Pat Robertson e Hugo Chaves
Esse Pat Robertson, o pastor gringo, é mesmo um trapalhão. Tudo bem, o Hugo Chaves é um pé-no-saco e merecia umas férias bem longas numa prisão, mas, puts, pregar a eliminação do cara não condiz senão com um negativo do Bin Laden. (Cópia em negativo porque Binzinho e Huguinho devem ser muy amigos e, por isso, se Patinho fosse uma cópia exata, certamente defenderia o protoditador venezuelano.) Mas o mais louco que ouvi sobre o tal pastor foi sua teoria de que a acentuada ocorrência de furacões no sudeste dos EUA não é senão um castigo divino devido à grande quantidade de homossexuais na região. (!) Pode? Se ele fosse mais “esperto”, teria organizado e financiado uma Parada Gay na Venezuela, bem juntinho do palácio do governo do señor Chaves. O Deus das Batalhas em que acredita daria conta do resto.

“Tudo pode mudar em nosso mundo desmoralizado exceto o coração, o amor do homem e seu empenho em conhecer o divino. A pintura, como toda a poesia, tem uma parte no divino; as pessoas sentem isso hoje, do mesmo modo que costumavam sentir outrora. Que pobreza cercou minha infância, que provações experimentou meu pai, com seus nove filhos! E, no entanto, ele estava sempre cheio de amor e, à sua maneira, era um poeta.
Foi através dele que pressenti, pela primeira vez, a existência de poesia neste mundo. Depois senti-a durante as noites quando contemplava o céu escuro. Aprendi então que também existia um outro mundo. Isso fez brotar lágrimas em meus olhos, tão profunda foi a comoção que se apossou de mim.”






