Frase de cinema — 14
Você quer peito ou coxa? ![]()
Você quer peito ou coxa? ![]()
Quite an experience to
live in fear, isn’t it? That’s
what it is to be a slave. ![]()
Tirei este texto do NoMinimo. Me pareceu uma boa análise do filme e de como ele retrata anos importantes da história brasileira. Me deu vontade de assistir ao filme de Sérgio Rezende.
Zuzu e Chico
Por Guilherme Fiuza
O anti-americanismo é realmente uma atitude prodigiosa: a professora Eva Paulino Bueno chega a dizer que Kim Jong-Il, o líder norte-coreano, é admirável apenas porque é capaz de se fazer ouvir pelos EUA. (!) E para ela pouco importa se, para tanto, ele tenha de ser implacável com os opositores do regime, matar sua população de fome e ameaçar o Japão com uma bomba atômica. Agora raciocine. Quando você vê um vizinho esbravejando com um rifle nas mãos, é claro que você não irá discutir com ele de forma agressiva, afinal, o cara está fora de si. Você vai é ouvi-lo, responder-lhe melifluamente, enquanto por trás se prepara para dar o bote. Até parece que o Kim Jong-Il é realmente um “gênio” que cala o poderio americano. E, ao contrário do que a professora diz, não é por falta de petróleo que ele está seguro. As potências do Eixo não foram derrotadas por petróleo. Aliás, o problema do Kim Jong-Il é a solidão, ele é “so ronry”, “so ronery”, coitado. Fica tanto tempo sem receber afeto que acaba se achando um solitário no cume intocável da sabedoria e da iluminação. Como prova do que digo, eis este vídeo gravado pela CIA:
A propósito: o esqueleto boiando no aquário é do emissário da ONU e a estátua ao pé da escadaria é na verdade um ator real. Para ver mais, assista Team America: World Police, de Trey Parker (South Park). Um filme muito engraçado com ótimas canções. Aliás, algum filme possui uma cena de sexo melhor do que esta?
(Continua…)

So I’m walking along, and Lady Gregory turns to me and says, “Let me explain to you the nature of the universe. Philip K. Dick is right about time, but he’s wrong that it’s 50 A.D. Actually, there’s only one instant, and it’s right now, and it’s eternity. And it’s an instant in which God is posing a question, and that question is basically, ‘Do you want to be one with eternity? Do you want to be in heaven?’ And we’re all saying, ‘No thank you. Not just yet.’ And so time actually is just this constant saying No to God’s invitation. That’s what time is, and it’s no more 50 A.D. than it’s 2001. There’s just this one instant, and that’s what we’re always in.” Then she tells me that actually, this is the narrative of everyone’s life. That behind the phenomenal differences, there is but one story, and that’s the story of moving from No to Yes. All of life is like, “No thank you, no thank you, no thank you,” then ultimately it’s, “Yes, I give in, yes, I accept, yes, I embrace.” That’s the journey. Everyone gets to Yes in the end, right?
Yes, digo eu, totally right…
God is a kid with an antfarm…
He´s not planning anything
Keanu Reeves em Constantine.
Outro dia comentei por alto - no texto A Culpa é da Sociedade - sobre o filme Monty Python Live at the Hollywood Bowl. Esqueci de dizer que, entre os atos da apresentação, o grupo humorístico inglês projetava alguns curtas-metragens impagáveis. O Márcio Santana Sobrinho me enviou o link de um deles, veja:
Tenho saudade do meu pai.
Tenho saudade de tudo… ![]()
Nunca deixa de me espantar, por mais comum e generalizada que seja, a passividade das pessoas, que se deixam gratuitamente enrabar sem esboçar a mínima reação. A única explicação possível é a de que não se importam ou, mais provável, de que até gostem disso.
Ontem, superatrasados, fomos eu e Juliana finalmente assistir a X-Man 3. A projeção começa e os trailers são exibidos com um foco errático: a imagem ganhava e perdia nitidez todo o tempo. Paciência. Quem sabe, com o início do filme, a coisa se consertasse. Vem a atração principal e o problema persiste. Contrariada, Juliana se levanta e pacientemente vai do lado de fora da sala e chama a atenção de um funcionário. O foco de corrige, mas se sustenta por apenas alguns minutos, logo retornando ao padrão errático anterior. Como se não bastasse, com mais algum tempo, o som Dolby desaparece e somos obrigados a nos contentar com apenas as inaudíveis caixas de trás da tela. Tudo isso, fora o estado lamentável da cópia, absolutamente arranhada e repleta de problemas, resultado do tratamento porco dado por projecionistas porcos que não respeitam a sagrada matéria de seu trabalho: a película cinematográfica.
Desta vez, vou eu em busca de socorro. O problema no áudio não se corrige. Finalmente, com princípio de dor de cabeça, desistimos e pedimos nosso dinheiro de volta.
Me agride obviamente que alguém preste com a maior naturalidade e cara lavada um serviço tão porco, especialmente nessa arte que é também meu ofício e à qual me devoto com máxima delicadeza. Mas o que mais me espanta é que ninguém além de nós tenha esboçado qualquer reação a essa agressão e assalto às nossas carteiras. Fomos embora e outras 10 pessoas continuaram lá passivamente se deixando enrabar.
Por essas e outras, nutro pouquíssima esperança na espécie humana.
![]()
— Are you alone, Mr. Gittes?
— Isn’t everybody?
![]()
Estas fotos fazem parte de um ensaio do fotógrafo americano Bert Stern para a Vogue. Foram feitas poucos dias antes da morte de Marilyn, em 5 de agosto de 1962 — a revista as publicou no dia seguinte. Stern a fotografou num quarto de hotel, num clima de estúdio improvisado, e construiu imagens marcadas por muita sensualidade e espontaneidade, como se vê. As fotos pertencem a colecionadores privados. Valem hoje uma fortuna.
Uma curiosidade: marcas vermelhas foram feitas pela própria diva nos negativos das imagens que ela não aprovou.
Tempos atrás rolou uma brincadeira na rede na qual era preciso descobrir nomes de artistas ligados a uma gravadora — acho que era a Virgin — a partir de uma fotomontagem. Uma cobra branca, por exemplo, era a banda Whitesnake.
Agora está rolando outra, inspirada naquela, sobre filmes. São 100 ao todo. Aqui vai a foto para o caso de alguém quiser tentar (faça assim: deixe no comentário qual você descobriu). Só que é preciso lembrar que o nome do filme está em inglês (o IMDb, que se apresenta como o maior banco de dados sobre filmes na Terra, pode ser útil). Eu já recebi a foto com 60 nomes descobertos. Clique na imagem para ampliá-la.
Forget it, Jake. It’s Chinatown. ![]()
Neste final de semana assisti ao ótimo “O Cachorro” (“El perro”), filme do argentino Carlos Sorin, diretor do também muito bom
“Histórias Mínimas”. Trata-se da história - quase um filme infantil - de um aposentado solitário, cuja vida muda quando ganha um cachorro de raça que começa a ser premiado em exposições. O Cachorro tem a mesma característica de muitos dos melhores filmes do cinema contemporâneo argentino: a capacidade de extrair profundidade de histórias muito simples e, de forma conectada a isso, a sutil maestria de contar histórias muito humanas sem decair para o lacrimogêneo, para o sentimentalismo barato e para as emoções fáceis. Vejo este traço comum em vários filmes recentes muitos bons como o próprio “Histórias Mínimas”, “O Filho da Noiva”, “Lugares Comuns”, “Cleópatra” e “Kamchatka”, entre outros. (Continua…)
Eu e o Pedro Novaes escrevemos um roteiro para o making of do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental de Vila Boa de Goiás que não é senão uma carta ao Glauber Rocha. As imagens foram captadas pelo cumpadi Dib Lutfi e por seus alunos na oficina de Fotografia de Cinema (da qual eu e o Pedro participamos como monitores) - além de outras imagens oriundas dos arquivos do Festival - e editadas pelo cumpadi João Paulo Carvalho e pela cumadi Aline Nóbrega durante a oficina de edição. Foi projetado no dia da premiação e fez o maior sucesso: recebemos elogios do Zuenir Ventura, do Ismail Xavier, do Lisandro Nogueira, do Nasr Chaul (Presidente da Agepel), do Alcides Rodrigues (governador de Goiás), entre outros. Para minha sincera surpresa, o texto da carta chegou a causar comoções.
Nada como uma ótima parceria e o enorme empurrão dos nossos consagrados cumpadis…
Always the dollars. Always the
fuckin’ dollars ![]()
79 queries. 2.577 seconds. | Alguns direitos reservados.