Arquivo para September, 2006




Monday, 18 de September de 2006

A polêmica vida sexual de Dona Renata

ronaldo brito roque, 9:44 pm
Filed under: Humor, literatura
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A dura verdade

Já que é para falar de sexo, então vou falar a verdade. Chega de ser boazinha, chega de compactuar com as convenções. Hoje todas falam de sexo, mas quantas não estão falando essas coisas apenas para agradar ao marido, ao patrão ou às amigas? Sim, porque existem revistas que nos dizem como devemos pensar, existem personagens de novela que devemos imitar. Existe todo esse discurso politicamente correto que diz que a gente deve ser gay ou puta para gozar sem culpa. Mas sexo não é nada disso. Se meia dúzia de mulheres resolvessem dizer a verdade, acho que todo esse discurso cairia por terra. Eu já estou velha, não tenho mais marido e filhos para agradar. Meus filhos me visitam no máximo uma vez por mês. Se este texto for realmente publicado é provável que eles nem tomem conhecimento. Também não tenho muitas amigas, e nem quero ter. Não me interesso por baralho, crochê e televisão. Enfim, cheguei a esse raro momento em que não preciso me preocupar com o que pensam de mim, por isso mesmo posso contar tudo. Vocês conhecem as mulheres, sabem que nunca dizemos a verdade, mas apenas aquilo que é mais conveniente para o momento. No entanto, à beira da morte, até uma mulher pode ser sincera.

Meu primeiro orgasmo

Vou começar por meu primeiro orgasmo.

Meu relacionamento com Fabinho não era muito excitante. Eu já tinha tido outros namorados, já tinha transado com eles, mas também não tinha gozado. A primeira vez doeu. Eu achei que não ia doer, estava muito molhada, mas doeu. Depois de um tempo comecei a pensar que orgasmo não existia, e que todo o prazer da mulher consistia em beijar e se esfregar no namorado. Disso eu gostava, mas não por muito tempo, porque enjoava.

O Fabinho era do interior, e seus pais mantinham um apartamento para ele aqui no Rio. Era lá que passávamos as tardes de sábado e domingo. Meus pais pensavam que estávamos no cinema ou coisa assim. Eles sabiam que nós transávamos, mas eu fazia questão de manter as aparências. Você sabe, eu sou mulher, por que eu diria a verdade se não fosse ganhar nada com isso?
(Continua…)

Reinaldo Azevedo explica

yuri vieira, 9:34 pm
Filed under: Política, sites
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Tencionei postar um texto sob o título “Freud explica” - a respeito desse assessor “freudiano” que envolve Lula em mais um escândalo - mas em seguida matutei cá comigo: é óbvio que o Reinaldo Azevedo, sentado em sua torre de vigia cibernética, já deve ter escrito um post assim intitulado. Dito e feito. O cara não só está acompanhando - como sempre - passo a passo mais essa petistagem, mas foi o primeiro a tratar dessa armação dos dossiês pra cima do Serra e do Alckmin no caso das ambulâncias. O meu ex-reitor, Cristovam Buarque, de quem não sinto nenhuma saudade, apareceu na televisão afirmando que Getúlio Vargas, graças a um caso semelhante envolvendo um funcionário de confiança, acabou por dar um tiro no peito. Se ele quis dar alguma idéia pro Lula, pode tirar o cavalinho da chuva. A consciência do presidente já está tão morta que nada mais pode lhe causar qualquer dor, quanto mais uma insuportável. Ele ainda vai é se aproveitar da cidadania italiana da primeira dona (dona do Palácio da Alvorada), Dona Marisa, e se aposentar na Itália um dia, como todo mafioso que se preze.

Esse não volta mais…

yuri vieira, 5:47 pm
Filed under: Second Life, este blog, sites
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O Yuri Chandra já mergulhou tanto no Second Life que o perdi de vista. Mas descobri hoje que ele e o colunista oficial do Linden Lab, Hamlet Au - aliás, avatar do jornalista Wagner James - já andam trocando informações, tanto que no final do blogroll dele você encontratá um link para este blog em nome do Yuri Chandra, que nem sequer me pediu licença. É o primeiro blog brasileiro com uma seção voltada exclusivamente àquele mundo virtual. Ao menos segundo o Hamlet. Esse Chandra ainda vai acabar se dando melhor do que eu…

Sunday, 17 de September de 2006

De Volta de um Outro Tempo

pedro novaes, 3:36 pm
Filed under: Viagens, extraordinárias, Índios
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Estou de volta. Na pressa, nem avisei aonde ia. Peço desculpas. Mas fui e voltei. Fui conhecer outro espaço-tempo. Como seria de se esperar, foi experiência radical. Não se olha o mundo com os mesmos olhos depois de usar, ainda que canhestramente, as lentes de um índio, como alertava Darcy Ribeiro.
Fui ao Xingu, Alto e Baixo, trajeto de um mês, passando por seis etnias diferentes com nomes de sonoridades distintas: Waurá, Kalapalo, Yawalapiti, Kuikuro, Metuktire e Panará.
Eu não fui ao passado, porque não acredito na idéia de “sociedades primitivas”. Ao contrário, considero-as muito avançadas em diversos aspectos. Mas também não fui ao futuro, porque não acredito que nossa trajetória nos possa levar a algo semelhante. Leva a lugares diferentes, que podem ser melhores ou piores.
Acredito que as sociedades indígenas brasileiras se aproximam em muitos aspectos de certas utopias humanas: igualitárias, constituídas por pessoas absolutamente livres e autônomas, que não dão, nem recebem ordens. Lá não há asilos, presídios, favelas, nem hospícios,
Ao mesmo tempo, não desejo, nem posso ser índio. Sei que não seria capaz, e me oprimem a falta de individualidade (ainda que paradoxalmente haja a mais profunda autonomia), de privacidade e de solidão. (Continua…)

Gonçalves

rodrigo fiume, 2:10 pm
Filed under: Viagens, fotografia
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Lua cheia em Gonçalves

É uma cidadezinha no sul de Minas, bem bacana, onde faz um frio danado. Pus mais fotos em um site. Por favor, dê uma olhada. (São poucas, não vai demorar; basta ir clicando em NEXT para ir acompanhando a seqüência)

Saturday, 16 de September de 2006

Recomendações de filmes

paulo paiva, 12:17 pm
Filed under: cinema, sites
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A muuuuito tempo atrás (uns 5 anos) existia um site chamado “Moviecritic”, que recomendava filmes baseado no ranking que você dava a filmes que assistiu. Seu ranking era cruzado com o de outros usuários, de forma que as recomendações de filmes eram dadas estatisticamente com base em gostos similares ao seu. Era muito funcional e bastante preciso. Ele simplesmente desapareceu e eu fiquei tentando imaginar o porquê de uma idéia tão boa ser abandonada. Acabei descobrindo que a IBM tinha comprado o algorítimo base da coisa e, por interesses diversos e má visão de futuro, desativou o site. Recentemente, um mané, em um fórum na internet, aproveitou para desancar o “Capitalismo”, que tinha sido o responsável por acabar com o site (Pfff!). Entretanto, era simples questão de tempo para algum empreendedor retomar a idéia. Vezenquando, eu buscava algo similar na net. Pois olha só, acabei de descobrir o substituto e é muito bom: o Movielens, que, ainda por cima é da safra Web 2.0. É um projeto ligado a uma universidade americana e tem grande chance de se tornar um grande sucesso. A interface é bastante intuitiva e suas previsões também são acuradas. Confiram!

Friday, 15 de September de 2006

Frase de cinema — 21

rodrigo fiume, 11:28 pm
Filed under: cinema, escritores
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aspas_vermelhas_abre.gif Porque foi lá que eu tenho a impressão de que quase te perdi  aspas_vermelhas_fecha.gif

Eiji Okada, para Emmanuelle Riva, em Hiroshima, Mon Amour (1959) — homenagem ao lançamento em DVD

O veado falante

yuri vieira, 10:30 pm
Filed under: Humor, Podcast e videos
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Pô, eu curtia tanto esse programa na TV a cabo, The Man Show, salvo engano, traduzido como O Mundo dos Machos. Nunca mais vi. Eis uma das sacanagens que costumavam aprontar.

Procura-se: vivos ou mortos!

yuri vieira, 4:02 pm
Filed under: Política, internet, sites
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Segundo Lisandra Ferreira, por algum tempo foi mantido online um blog chamado “Procura-se: vivos ou mortos!”, onde petistas davam a ficha, fotos e referência de anti-petistas. (Aposto que eu também estava lá.) Chegaram a acusá-la de prostituição. Ainda segundo ela, o blog contava com o apoio de Marcos Claudio L. da Silva, filho do presidente Lula. No seu álbum do Orkut há algumas imagens em printscreem do tal blog. Num país descente - olha o ato falho, o nosso é um país “descente” - enfim, num país decente, isso daria pano pra manga…

Revelação

yuri vieira, 3:37 pm
Filed under: Religião, livros
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Alguns trechos do livro “Fronteiras da Tradição”, do Olavo de Carvalho, que o Bruno Tolentino me emprestou lá na casa da Hilda Hilst:

“O revigoramento periódico do contato entre a inteligência e o infinito, que é a sua origem, denomina-se revelação, quando desse contato surgem um rito e uma norma destinada a possibilitar esse contato para um grande número de pessoas; denomina-se intuição intelectual quando ocorre para um indivíduo em particular. A revelação fornece os meios para que os indivíduos atinjam, quando qualificados para isso, a intuição intelectual. Para os que não tem essa qualificação, ela fornece a norma e o ensinamento para que se aproximem o quanto possível desse limite(…).”

“Não há religião nem esoterismo de espécie alguma sem uma revelação.”

“A revelação origina ao mesmo tempo as técnicas e disciplinas que conduzem à intuição, e as normas e leis que conduzem à vivenciação simbólica e indireta do sentido. A estas duas instâncias dá-se o nome de esoterismo e exoterismo, respectivamente.”

“Toda tradição remonta a uma revelação.”

“A revelação provém da Misericórdia divina, e a Misericórdia é por natureza expansiva.”

“A manifestação da ‘Tradição Primordial’, com uma forma própria e independente das demais, é um contra-senso puro e simples, que vai contra todas as condições de espaço, tempo e número que definem o ‘nosso mundo’, e portanto essa manifestação não ocorrerá antes do término deste mundo, o qual por sua vez deverá ser precedido justamente pela ‘Grande Paródia’ de Tradição Primordial, que será o Reino do Anticristo.”

(Fronteiras da Tradição, Olavo de Carvalho, Nova Stella, 1986.)

Uma temporada no inferno…

yuri vieira, 2:06 pm
Filed under: Religião, Second Life, especulativas
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Se você quiser saber para onde vai após a morte, entre no Second Life. Eu já sei que passaria - antes de cair a ficha e pedir socorro aos Filhos da Luz, como dizia a Hilda Hilst - ao menos uns quinze dias no inferno. E olha que não estou falando de lugares, mas de formas de relacionamento. Estou todo chamuscado. E ainda perdi minha linda wife, que também é linda neste mundo. Quando passar a vergonha(real), colocarei aqui o texto em que descrevo o caso…

Thursday, 14 de September de 2006

Meu Mister Hyde virtual

yuri chandra, 2:00 pm
Filed under: Cotidiano, Second Life, extraordinárias
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Chandra, vc tem razão: pirei total. Hoje foi foda. Sai com “nossa” wife para ajudá-la a escolher uma lingerie sexy. Ela ficava desfilando para mim em toda loja que entrávamos, como aquela sua namorada fazia aí na vida real. Depois fomos a uma casa muito louca e transamos até o PC travar. Ela então desligou o laptop - estava caindo uma chuva de relâmpagos em New Jersey, onde mora a “alma” dela - e eu fui sozinho até um paraíso sadô-masô, só para ver qual era, eu, que nunca curti isso. Lá chegando, ao ver tantos horrores, lembrei duma figura que se vestia muito estranho, uma brasileira do Paraná com quem conversava de vez em quando. Mandei um recado para ela e a figura veio conhecer o lugar. Estava vestida como uma diaba fashion. Descobri que ela era totalmente masô e, através dum papo absurdo que nem vou descrever (uma versão luciferina do diálogo socrático), a tornei minha escrava sexual. Ela me chamava de senhor pra cá, senhor pra lá e eu lhe dando ordens, mandando ela dançar pra mim, chupar meu pau, ficar de quatro e assim por diante. Ela quis ficar na coleira, ser minha cadela. Dei-lhe umas chicotadas depois de prendê-la num mecanismo infernal. Eu disse que possuía outras mulheres ali no SL e que ela poderia ser minha escrava predileta se obedecesse direitinho. Foi muito louca a transformação. Antes nós conversávamos como qualquer par de amigos e, quando ela descobriu que eu era mutcho matcho, virou outra coisa, o tempo inteiro ajoelhada aos meus pés. Que gente doida. :)

Bom, depois ela também foi dormir e eu voltei ao Black Rose, o paraíso SM. Fiquei conversando com uma figura dos Países Baixos, que gerenciava o lugar, até que chegou a garota que iria substituí-la. Essa primeira deu muita risada comigo, mas disse que estava muito grilada por ter perdido L$5000 e que não iria rolar nada, que eu tirasse o cavalo engraçadinho da chuva. :) A que veio depois era do Minnessota, americana. Ficou dançando na minha frente com uma roupa cheia de véus transparentes e, depois que troquei algumas palavras, me colocou para dançar com ela. Ficamos um tempão conversando, durante todo o seu turno, e foi batendo aquele tesão. Ela me perguntou o que eu achava que ela era: “submissa” ou “dominante”? Respondi: eu quero que vc seja submissa. Ela adorou: é submissa. Tem 33 anos e é gatíssima na foto real. Ela também curtiu a minha. Me chamou para conhecer a casa dela, numa região de acesso privativo. Ela me teletransportou e chegamos a um lugar muito doido, cheio de cachoeiras, piscina, lago, a casa completíssima com cozinha e todos os detalhes e mil e um lugares para transar. Um paraíso de mulher raver, tudo colorido, fosforescente, de pelúcia. Me sentei no trono do Mestre, que ela tinha em seu quarto, e ela começou a dançar com uma outra roupa deliciosa, esfregando a bunda na minha cara. Disse que queria que eu a fodesse hard. Aí a merda do meu IM acusou a volta da Pelagia Helios, minha wife. Digo, sua wife. Ela começou a conversar comigo numa janela de chat bem ao lado da outra fazendo strip-tease. Me disse, “hon, I crashed, sorry. Now I will sleep, take care yourself”. Hon é honey, claro. Eu: “ok, babe, see you later”. E ela: “Ok, mas eu vou sair com outros homens agora”. Pra quê… Me deu uma taquicardia muuuuito real. Eu gosto dela, ela tem 19 anos, é engraçada, divertida, tem uma avatar maravilhosa e é linda na foto real do perfil. “What?!! Why, my little fang?!” Ela estava vestida de vampira quando a conheci, por isso o little fang. “Se você pode transar com outras mulheres eu também irei dar para outros homens”. Brochei na hora. Como ela tinha sacado? Eu sei que há no programa um tipo de “GPS”, mas como ela tinha certeza de que eu estava com outra garota? Então fiquei com medo de a região da casa da figura ser uma área de puteiros e comecei a gaguejar, meu inglês foi pro espaço e eu já não era mais nem o Tarzã, mas a própria Chita em pessoa. “But, baby, no, waht si you think, not, quer dizer, I didn’t do anything rong, I mean, wrong…” Dancei. Ela deve ter blefado e eu caí direitinho. Começou a fazer um discurso daquele que a gente conhece bem, muito real por sinal, e eu sem saber o que dizer, só negando o crime. De repente abre uma janela do LidenLab no canto superior direito - ou seja, uma mensagem geral do Arquiteto dessa Matrix - advertindo que o sistema iria ser desligado em 3 minutos para manutenção e upgrade dos servidores. “Saiam da água, guys, vamos esvaziar a banheira!!” E a figura me ignorando, sem responder. “Please, baby, don’t do that”, eu insistia, e a outra americana já sentando no meu pau sem saber que eu estava num chat…

Que pesadelo, bróder. O Linden Lab podia ao menos acabar com esse negócio de se poder localizar qualquer um no mapa. Cadê a privacidade? Eu sei que você é um cristão - urantiano, diz vc - e que essa história toda pode lhe parecer o preâmbulo do inferno, já que, segundo vc, há uma pessoa real por trás de cada avatar que merece respeito e consideração. Mas eu tenho culpa se vc tem personalidade dupla? Dá um jeito na vida, porra.
Abraço do seu
Mister Hyde

Uma amostra do Second Life

yuri vieira, 2:36 am
Filed under: Podcast e videos, Second Life
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Para quem ainda não captou como afinal de contas funciona esse Second Life, eis um vídeo do You Tube, que mostra alguns lugares que nem eu conheço. (O trem fantasma é ótimo! Me lembra o saudoso Playcenter. Vou procurar.)

A Montanha Aborrecida

yuri vieira, 2:11 am
Filed under: Cotidiano, escritores, literatura, livros
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Estou na página 311 de A Montanha Mágica, do Thomas Mann, e a sensação que tenho é de que o livro ainda não começou. A única coisa que rolou comigo até agora foi uma pleurisia. Somatização? Creio que não. Inverno seco, só isso. Sei apenas que se fosse Dostoiévski eu já estaria com os cabelos em pé. Os alemães costumam ter a carne literária meio dura mesmo. Demorei a curtir o Goethe, mas até hoje tenho em minha mente as imagens do Fausto, que li há uns dez anos. O Jünger é um excelente pensador, mas sua narrativa empolga tanto quanto uma ida ao dentista. Bem, vou dar um crédito ao mestre Mann, cuja Morte em Veneza muito me tocou. Afinal ainda faltam 675 páginas para o final d’A Montanha…

Ossos do ofício

yuri chandra, 2:01 am
Filed under: Cotidiano, Second Life, colírio
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Uma das maiores dificuldades que um anjo enfrenta - principalmente quando é um anjo caído - são as missões periódicas no Inferno. Sei que preciso orientar essa gente para que eu mesmo volte a ascender. Mas a força da gravidade nesses abismos é muito forte…

Exílio

yuri vieira, 1:10 am
Filed under: Política, Second Life
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Eu juro que se esse mafioso vermelho - esse que atende pelo apelido idiota de Lula - for reeleito, eu me mudo de mala e cuia pra dentro do Second Life.

Ainda bem que eu tenho um pinguinho de credulidade em minha alma e boto fé na premonição do Jucelino Nóbrega da Luz de que é o Chuchu quem irá ganhar…



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