioria de gente muito ruim, sem qualquer talento, pretenciosa, amoral e com o ego nas nuvens. Até parece que isso irá levar o cinema a algum lugar. Faz-me rir…
(Continua…)

Saturday, 16 de December de 2006

Três Boas Notícias no Cinema

pedro novaes, 6:51 am
Filed under: cinema
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Em um só dia, várias boas notícias de cinema.

Primeiro, mais importante, nosso camarada Ricardo Calaça, após ter seu documentário “Divino Maravilhoso” selecionado para o prestigioso Festival de
Cinema de Brasília, agora foi contemplado em edital do Ministério da Cultura e contemplado com R$ 80 mil para a produção do curta metragem “O que se Come”. Parabéns ao Ricardo.

Segundo, o Brasil se deu muito bem no ainda mais prestigioso e disputado Festival Internacional del Nuevo Cine Latino Americano, em Havana, Cuba. O já aclamado “O Céu de Suely”, de Karim Ainouz, ganhou por unanimidade o primeiro prêmio do Juri, levando também o prêmio de melhor atriz, com Hermila Guedes. Além dele, “Os 12 trabalhos”, de Ricardo Elias ganhou o terceiro prêmio, atrás de “El Camino de San Diego”, do argentino Carlos Sorin (diretos dos excelentes “Histórias Mínimas” e “O Cachorro”). “É Proibido Proibir”, de Jorge Durán, premiado no Festcine Goiânia, levou o Prêmio Especial do Juri. Além disso, o ótimo “Antonia”, de Tata Amaral ganhou como melhor som e melhor trilha sonora e o fraco “O Maior Amor do Mundo”, de Cacá Diegues, ganhou prêmio de melhor canção, com as composições e Chico Buarque. (Continua…)

Tuesday, 5 de December de 2006

Second Life: Solte Sua Imaginação

Era esse o nome do Projeto do qual fiz parte anos atrás em São Paulo: Solte Sua Imaginação. Na verdade, não foi além de um site que dividi com o fotógrafo Dante Cruz e com o VJ Alexis Anastasiou, tendo cada qual uma página para apresentar suas próprias viagens pessoais. (Hoje é apenas o site do atual estúdio do Dante.) O Dante, obviamente, pretendia incluir mais um monte de artistas, músicos, cineastas, DJs, estilistas e escritores que pudessem dar asas às suas respectivas imaginações, gente que íamos conhecendo nas raves que frequentávamos. Mas o Projeto SSi não foi pra frente. Claro que tudo teria sido muito diferente se fôssemos programadores e não um bando de artistas. Porque, quando me lembro das conversas que eu tinha com o Dante, vejo que a realização de tudo o que ele sonhava então - liberdade, criatividade, interatividade, internacionalismo - se chama hoje Second Life. Ainda não é grande coisa - e para muitos pode não passar de um vício besta e de pura perda de tempo - mas essa tal “SL”, como se costuma dizer ali dentro, já está pirando a cabeça de aproximadamente 1.790.000 pessoas.

(Senhor, não me deixeis errar pelos caminhos perversos da minha imaginação…)

Wednesday, 29 de November de 2006

O mais violento filme brasileiro já feito?

pedro novaes, 11:05 am
Filed under: cinema
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A expectativa grande agora é com “Baixio das Bestas”, novo longa de Cláudio Assis, diretor do excelente “Amarelo Manga”, grande vencedor da recém-encerrada edição deste ano do prestigiado Festival de Brasília. “Baixio” levou os prêmios de melhor filme, melhor atriz, para Mariah Teixeira, melhor trilha sonora e melhor atriz coadjuvante, para Dira Paes (infelizmente, sempre que penso na Dira Paes, lembro-me da cena de Amarelo Manga em que ela curra o Jonas Bloch com uma escova de cabelo).

O filme é o “retrato de uma comunidade rural pernambucana, dominada por um avô mercenário que explora sexualmente uma neta de 16 anos, por prostitutas maltratadas e jovens de classe média alta de uma violência extrema”, segundo a Folha Online.

Vejam o que diz o site globo.com:

“ao longo de quase duas horas Baixio das Bestas reafirma a opção do diretor em fazer um cinema viceral, verdadeiro, muitas vezes brutal. No filme é apresentado um universo de criaturas esquecidas pela modernidade, desprovidas de moral e vítimas da miséria. Ali, violência e ignorância são as forças que movimentam o dia-a-dia de uma cidade paralisada pela decadente cultura latifundiária. É onde personagens como prostitutas, agroboys e exploradores dividem seus espaços.

(Continua…)

Tuesday, 28 de November de 2006

Cabeça de Júri

pedro novaes, 7:23 pm
Filed under: cinema
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Apesar da minha opinião, Antonia ganhou apenas um prêmio técnico – Direção de Fotografia para Jacob Sarmento – no II Festcine. O júri do festival dividiu bastante os prêmios, mas escolheu como melhor longa “Proibido Proibir”, de Jorge Durán, filme a que infelizmente não pude assistir. Outro longa bem premiado foi o já aclamado “O Céu de Suely”, de Karim Ainouz, que levou os prêmios de melhor direção e de melhor atriz, para Hermila Guedes. Na categoria “documentário”, o grande vencedor foi “Oscar Niemeyer – A Vida é um Sopro”, de Fabiano Maciel, que levou os prêmios de melhor longa, melhor direção e melhor fotografia.

Clique aqui para ver a lista completa dos filmes premiados no 2º Festival de Cinema Brasileiro de Goiânia.

Antonia, o Filme

pedro novaes, 7:12 pm
Filed under: cinema
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O melhor filme a que assisti no 2º Festival de Cinema Brasileiro de Goiânia foi “Antonia”, da diretora Tata Amaral (”Um Céu de Estrelas”, “Através da Janela”).
O longa só estréia no circuito comercial em fevereiro, em função o fato de que, antes mesmo de seu lançamento, o produtor Fernando Meirelles emplacou um acordo com a Rede Globo para a série em cinco capítulos já em exibição às sextas-feiras.
Para quem está acompanhando na TV, o filme antecede os acontecimentos retratados na série televisiva e conta a história de quatro cantoras de rap da periferia de São Paulo e sua tentativa de emplacar seu grupo musical, que dá o título do filme, em meio a um cotidiano de violência, machismo e pobreza. (Continua…)

Almodóvar!

pedro novaes, 8:10 am
Filed under: cinema
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Quero colocar em dia as impressões sobre os últimos filmes vistos. A correria não tem deixado.
Começo pelo último. De longe, o mais impressionante deles: Volver, de Almodóvar. Ainda estou meio passado e digerindo a experiência, mas talvez realmente se trate, como disse o Fiume, do melhor filme do cineasta espanhol.
É impossível não babar o ovo do sujeito, um gênio do maior quilate. Como pode um diretor manter uma regularidade tão impressionante e parir filmes espetaculares pelo menos a cada outra produção? O pior que o sujeito faz é um filme “na média”, tipo “A Má Educação”, e que mesmo assim é uma cacetada no crânio. (Continua…)

Friday, 24 de November de 2006

Frase de cinema — 27

rodrigo fiume, 11:55 pm
Filed under: cinema
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aspas_vermelhas_abre.gif Io non sono intelligente. Sono sveglia! aspas_vermelhas_fecha.gif

(Eu não sou inteligente. Sou esperta!)

Monica Vitti, para Marcello Mastroiani, em La Notte (1961)

Thursday, 23 de November de 2006

O lado rosa da Força…

yuri vieira (SSi), 10:21 pm
Filed under: Humor, cinema, fotografia
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Esta foto é pro Paulo, que curte uma fricção, digo, uma ficção científica…

Darth Gayder

Freedom’s Fury

yuri vieira (SSi), 9:54 pm
Filed under: Podcast e videos, Política, cinema
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A produção é do Tarantino e da Lucy Liu:

FreedomsFury.Net

Aïnouz e Goiânia

rodrigo fiume, 5:39 pm
Filed under: cinema
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Do Blog do Merten, crítico de cinema, no Portal Estadão, que está cobrindo o Festival de Tessalônica, na Grécia:  

Soh reencontrei Karim [Aïnouz, diretor] hah pouco. Estah feliz da vida porque O Ceu de Suely ganhou o premio de direcao no recem encerrado Festival de Goiania. Nao eh soh o prestigio do premio, que cai bem face ao lancamento ainda recente, na sexta passada. O premio vem acompanhado de um cheque de R$ 20 mil e isso tambem conta pontos.

PS.:

O post do Merten é de segunda-feira

Friday, 17 de November de 2006

Frase de cinema — 26

rodrigo fiume, 1:47 am
Filed under: cinema
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aspas_vermelhas_abre.gif  Fantasmas não choram  aspas_vermelhas_fecha.gif

Carmen Maura para Penélope Cruz, em  Volver (2006)



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