Osama e o cinema ocidental
Cada vez que assisto a um desses filmes onde bandidos inteligentíssimos se safam ao final felizes com seus recém adquiridos milhões de dólares, em que homens e mulheres papam um parceiro após o outro como se estes fossem produtos da McDonalds, em que assassinos em série possuem mais fundamentos metafísicos para realizar o que fazem do que os policiais que os perseguem, em que soldados ficam chorando de medo da morte e pirando com a falta de sentido do mundo e do que estão a fazer, e assim por diante, nestes momentos começo a imaginar o que Bin Laden acharia de um filmes desses. Minha conclusão: aposto que ele confirma sua teoria de que o Ocidente - e sobretudo os EUA - são o próprio Diabo mais através do nosso cinema que das nossas atividades políticas. Osama deve dar palestras para seus sequazes enquanto lhes projeta nossas últimas novidades cinematográficas. E digo “nossas” pelo motivo óbvio de que somos ocidentais e de que o cinema brasileiro, de um modo geral, quase pede para que se jogue um avião contra o Morro do Corcovado. E daí, né? Nenhum Artista ocidental parece mesmo se lembrar daquilo que disse o dono do morro…
Gosto, particularmente, de viagens pessoais. Por isso me interessei por Hora de Voltar, filme idependente dirigido e roteirizado por Zach Braff, um cara que faz a série televisiva Scrubs – que eu nunca vi. Passou esta madrugada num dos Telecines. Como nunca tinha ouvido falar de Braff ou deste filme, fui me surpreendendo com a história. É despretensiosa e funciona bem.
Dia 06 de Março, faleceu o ator e dublador Newton da Matta, a voz oficial do Bruce Willis, do Dustin Hoffman, do Paul Newman, do Lion (Thundercats), etc. Para mais detalhes, visite o
No início de A Queda, Traudl Junge diz: “Sinto que deveria estar brava com aquela jovem ou que não deveria perdoá-la por não se dar conta dos horrores do monstro, por não se dar conta de onde estava se metendo. A curiosidade me dominou. Eu simplesmente não pensei que o destino me levaria a um lugar onde eu não queria estar. Mesmo assim, é muito difícil me perdoar por ter feito aquilo.” É um depoimento sincero. Quem o faz é a idosa sobre a jovem – ela própria – que aos 22 anos se tornou a secretária pessoal de Adolf Hitler, em 1944.
Nunca estou satisfeito com a apresentação do meu 







